**********

 AVULSO

 

@ -    - “Abat    our” :

                     J             

- Na antiga Sacola*1 os negativos de fotos do “abajur” aceso por mim e fotografado pelo Paulo Ramos Machado.V. onde estão agora, março de 2003.

 

-         Somente como esboço-indicação, escaneado provisoriamente na Fig. 42 do CDROM.

 

@ -Abat  J  our – projetado na parede, como, aliás, deve ser “executado”( demonstrado: a luz de um abajur, cujo mapa de Cuba ao ser invertido vira a cara do Ché Guevara ). Filmado  por mim, que o seguro, com minha sombra justa-sobreposta, em outubro de 1999. Paulo Ramos Machado colabora, num traveling: [ FILMES – FILMADORA] – JÁ HÁ CÓPIA EM VHS - SOM e CARRO.        aqui, um LINK, para menos de um minuto de filme, eu e o Paulo Ramos Machado, poema abajur/Che Guevara. TENHO EM DVD, FEITO PELO ARTUR.

@  - Abecedário: - V. na Pasta 11 –  Idéias, definições  e Portraits, bem como tudo que passou pela minha cabeça ( quase tudo...).

 

@ - Adquirir:                   Ferreira Leitão, cf. c/ Ivan.

 

 

@ - Afinidades Eletivas (Goethe)

No romance “As afinidades eletivas” ( 1809, de Goethe ( Johann Wolfgang - 1749-1832), o poeta mostra como a vida tranquila de um casal aristocrático se altera após a chegada de um amigo do marido e uma sobrinha da mulher, que solapam a unidade familiar.

Goethe usa o fenômeno em que dois elementos químicos associados se desagregam ao entrar em contato com outros elementos, formando dois novos pares, para expressar a influência das forças naturais sobre as relações sociais: um impulso natural, o amor, surge onde não é socialmente conveniente. Há um conflito entre natureza e cultura. Sobrevivem os que renunciam aos impulsos e aceitam as normas de convívio social. ( Folha de S. Paulo, 24-4-02, p. A5 )

 

@ - Agendas:                    1986   PÁG. 4/4.

                                               1985   5/1.                                         1985   29/1

                                               1985   6/2

                                               1985   29/1; 6/2; 13/2; 15/2; 18/2 (p/ os sonetos em alemongs);31/5 5/3(AIDS); 31/5 (TIPO, DESC); 25/6(nomes próprios); 25/6, s/ Massenet.

 

@ - AIDS                           AGENDA DE 1985, 5/3 : A cura da AIDS é um câncer em negativo, donde se conclui que a AIDS é o câncer do câncer, e será estancado quando houver um câncer na cura, o que será uma desgraça talvez maior do que eu ter pensado, em 1978/9, que Deus  estava com câncer. Mas, Kueen James (J´aime Raínho ) já não lhe disse the sun shall be turned into darkness and the moon into the blood, before the day of the Lord comes, the (sic!) Great of many feast day? (Acts, 2, 20)

                                               (Observação: fiz um baita dum trocadilho em inglês em cima da versão do King James da Bíblia que o Nílton ( de Castro, a quem mandei esta mensagem, por xerox da página da Agenda), me deu de presente na Quintino Bocaiuva. ( ABCedário)

 

@ - Alfabeto vertical / Décio Pignatari  : V. seu último livro, “ Errâncias” .

 

- Alucinagem: ato de aterrissar na lua, em aventada manipulação global/televisiva em 1969 ( decantada, alardeada, insistida “alucinação dos telespectadores”, em 1969. / Mani- pulação: os pulinhos dos astronautas na superfície lunar, enquanto comíamos amendoim na frente das TVs, eu, Zelão ( José Quitiliano de Oliveira) , José Olympio Nogueira Borges, Nílton de Castro e minha família.

 

@ Ambiente – rev. da Cetesb – PASTA 6.

 

 

@ Amor  – V. a conversa do reverendo sobre Amor, o ser amado, o ser amante: “Paixão selvagem”, Fita 1126.

 

@ - Anagrama:   Osama Bin Laden  =       Ama e nos blinda.

 

 

@ - Andrade, Oswald:  V. Abecedário/Pasta 11, máq. Olivetti.

                        Sua quinta mulher que conheci na casa do Volpi em 1982, Julieta Bárbara. Manuel Badeira em “Andorinha, andorinha”, fala no livro de estréia dela, talvez por medo de Oswald. Trouxe-a  num domingo, após uns whiskies na casa do Volpi. Morava na Jurema, 312, uma casinha aqui do bairro talvez já derrubada. Tinha umas pernas belíssimas, apesar da idade. Respondendo a inconfidências ( melhor: indiscrições ) minhas, disse-me ela que entre seus dois maridos, Oswald, “mau-caráter mas criativo”... sempre generoso, até talvez nas trepadas forçadas com ela, bucho pra ele...) e o cumpridor de obrigações até domésticas, até tarefeiras – o que para um físico seria, para mim, um sacrifício – preferia cem vezes o louco do Oswald ao “chato do Mário Schemberg...” ( verb. ABC)

 

 

@ - Andrógino:    V. figura de Ignudo, na Capela Sixtina (Michelangelo)

 

 

- Anões – para o poema [(... “ do A não-Dujardin” ) ] – revista sobre : PASTA 4.

                                 

@ - Anotação/epígrafe p/ algum artigo ou entrevista: " (...) POIS AINDA ESTOU FABRICANDO *   MEUS RABISCOXOS DE VIDA TODA NUMA ALDEIAZINHA MINEIRA CHAMADA SCRIBBLEDEHOBBLE."                               - Já encaixado: epígrafe do Livro, cf. Introdução, IP-Introdução, neste Word.(Nota de 11-01-01)

 

@ - ANÚNCIO DE BONDE, DÉC. DE 50, OS “GRAFITEIROS DE ENTÃO”, MAS NA BASE DOS JOGRAIS, DOS RAPS DE HOJE...

 

Veja ileiro passagustre

Que belo teiro facipo

Laça o estado.

E no entretite acredante:

quase bronqueou de morrite,

Salvou-o o Arrotado Creosunto.

 

- Ar-se poema visual ( sobre a Regional ( Administração) da Sé ) fotografado em sequëncia: v. as fitinhas de vídeo, ano de 1997, acho que tb. já transpostas para as de VHS/série “para mim” , cf. V. Willy Corrêa chupando o AR-SE. – MAS, ONDE A FOTO???

- Artigo  s/ ABL / Livro do Fernando Jorge: quando o inserir no Livro, na passagem s/ o grande poeta Carlos Pena Filho, transcrever, nas Notas de Rodapé,  aqueles poemas que anotei no livro de Edilberto Coutinho – v. Fundos. E : - ( Augusto de Lima, "Contemporâneas", poesias, 1887, Leuzinger & Filhos, pref. de Theophilo Dias.>>>>>>>>>>>>>>>pags. 139/42; 87; 88; 143 et al.). v. o, lá, “pré-póstero”, meu!!!, mas parece que Houaiss intuiu.

 

@ - Assovio meu para choro de dedilhado no sopro. ( Cassete na PASTA     , – V. cassete que tb. tem:

                            @ - Valsa do minuto para elástico no dente e respiração( NOTA DE HOJE: VAI
SER UM
LINK (15 SEGUNDOS ))

 

@ - Avulsos em livros: DA BIBLIOTECA NA LIMPEZA:

 

                                    - Livro s/ o Mao-Tsé Tung, Aubier/ Montaigne - [ Willy dedic.

                                    - Anthol. de la poésie classique chinoise -  [ TRADUCÃO MINHA ]

 

@ - Autodidatas: - Psicologia do Autodidata.

 

            Acho que os autodidatas, por mais que surpreendam com sacadas majoritariamente originais, não têm noção de valor da real existência de uma Arte, Ciência, Filosofia ou Religião (o valor, na vida, é gradativo, a gente assimila de forma sistemática, com as somas e com o tempo; os autodidatas não têm tempo a perder, pela própria natureza deles...não fizeram cursos, têm que cavar a vida mental...Eles me incomodam um pouco, por uma possível arrogância da não-competição...É meio nebuloso para mim).

 

@ - Avulsos  DO IP-PROVISÓRIO NA ÉPOCA, NO WRITE:

                                  

                         PARA TRANSPORTAR PARA O   WORD:   IP-GLENN, IP-CARTAS, IP- AVULSOS ET. ( ATÉ CONSERTAR O WORD, QUE NÃO ESTÁ ACEITANDO TEXTO NEM "COLAR"). IREMOS COLOCANDO AQUI TAMBÉM EM ÓRDEM ALFABÉTICA, PARA FACILITAR, OPORTUNAMENTE, O TRANSPORTE PARA O WORD ATRAVÉS DO "COPIAR" / "COLAR". Isto já está prejudicado ( nota de 21-3-03), mas fique de olho.

                                                                      

*

 

@  - Avulsosinhos:                                  [ ou vai para IP-Poes.Doc ou para IP-Poe50 ]

 

                        Bom Bril         ( Coisas da década de 70. Os mais obcenos estão com o Willy e com o Peter Neuman ).

 

                                               Passarinho faz piu piu

                                               passaraço faz lhalhaço

                                               pneu furado faz fiu

                                               - Falava na palha de aço!

 

                                               Espelhos, espelhos mil

                                               pergunta [ diz ] a Rainha da sujeira

                                               existe alguém no Brasil

 

 

                                               Faca deitada, garfo em pé, colhér no cio

                                               menage a trois numa sujeira sem igual

                                               são recolhidos

 

                                               [ pra cantar com a melodia do samba, Lupicínio... ]

                                               Há pessoas sem palha de aço

                                               que limpam panelas

                                               com água e sabão.

                                               Mas não sei se passando o que eu passo

 

                                               Até Torquato Tasso

                                               poeta

 

                                               No imenso céu de anil

                                               é onde brilha a Estrela Dalva.

                                               Por onde passa Bom Bril

                                               a coisa fica mais alva.

 

                                               Toda mulher de aço

 

 

                                               O poeta Torquato Tasso

                                               rimava maio com abril

                                               ( era licença poética )

                                               Mas hoje nenhum palhaço

                                               não rima, se tiver ética,

                                               coisa suja com Bom Bril.

 

                                                           [ variante : "só rima, se tiver ética

                                                                               coisa limpa com Bom Bril."]

 

                                               Minha terra tem palmeiras

                                               onde canta o colibri.

                                               De tanto bicar sujeiras

                                               o bicho virou BomBri.                 [ var.: a coisa virou[] )

 

                                               O vovô tinha mau baço                  

                                               o papai tinha mau fígado

 

 

                                               Minha filha não está no cio

                                               e nem se chama Tereza

 

                       

@  - “Bandeira, essa criança desfraldada.”:       Fig. 24 do CDROM. Já inserida no texto.

           

 

@ - Beauvoir, Simone de : Eu queria ter sido irmão de Simone de Beauvoir, cujo pai “não acreditava no trabalho, mas no espírito, na oratória e na arte da conversa.”

 

@ - Biblia Eu / S. João: Em verdade, em verdade vos digo: aquele que não nascer de novo, não verá o Reino de Deus ( João, cap. 2, vers. 2) Aquele que não nascer de novo vai-se foder pro resto da Morte ).

 

 

@ - Biblia Tessalonissenses, 4,16, 17, cf. .(verb. abc)

 

 

@ - Biblia Vulgata de São Jerônimo, v. onde é apensada à versão germânica de Lutero.(verb. abc)

 

@ - Biblioteca:     Estantes de Vanguarda & Chinesa (disposição anterior...) : VER:

                                   Cartões-postais da turma.

                                   Carta minha ao Edgar Braga, dentro do ALGO. (Já encaixado no Livro, cf. IP-Introdução, neste Word. Nota de 11-01-01.)

                                   Revistinha japonesa ASA, Xisto, minha carta.

                                   "Hu-mains" ( mãos antropomorfizadas, meu livro, ao lado do. SERVE PARA ILUSTRAR MEU VEZO DE FAZER COM OS DEDOS, PARA OS NETINHOS, "O HOMINHO". TB. PARA MEU POEMA DO BARREIRA, AQUELAS FAMÍLIAS EM MEUS DEDOS, CF. O CATÁLOGO ORLANDO.(Uma prancha já escaneada, cf. Gerenciador de arquivos: Scanners e tb. o CD ArtCopy-J.C>)

            (Nota de 20-12-2005: V. na pasta de e-mails, “Fotos”, Castor em 19-12-2005 ( ou 20 –12), “Boas para fotomontagens”, algo assim, o slide n. 18, uma com os dedos, que também sempre fiz pra crianças, só que no “hominho”, andando, “ele” caminhava pela barriga delas e dava um salto abrupto pra suas gargantas...

                                   Polem -- facas. ONDE?! ONDE?! , reiteração de 11-01-01.>>>>>>>>>>>>>Repassar todas as PASTAS numeradas.

                                   Euclides da Cunha, opúsculo s/ Castro Alves, p. 21: o sinal do infinito e sua digressão, semelhante à sugestão poética do Villari Herrmann, cf. seu poema do minuto. MOSTRAR A ELE E TB. AO PHILA.

 

                                   "Fallo por mim. Eu fui um obscuro e pertinaz estudante de mathematica. Quer dizer: precisamente quando mais adoravel se nos mostra o quadro desta vida, e o seu vigor desponta da mesma anciedade de viver, tive que contemplar o universo vasio e parado -- apagadas todas as luzes, extinctos todos os ruidos, desapparecidas todas as cousas, desapparecida a propria materia -- de sorte que nessa abstracção, a approximar-nos do chaos, permaneçam, como attractivos unicos, a fórma, nos seus aspectos irreductiveis, e o número e signaes completamente inexpressivos. Pois bem; folheando, ha pouco, os meus velhos cadernos de calculo transcendente, onde se traçam as integraes seccas e recurvas ao mundo de caricaturas mal feitas, de esphinges, e onde o infinito, tão arrebatador no seu significado imaginoso, ou metaphysico, se desenha, seccamente, com um [ DESENHADO O SIGNO DO INFINITO ], um oito deitado, um numero que se abate, desenhando, de uma maneira visivel, a fraqueza de nossa intelligencia, a gyrar e a regyrar numa tortura de encarcerada, pelas voltas sem principio e sem fim daquelle triste symbolo decahido -- deletreando aquellas paginas, salteiam-me singularissimas sorprezas." ( "Castro Alves e seu tempo", EUCLYDES DA CUNHA, dscurso proferido no Centro Acadêmico Onze de Agosto de S.Paulo, s/d., edição do Grêmio Euclides da Cunha e destinada ao munumento ao escritor a ser erigido na encosta do morro da Babilônia, em 15 de agosto de 1919.)

 

 

@ - Bicha   "Bicha acompanhada" :      É a mais "perigosa" : a que tem uma mulher, geralmente recatada a seu lado e a quem, declarada ou tacitamente, demonstra como sua esposa.      (Impressão inspirada por aquele casal no ESPAÇO CARMINA.

 

 

@ - Bicha pra bicha : - Vá tomar no pinto! (verb abc)

 

 

@ - Bom Bril        ( Coisas da década de 70. Os mais obcenos estão com

o Willy e com o Peter Neuman ).

 

                                               Passarinho faz piu piu

                                               passaraço faz lhalhaço

                                               pneu furado faz fiu

                                               - Falava na palha de aço!

 

                                               Espelhos, espelhos mil

                                               pergunta [ diz ] a Rainha da sujeira

                                               existe alguém no Brasil

 

 

                                               Faca deitada, garfo em pé, colhér no cio

                                               menage a trois numa sujeira sem igual

                                               são recolhidos

 

                                               [ pra cantar com a melodia do samba, Lupicínio... ]

                                               Há pessoas sem palha de aço

                                               que limpam panelas

                                               com água e sabão.

                                               Mas não sei se passando o que eu passo

 

                                               Até Torquato Tasso

                                               poeta

 

                                               No imenso céu de anil

                                               é onde brilha a Estrela Dalva.

                                               Por onde passa Bom Bril

                                               a coisa fica mais alva.

 

                                               Toda mulher de aço

 

 

                                               O poeta Torquato Tasso

                                               rimava maio com abril

                                               ( era licença poética )

                                               Mas hoje nenhum palhaço

                                               não rima, se tiver ética,

                                               coisa suja com Bom Bril.

 

                                                           [ variante : "só rima, se tiver ética

                                                                               coisa limpa com Bom Bril."]

 

                                               Minha terra tem palmeiras

                                               onde canta o colibri.

                                               De tanto bicar sujeiras

                                               o bicho virou BomBri.                      [ var.: a coisa virou ]

 

                                               O vovô tinha mau baço                  

                                                o papai tinha mau fígado

 

 

                                               Minha filha não está no cio

                                               e nem se chama Tereza

 

 

@ - Boulez em São Paulo, com o Flo – xerox – PASTA 4.

  

@ - Bulas: “ [ ....  ] desfeitos um para o outro”

- Para “explicar” o poema ( cf. rev. “ESCRITA) :

 

                        “E derrepente

                        Como um sabão de arcana  cariátide

                        Desfeitos um para o outro” ) :

(  ESCANEAR DA  REVISTA ESCRITA, COM AQUELES  TIPOS (TIPOGRAFIA).

 

                        Bula: ( No amor, a inciência torpe vira motivo nobre. E a frase “ como um sabão de arcana

cariátide” significa: - o que será que está por baixo disso tudo ?  O amor acaba só por aquilo ou em razão de

tudo aquilo?! - Eis a razão daquela escrita escovada da tipografia do poema .

-         Versão inglesa do verso “desfeitos um para o outro” = “Fade for each other”.

( “feitos um para o outro” como se sabe, em inglês é simplesmente “made for each other”...

 v. FILME “Harry & Sally”, coisa assim).
 

COLOCAR  NA PARTE EM QUE ESTOU RELATANDO OS POEMAS NA REVISTA “ESTRITA”.

 

@ - Cadernos pretos / índices  das fitas  cassetes: Menezes, Florivaldo, entrevistas etc.

( Perto da fita n. 21-COLL.>>>>>>V. ONDE FALANDO SOBRE “IB me”.

 

@ - Cage  radiofônico do início dos anos 40: - o que associei mesmo, no dia em que o comprei?

 

@ - Cantox de Tumênios e a Poesia Dodecafônica, poema da década de 50: minha teoria de que a melodia nasce do ritmo, incipientemente desenvolvida em seu intróito, tem algum fundamento vendo-se (ouvindo-se) a música oriental – por enquanto a árabe – captada no Canal ART da TVA (Arab Radio & Television) que estão nas Fitas ( VHS ) 1381/3, v. Dbase. anto-  (NOTA DE 09-3-06: POR QUE A FRASE ESTÁ INTERROMPIDA? ( “Dbase.anto-“) .  V. tb. Fita 1528. V. DVDs em que se transpuseram (Artur Miranda) as fitas supra-mencionadas, “Melodias árabes, 1” e “Melodias árabes, 2”, com a seguinte contracapa:

         Alguns elementos da música árabe, captados do Canal ART (TVA), como subsídio à tese do poeta Florivaldo Menezes de que a Melodia nasce do Ritmo. Já foi desenvolvida incipientemente em 1953 /4, como “bula” ao seu poema “Cantox de Tumênios e a Poesia Dodecafônica”. Associa-se, de certa forma, à filosofia de hiatos do ritmo, algo parecido com o 5 / 4 jequibalesco / tchaikovskiano da 6a. sinfonia, um sistema modal adaptado às escalas do orientalismo árabe, onde os intervalos não estão nas alturas, mas nas cesuras (um dodecafonismo transposto para lá e para o popular).

                O poeta chama o fenômeno de desautoritarismo da (des)armonia, que se reflete até no auditório, vibrátil, com meneios de cabeças, fumando-se à vontade. O ritmo não balança o corpo, mas é freneticamente interno: a melodia está no movimento da cabeça. O contrário do autoritarismo do genial filósofo-tecladista Glenn Gould, ao impor todas as anti-regras do barroco... v. em seu  Bach e em sua abordagem dos românticos, onde se presume um hiato, um vácuo... não de progresso, mas de inexistência ontológica da Música, da História da Música.

              A  peça de música árabe com a cantora e duas orquestras (por que não só uma?! A oitava de Mahler tem mil elementos num só retábulo) parece que especula sobre aquelas batidas de continuidade da percussão, nas mudanças de frases, onde há tonalidade respeitada, “QUE O OCIDENTAL ENTENDE...”, para que a voz, após a encenação rítmica, entre outra vez numa espécie de atonal. No apogeu da encenação modal, a escrita, magnífica, avulta e prepara a frase ( conceito? dedução?) : “O viver jovem ´ vive lá sem morte ` ”.

          ( Porisso seu corpo pode ser explodido simplesmente, maneiramente?...)

          V. LIVRÃO “ÓPERA”, DO HÚNGARO, ONDE TROCA EM MIÚDOS A ATRIBUIÇÃO, ABSOLUTAMENTE CONVENCIONAL, QUE ALBAN BERG FAZ A CADA PERSONAGEM PARA QUE SEJA PORTADOR DA SÉRIE DODECAFÔNICA. PARA JUSTIFICAR O CONVENCIONALISMO, DA ESCANSÃO “Ó/MEUPO/VOSEMSÉ/SEMSOMBRAJÁ...”  etc. do poema “Cantox de Tumênios e a Poesia Dodecafônica”).

 

@ - Campos, Haroldo de:      Para  a nota de rodapé da IP-INTRODUÇÃO [ LIVRO]:            “Se pudesse dar uma carpeauxíada (sínteses magistrais!), diria do Haroldo: a imaginação verbal em pessoa! Agregar os vezos do Severiano de Azevedo, cf. pp. 475 ss. do tratado do Muricy/Simbolismo.

            - V. verbete, in IP-Avulso do Word ou IP-Portraits, Haroldo de Campos: de quando é “O sétimo selo”, de Ingmar Bergman, pois no AUTO DO POSSESSO, de Haroldo de Campos, de 1950, = já!..., cf. p. 33:

            - A AMADA: Ouve, agora, junto ao mar// um enxadrista joga.

 

@ - Capa      ( do Livro) : porta-retrato do apê,  já fotografado pelo Castor, tb. em slides, Rolleiflex. -        Pasta n. 5.           - Provisoriamente – só para se ter uma idéia, escaneado como Fig. 22 do CDROM.

 

@ - Carolina:        (do Machado de Assis)       ( Semelhança física):
 

                        “Um armário de qualidade, madeira nobre, antigo.” V. anotação na biografia da Lúcia Miguel Pereira.
                        Há uma foto em que parece bela, feminina, até apetescível: está na página 578 da primeira edição, Civilização Brasileira, 1971, do “Juventude de Machado de Assis”, de Jean-Michel Massa.

 

 

@ - Cartão ao Tinhorão , S/ UM AMIGO SEU DO RECIFE:

                                   Achei aquele cara do Recife muito pistarroxo e arruflado! Isto é, não consegue nem ser adjetivo!

 

 

@ - Cartas:         - Minha ao Pedro Xisto: v. revista japonesa “ASA”, vol. 6 – 6-1972.72.

 

- Minha ao Osmar Pimentel, A SER USADA NO RELATO SOBRE O ROMANCE “OS SENTIMENTOS DIDÁTICOS”, onde ele será transcrito. Acho que está na Pasta do cap. III do romance, cf.

 

 

            - Minhas a:

                        - Augusto de Campos.

- Raduan Nassar – vários esquemas, um deles orientado pelo próprio Raduan. (Nota de 07-5-01, de tese que desenvolvi a partir de uns dois anos para cá: origem da sua prosa, transcerver o que anotei nas pp. 168/9 da biografia da Clarice Lispector por Nádia Battella Gotlib.)

                        - A uma jovem poetisa – Georgia Preotescu.

                        - Pedro-Juan Gutiérrez.  TODAS ESSAS : PASTA 6.

                                                           ***

-          Ao Bebê ( “FLOREG” , nos começos de sua estada na Alemanha).

-          Ao Herrmann ( publicar a dele que ensejou minha resposta)

-          À Cris.

-         Cart do Barreira, relatando sua vida PASTA 3.

 

 

@ - Chaplin: -       - TROCADILHO, in LIMELIGHT (mais ou menos em 1h45), ao cantar “Love- love, love-  love, love-love, love-love, love-love...love-love, love-love! (repete): dá, na velocidade, um amargo bló-blóv, blóv-blav, (..........) =blá-blá-blá !

(= o amor é um blá-blá-blá. Calvero estava decadente, amargo e frustrado, no bar onde canta se acompanhando com um banjo (bandolim).

                                   - CITAÇÃO de Gertrud Stein, pra bailarina doente em sua cama, quase no fim da primeira meia hora de filme “... mas uma rosa é uma rosa é uma rosa.” Veja aquele caso de INTUIÇÃO REINFLUENTE – que cito no poema icônico sobre o Barreira, com texto –bula – cf. meu texto no catálogo da  segunda grande exposição da obra de Orlando Marcucci : O personagem Calvero está, na ação, em 1912. E Chaplin fez o filme em 1952. Quando Gertrud Stein criou a célebre frase?...

 

 

@ - Charges:        Desenhar, no Paintbrush, as 3 :

                                               - a do pescador arrastando, no ombro, aquele enorme peixe, de cuja cabeça saem aquelas bolinhas de pensamento (cartoon) onde se lê : "Cara mais mentiroso taí!..."

 

                                               - a da mulher na janela ao ver o marido bêbado lutando contra a fechadura: "- Estou contigo mas não abro."

 

                                               - a do amigo no velório olhando para o morto e pensando: "Que coisa, Fernando! Sonhei com você logo hoje... você não morre tão cedo...

 

 

@ - Cinema:

                              Vinte melhores filmes: Escolha de FLORIVALDO MENEZES                           


 (Vide site da locadora 2001, onde os comentários estão mais abrangentes)

 

                                                               Cidadão Kane

 

                               Cidadão Kane é antes de tudo o que se denomina, hoje com facilidade, de obra aberta, isto é, você põe nela o que quiser, que ela recebe apetitosamente, como uma vasta fruteira onde ninguém questiona a heterogeneidade. O filme abre, no cinema, a era do "pasticcio", inerente aos prováveis maiores poemas do século XX ( The Waste Land, The Cantos, Invenção de Orfeu entre nós), bem como a algumas outras artes do século . Pasticcio do rádio visual ( profundidade de campo na imagem e no som, na cena em que a mãe entrega o menino ao futuro preceptor); pasticcio de determinado ícone do próprio cinema, no caso o maior ator inespecífico e no entanto idiossincrático, perfeito para representar uma passividade perigosa, com aquela voz contrariando a expressão facial ( Kane envelhecido no castelo, na solidão da esposa alienada, com a  visualização idealizada de Peter Lorre, o referído ícone ); pasticcio dos noticiários de TV ( o necrológio do grande magnata, no início do filme, soando como um documentário); inaugura o falso antes de seu próprio "fake", naquela velhice fajuta do Joseph Cotten no asilo, em propositada maquiagem tosca de circo de interior; instala no écran o roman à clef (Hearst e outros no cerne do enredo); recupera o musical onde os atores cantam as suas falas, no jantar da redação de seu jornal ( recurso isolado de dez anos antes, no Le Million / René Clair e renovado quarenta e cinco anos depois por Woody Allen / Todos dizem eu te amo ); cria novas  linguagens para a elipse ( o travelling de partida de tênis nos almoços e jantares com a primeira mulher, mostrando em poucos segundos o distanciamento progressivo das afeições mútuas do casal ); cria um novo tipo de plano geral, contraponteado com o contra-plongé, não para monumentalizar, mas para enfraquecer o personagem ou pôr em cheque a situação ( cena da visita de Cotten à depauperada redação do jornal na ressaca de Kane); dá origem ao verdadeiro plano-seqüencia, no plongé  pelo vitral da boite, até chegar à mesa da mulher alcoólatra; etc. etc. etc. Afora a metalinguagem shakespeareana de criar protótipos de conteúdo em cada personagem (postura teatral, sua arte de origem, onde, adolescente, era o maior mestre de Nova York) por mais figurantes que fossem. Inaugurou  -- ou reinaugurou -- o controle absoluto da produção fílmica, escolhendo fotógrafo ( o genial Gregg Toland), iluminadores, fazendo a marcação no próprio set de filmagem; bancando o advogado do diabo na execução do roteiro, ao encarnar o "dramatis personae" do script originário de Mankiewicz, e permitindo que este dirigisse do papel. Isto tudo não existia assim tão marcante, penso eu. E só foi imitado com sucesso por ele próprio: "Soberba", "Grilhões do Passado", "Marca da Maldade", com todas as raivosas distorções de montagem operadas pela Inveja que quase todos tinham de um pós-adolescente de gênio e inaugural...Ah, não foi dito que ele também conta uma história!!!.Coisa de que o espectador gosta demais! (A riqueza excessiva encobre a essência do rico, ao contrário da pobreza). E, para mim, é dos poucos filmes que implicam em saber qual o seu doublé natural, todo mundo acho que já pensou nisso. E vai lá meu pálpite: Los Angeles, cidade proibida: forma, música, estrutura, tipos psicologicamente gigantes, retrato de época, genialidade narrativa, poder, corrupção, e, principalmente, possessão de um ser humano pelo seu semelhante, talvez suprema ambição do homem.

 

                                      Monsieur Verdoux

                               Um script extraordinariamente literário, o que poderia não ser bom em cinema. Dramaturgia integral ( i.e., drama e comédia juntos) no nível de commedia del´arte. A mais cruel, suprema ironia. Um reconhecimento do valor do Diabo, até uma opção, forçada, por este, o que mostra a fraqueza do homem, a maior simpatia da maldade, e que a torna mais fácil de exercer-se. A   exposição metafísica desse anjo solto, através dos cortes quase abruptos, toda vez que a bondade ameaça assomar. Fotografia ímpar, de planos largos com a marca de Chaplin e primeiros planos matemáticos. Uma clareza, melhor: uma alvura visual maravilhosamente contrastante com o tema macabro.O filme mais anti-cor que o Cinema produziu, o que didaticamente pontua, por causa da fala, do falatório, da zorra sonora, o exemplo das origens dos filmes mudos, dos silêncios estrepitosos do vagabundo original. Inconscientemente talvez - mas penso que metalinguisticamente--, em várias passagens dá asas ao ridículo, comentando com o corpo a própria interpretação, ao encarnar um desconfortável ar de artista de picadeiro: a cena em que prepara na cozinha o veneno para a moça que viria a ser sua benfeitora. Ali os meneios da cabeça e as clássicas indagações do pensamento, e conformismo através das flexões com os ombros, como que dialogando com o espectador, são explícitas demais, mas evocam o Carlitos subjacente...Um filme-cabeça, talvez o mais cabeça da história do cinema. Além de exibir o apogeu do maior ator de todos os tempos em qualquer arte cênica.

 

                                      O Grande ditador

                   Abriu as portas para as novas artes do filme anterior.Chaplin traça o primeiro, e talvez único, épico cômico que exista. Absorve o documentário da maior cenarista de campo aberto de todos os tempos, Leni Riefenstahl. Neste filme mora o maior "balé" da história, a cena do delírio com o globo terreste de bexiga. Nem o próprio Mussolini era tão autêntico como o criado por Chaplin, exemplo paradigmático do “a vida imita a arte”. Chaplin também fundiu o mudo com o falado, destrinchando a natureza de tipos que já estavam catalogados como sendo de uma ou de outra natureza. E o filme marca uma era da Humanidade,  nos moldes d´ "Os dez mandamentos" de de Mille, no entanto mais aterrador porque pode repetir-se...Tem um dos roteiros mais exatos e consequentes que conheço.

                                              

O poderoso chefão, I, II e III ( é um todo...)

                        A tragédia que antes de tudo opera o milagre, próprio da arte cinematográfica, de alegrar -- até enlevar -- o expectador pela trilha sonora, de uma gostosidade extasiante, que alivia a gente no meio de tanta brutalidade. As três partes são indissolúveis, não há hierarquia de valor, apenas deslocações de tônicas, numa leitura da  vida  norteamericana  em todos os níveis sociais, só feita antes através de obras com (dominante) carga de sentimentalidade, embora algumas também geniais. É o caso de Como era verde o meu vale, Os melhores anos de nossa vida, As vinhas da ira, A felicidade não se compra, e mais duzentas obras-primas humanitárias. Mas o Poderoso Chefão mostra uma primeira guerra em continente onde ela não se deu, um pós segunda grande guerra  de efeitos bacterianos na absorção da Economia e da Miscigenação, principais resgatantes da filosofia do homem da Bíblia, do homem sempre protegido pela Bíblia ( todas as classes sociais da América!) e o poder supremo, religioso, metafísico e divino do Dinheiro. E o Dinheiro como escudo da Família, sagrada na sua integridade, indivisibilidade e intocabilidade, para poder tornar o dinheiro também íntegro, indivisível ( a não ser em suas áreas de ganho, o filme mostra isso nos bairros de Nova York, no Vaticano, em Cuba et al.) e intocável. Dinheiro confirma-se nessa obra como a suprema questão da Honra, tão sentimental como as relações filiais, em primeiro lugar, e paternais, estas com menor valor. Entre mafiosos, perder um pai é mais triste que a mais clássica das tristezas de perder um filho. E o mito redobra como um tótem e recrudesce em quem sobrevive. Nasce daí outra constituição familiar, novos embates na conquista de novos poderes e uma nova sagração do Capital. A trilogia é uma obra-prima do marxismo ( digamos, hoje, do socialismo, um bem inerente da natureza humana ), da história entre-Nações (indiretamente), da psicologia do fanatismo, do amor desbragadamente inconsciente e da vingança, que avulta mais no caso das amizades que passam por amor... Amparado numa infalível plasticidade visual , sensorial e sentimental, é de  um detalhismo sufocante, de surpresas dramáticas, que lhe conferem o status de maior obra do Realismo, pois é a Vida a nosso lado, linda ou sórdida, cantante ou neniante, com uma arte ( artesanato ?) cenográfica absolutamente original. De um timing milagroso, parece que regido e cronometrado pelas leis da vida biológica. Afora as interpretações antológicas. A terceira parte é inteiramente uma ópera fílmica, beirando as características soap operas ou a nostalgias de alguns Visconti.

                                              

2001, uma odisséia no espaço

                               Kubrick conseguiu uma obra absolutamente isomórfica: é clean como é clean o espaço sideral (" Le silence éternel de ces espaces infinis m´effraie" ) de todo o filme. Tendo espaço de sobra para preencher, limpou o mais que pode o fotograma, criando um filme imóvel, como a filosofia de vida de Kubrick : nada adianta nada diante do enigma do que está por vir. E neste tema, que pegou de Clark mas que era de sua índole, transforma o Universo num Feto Perpétuo, um horrível "Valerá a pena outra vez?!" E para esta dúvida teve de perpassar as etapas do pobre Homem, da aurora em que se achou um dia até as vertigens do desconhecido e, talvez, nunca achável Deus. É um filme pós-moderno avant-la-lèttre, não tem nada de futurista, como seu pendant Blade Runner, este mais poluído visualmente e mais triste. Pós moderno porque dá impressão de inaugurar um gênero que já existia, o da ficção cientítica. Mas é puro trompe-l´oeil conceitual, pois o que importa em Kubrick é a posição e o movimento da câmera : seus enquadramentos são mais temáticos que seus temas -- nunca pessoais! -- veja o paranóico escritor e técnico de calefação  em O iluminado (Shinning) escrevendo à maquina seu romance de milhares de uma só e alucinada frase. O fotograma vai aproximando muitíssimo devagar, milimetricamente,  as costas do personagem... e vai-se operando um pavor no expectador independentemente da revelação daquela frase insidiosa, catatônica,  sendo batida à maquina. A maquete do labirinto, mostrada isoladamente numa intersecção da câmera,  é mais apavorante que aquele na realidade. Kubrick dá mais valor ao estético do enunciado, ao princípio, que à ação. Isto, sua revolução e pessoalidade. E em “2001” ganhou a graça "divina" de fazer um filme religioso, que era de sua intenção inconsciente,  mas disfarçada (talvez por ser judeu) , durante toda a vida! Homem de arquétipos ( nunca tinha em mente  um tipo de ser humano, um tipo de ação, um tipo de tema, v. "Barry Lyndon" , uma porcelana do outro mundo para sua mente especulativa), tentou, e conseguiu, em “2001”  realizar seu opus metafisicum. Considerado por muitos um cineasta não autoral, sem continuidade estilística, somente um excepcionalíssimo master craftsman, opera o milagre de ser reconhecido pelo tato de um cego de nascença passando a mão em um seu celulóide.

                                                           ***

                                   As demais obras da seleção:

 

                                               Nashville

                                                               Luzes da cidade

                                                               Luzes da ribalta                                                

                                                               Outubro

                                                               Rashomon

                                                               O anjo exterminador

                                                               O bebê de Rosemary

                                                               Casanova (Fellini)

                                                               Era uma vez na América

                                                               Dr. Jivago

                                                               Cantando na chuva

                                                               Casablanca

                                                               Crepúsculo dos deuses

                                                               Os pássaros

                                                               Encurralado (Duel)

 

@ - Cinema:        - Rashomon:        - in 0h34´22´´ qual a música?

                            - in 0h41´ mais um "bolero de ravel" (estilização; como se chama? ( v. tb. Roma de Fellini outro "bolero de ravel", cf. em Word - IP-Música, ou Word- IP- Avulso, ou em Write - M- Música, ou C- Cinema).

 

 

@ Clones:              -  "DOLLY, A REVOLUÇÃO DOS CLONES", "VEJA" 5 DE MARÇO DE 1997, EURÍPEDES ALCÂNTARA.

                                   - "O CRIADOR E A CRIATURA" -  (A respeito da Polly. Cf. Dolly atrás), MESMO ARTICULISTA, "VEJA" 24 DE DEZEMBRO DE 1997.

 

                                   - "Folha de S. Paulo" de 25 de julho de 1997: "CLONADA OVELHA COM GENE HUMANO", capa e pág. 1-20. Anotei lá:

                                                           "Incutir o senso de indignação no mixto. Horrível, pq., não tendo a fala e a comunicação, o sentimento  ( = ou instinto de presença) da dor ou da morte lhe dará uma indignação maior!".

 

                                   - O novo no velho, a nova na ovelha.(1997, eu)

 

@ - Clóvis: - Fig. 38 do CDROM.

- ( Vi numa pasta os originais ) . V. “ONDE”.

 

@ - Comentários in filmografia que tenho em: fitas; cadernos/índices. 15-4-95.

 

 

                        - Morte precoce, teoria, minha,  s/. V. Fita 594. Tb. uma do "Apito Final", Pelé, in Copa 90.

 

 

- Tempo        O tempo é o nu qui 'cê tá concentrado!

                                   ( Dar aquele exemplo do trânsito ( engarrafado) 

 

@ - Comentários em fitas:

  (VHS, ZZFILMES e índices nominais): passar para o Word as ANOTAÇÕES técnicas, artísticas ou teóricas, que estão naquela Pasta azul.

(PEGÁ-LAS E PASSAR PARA O PAPEL AS ANOTAÇÕES (TÉCNICAS, ARTÍSTICAS OU TEÓRICAS)  ( p. ex.) : Aquele problema da lingua/"falsos sons" que estão em filme do Angeolopolus, Sombra e Neblina (Paisagem e neblina?) Outro exemplo: o daquele filme que passa em 4 locais em tela e ao qual aplico a teoria do “monólogo interior”.

 

 

@ - Computador - Computador:          Aquele LP que o Tangerina me passou para CD ( v. C  )  : a faixa do "sobe-e-desce/mas desce-e-sobe", com efeito ilusionista do Escher, aliás aludido no texto de contracapa : "Ilude a audição com os parâmetros de intensidade dos harmônicos individuais do expectro."( FLO p/ mim, há tempo...)            PEDIR DETALHAMENTO E DEMONSTRAÇÃO DAQUELE ESQUEMA DE "PENTAGRAMA" QUE ELE DESENHOU PARA  MIM,  V.PAPELETA. FICAR NO CD. (XEROX NO LP). - Flo:    - solfejar pelo telefone a música do "Cuelhinho... " (anotar, além das notas, a  letra), que é para eu mostrar a semelhança de processo com aquele samba do Chico Buarque, onde há um "da capo" desprezando a última sílaba da escansão, remontando à primeira frase da estrofe anterior, como se fosse um cânone invertido ( Música: ) (Pra mim me lembra muito aquela música do Computador (v. Dbase, ZZZZ - C-)baseada num efeito Escher (pintor ilusionista da perpectiva) onde a "altura" (mús.) sobe quando desce e vice-versa.

 

@ - Contos:

 

                        (- Incesto:

                                   - V.  "EUGENIE DE FRANVAL", de Sade. [ p/ meu conto, Machado de Assis e sua filha, a "eugenia do Florivaldo".

 

                                   - "O ódio à filha, naquele conto do Machado/Orlando-Artur de Oliveira >filha - ad.^os >problema do engulir, v. líquidos>a garganta; a coceira/cafuné como gozo ( e por que não pode ser na vulva?! )>(tudo dentro da fitinha micro, qual?) >o ódio à filha = sent.o só plausível numa pessoa estranha, sem elo sanguíneo = prepara o estranhamento/distanciamento p/ o não problema moral do nháquete! RRISO Ah Machado!... TTRISTE (moral)"

                                   [ Cf. anotação a lápis no livrinho AS METAMORFOSES DE OSWALD DE ANDRADE, de Mário da Silva Brito ] )

 

                        (- Novela coletiva   Em Cuba, v. a carta do Pedro Juan Gutierrez, 3 de enero 90.)

 

@ - Cordeiro, Waldemar:     Albers, já em 1926, acho que o ano em que nasceu Cordeiro, traçou completamente a maneira deste, até com tintas !, cf. p. 327 da History of Modern Art, Harri Abram Inc., Publishers, N.Y. USA. (verb.ABC)

 

@ - Criadores de piada: Os criadores de piadas são os maiores gênios da Literatura (assim as considero). Quando rarissimamente faço uma, fico muito feliz.

Como acho que estou entrando pela decadência, hoje fiz uma onomatopèiazinha ( uma parentezinha pobre...) que me agradou:

in  in  in  in  in  in  in in

(Meu carro novo não pegando)

 

@ - Damata Magalhães, M. o do jardim da Biblioteca – cartão – PASTA 4.

 

 

@ - Dante:             - “La escatologia de la Divina Comédia” ( cf. Ibn ´Arabî ) , de Miguel Asin Palacios.           

 

 

@ - Dante / Orlando:    Fig. 34 do CDROM.

     

 

@ - Dedicatória   a quem?:       ( AO BEBÊ (FLO) )

 

                                                           I

                                   Marx disse a seu psiquiatra

                                   (ele também teve seu psiquiatra)

                                   - o filho é uma parte do pai

                                   (citava o Velho Testamento)

                                               : OS MARXISTAS   [ TÍTULO IMPRESSO DO LIVRO ]

 

                                                           II

                                   Ora, se F todo não se contém em P,

                                   F não contido >- que parte de P que contém

                                   ( não importando a Gd do continente

                                   nem do conteúdo)

                                  

                                                           III

                                   Ou: mais vale a liberdade do incontido

                                   que o acerto com a parte que contém.

 

                                                                       Envoy:

                                   Ou também: o remorso ( res corpse ) é uma incontinência.

 

                        De teu papá FM, SP, 2/5/77.

 

 

@ -  Dedicatória ao Percy:

                                                           Lembra-se de quando lhe villoney, em tom de cobrança, "mais...où sont les neiges d'antan?" ?

                                                           O mal arcarcaico do silêncio parece que se rompeu com seu último -- e mallarmaico -- poema, na linha destes pensamentos do SARTRE / MALLARMÉ, que você, pouco dos únicos, sabe, dessas coisas.

                                                           Pois: que perdure um anelo sobre o degelo.

                                                           Abração do co-irmão,

                                                           Florivaldo. S.P., 4/3/1983.

                                   ( dedicatória sobre xerox do prefácio do SARTRE, deste "Mallarmé" )

 

 

@ - “ Dégas” – ONDE A FOTO DA MULHER APONTADA PELO DÉGAS, NO POEMA “ Aquela ali é do degas aqui!” ?

                                      Há uma mulher para ser integrada no ambiente: v. PASTA 6.

 

 

@ - ( - Delegacia de Polícia de Gáliaeu, com 2 pra 3 anos, o filho do delegado..., com a metralhadora antiga – tripé : SERIA A CAPA DO LIVRO – PODE SER PÁGINA ANTI-ROSTO! -        Xerox: PASTA 3.

                                                                  Original: PASTA 6.

 

 

@ -    “Depois que a-o vi

Tenho impressão de estar cego.”

 

 ( É um poema para holografia, pois o objeto direto se desdobra no feminino e masculino : a / o - , que sugere o malogro do resgate de Eurídice.) 

 

– ( V. se é assim mesmo o poema na entrevista da rev. ESCRITA.)  -  ( É um poema para holografia, pois o objeto direto se desdobra no feminino e masculino – a / o - . Sugere o malogro do resgate de Eurídice.) 

 

 

@ - Desenhos       meus, do Paintbrush, que elejo, por enquanto, para o livro:

 

                                   "Floabs", i.e., "abstratos":

                                   7

                                   12

                                   16

                                   18

                                   19

                                   20 (Representação minha do Painel da Amélia Toledo em sua obra em aço “Cortes na Cor”, cf. Folha de S. Paulo de 07-6-1993). Vou escanear tanto a foto do Painel como minha representação.

                                   21

                                   23

                                   24

                                   25

                                   26 (King Kong em Nova York)

                                   27

                                   28

                                   30, 31, 35 e 36, o mesmo em vários fundos de cor e risco.

                                   37, se virar de ponta-cabeça.

                                   38 ( o de várias camadas de fundos )

 

                                   "Flofigs", i.e., "figurativos":

 

                                   01        !!

                                   02        !

                                   03        Maria DarkPink, minha amiga negrona, secretária avulsa.

                                   04        !!, Castor de Andrade.

                                   05        Mulher na praia (v. melhor in Mennov1)

                                   06

                                   07        Movimento... o colarinho, seu nível, vira um andar calmo, pachorrento.

                                   08

                                   10 a 13 Variações por inserções de cores.

                                   17        !!

                                   18        !!!

                                   20, 21, 22, série.

                                   23

                                   24        !

                                   25        !!!

                                   26

                                   30

                                   31        Namoro ou confidência etrusca.

                                   32        Família feliz, com gato mais ainda.

                                   33        Casal de nêgo-aço.

                                   34        Traficantes não sei do quê.

                                   35        Ramon.

                                   36        Aquele abstrato, já no figurativo.

                                   39        Júlio César.

                                   41        Tenista feminina batendo a bola antes do saque.

                                   42        Colóquio no Carnaval.

                                   43        Vista noturna do Rio de Janeiro (parcial)

                                   44        Trólei de rock.

                                   46        Single.

                                   Flofigx  Menino.

                                  

                                   ( Para transportar tudo isso para o Livro ( no Word, e, por enquanto na “Introdução” [ talvez se resuma a uma introdução só, digamos de 800 páginas, ! , RRISO .

                                   @ - PAINTBRUSH        - Transportar imagens - p. ex., para o Word :

                                   - Paintbrush.

                                   - Arquivo.

                                   - Abrir.

                                   - Escolher imagem.

                                   - Editar.

                                   - Selecionar tudo.

                                   - Editar.

                                   - Copiar.

                                   - Arquivo.

                                   - Sair.

                                   - Abre o Word.

                                   - Abre Arquivo.

                                   - Editar.

                                   - Colar.

 

@ - Desenhos meus (II):        PASTA 6. ( TB. meu Fernando Rios ).

 

 

@ -  Desfeitos um para o outro

“E derrepente

                                               Como um sabão de arcana  cariátide

                                               Desfeitos um para o outro”:  :     (  ESCANEAR DA  REVISTA ESCRITA, COM AQUELES  TIPOS (TIPOGRAFIA).

                               Bula: ( No amor, a inciência torpe vira motivo nobre. E a frase “ como um sabão de arcana cariátide” significa: - o que será que está por baixo disso tudo ?  O amor acaba só por aquilo ou em razão de tudo aquilo?! - Eis a razão daquela escrita escovada da tipografia do poema .

-          Versão inglesa do verso “desfeitos um para o outro” = “Fade for each other”.

( “feitos um para o outro” como se sabe, em inglês é simplesmente “made for each other”... v. FILME “Harry & Sally”, coisa assim). ( = “desfeitos um para o outro”  (fade one for the each ( = make one for the each).

COLOCAR  NA PARTE EM QUE ESTOU RELATANDO OS POEMAS NA REVISTA “ESTRITA”.

 

 

@ - Deus:    - “O dom gratuito de Deus é a vida eterna”, vi num carro. Quer dizer,  ele cobra tudo, mas você pode ser o mais nefando dos infames e ainda assim  viverá para todo o sempre... o que pode não ser tão gratuito como parece ! Deus é fogo!

 

 

@ - Dickinson:  - Pág. 285 da bilingüe Aubier, cf. (Percy)

 

@ - Disquete – “cinza” – “ versão cinza” – sujeita a re-versão...

- Modificações:

Nota 1.

Nota 2.       

 

@ - Dislalia alcoólica ou Afasia temporária?

Querido - Flrovialdo           começa você no último e-mail, erro a gerar um bêbado errático, falando comigo em minha solidão: - Flrovialdo, Flrovialdo, pronuncie em voa alta, olhe como enrola a língua, (a)parece um bêbado de boa paz, sai dos cantos e vem sentar com a gente. Flrovialdo.

- Flrovialdo! - Flrovialdo!!

 

 

@ - Drogas:                    - Drogas?.

                                   - Cada um faça o que quiser... o homem é mesmo um animal fadado à danação. ( Não confundir, na fala, com animal fardado da Nação, que não veria, assim, o assunto, como um bem-me-quer/malmequer. )

 

 

@ - Entrevistas : passar para elas as fitas-cassete, e o que já tem delas datilografado. V.  PASTA 5.

-         3 – Entrevista com Fernando Rios.

-         2 – “Menezes”.

-         3-: - 21-COLL.

- 172-COLL.

- 19-S-EMI.

 

 

@ - Epígrafe - em 22-9-99, tive idéia de também colocar como epígrafe a letra dos Beatles mais ou menos em 0 h 47 do filme “Yellow Submarine”:

“Pensando em seus planos vazios para ninguém” ( no original cantam “Making all his nowhere plans for nobody” ).

 

 

@ - Equivalências / “CORRESPONDÊNCIAS”  “BAUDELAIREANAS”

                                   Webern/Braque

                                   Schoenberg/Picasso

                                   Berg/Gris

 

 

@ - Estilo, identidade de estiloV. ex. CONY, CARLOS HEITOR: - = Machado!!! Magnífico! V. Identidade de estilo, pensamento, filosofia, retóricas, ironia, sátira, estilo imitativo, "manipeismo", ingenio, paródia etc.V. Machado de Assis, Crônicas, vol. III da ed. Aguilar, 1895, a de 24 de março, "Divino Equinócio".

 

 

@ -Eu                    Sou um sujeito guloso, voraz e sem medidas. Quando  visito alguém, sempre que posso levo bebida e de que comer. Assim, como e bebo como se estivesse em minha casa. E na companhia que escolhi (o que é difícil em nossa própria casa).

 

 

@ - Escanear

 

-  Desfeitos um para o outro”

“E derrepente

                                               Como um sabão de arcana  cariátide

                                               Desfeitos um para o outro”:  :     (  ESCANEAR DA  REVISTA ESCRITA, COM AQUELES  TIPOS (TIPOGRAFIA).

                               Bula: ( No amor, a inciência torpe vira motivo nobre. E a frase “ como um sabão de arcana cariátide” significa: - o que será que está por baixo disso tudo ?  O amor acaba só por aquilo ou em razão de tudo aquilo?! - Eis a razão daquela escrita escovada da tipografia do poema .

-          Versão inglesa do verso “desfeitos um para o outro” = “Fade for each other”.

( “feitos um para o outro” como se sabe, em inglês é simplesmente “made for each other”... v. FILME “Harry & Sally”, coisa assim. Título exato: “When Harry Met Sally”, de Rob Reiner, com Billy Chrystal. NOTA DE 21-10-01 ). (NOTA DE 17-11-00: JÁ ESCANEADO. TB. JÁ BACKUPEADO, V. DISKZIP. V. PASTA “SCANNERS”, (NO HD) , “SCANNERS CASEIROS”)

 

COLOCAR  NA PARTE EM QUE ESTOU RELATANDO OS POEMAS NA REVISTA “ESCRITA”.

 

Fauno e a Flora, O”– arte final do título, Aninha. PASTA 1

 

(NOTA DE 17-11-00: JÁ ESCANEADO. TB. JÁ BACKUPEADO, V. DISKZIP. V. PASTA “SCANNERS”, (NO HD) , “SCANNERS CASEIROS”)

 

- Floabs 20 (v. Paintbrush) – representação do painel de Amélia Toledo em sua obra “Cortes na Cor”, cf. Folha de S.Paulo de 07-6-1993. Vou escanear, além do Floabs 20, tb. a foto.(Nota de 24-4-03. Estão na PASTA 8.

 

- “Lago dos signos, O” – pauta musical:             PASTA 3.

 

- Marcucci, Orlando Meus 2 textos.                SACOLA*1.

PASTA 6.

 

( Fotolitos do catálogos das exposições ) :    PASTA 2.

 

- Marcucci, Orlando Seu portrait do Phila.                           PASTA 6.

 

- “Minhas démoiselles d´Avignon, As” – v. PASTA 8, foto do quadro do Orlando Marcucci a que denominei “As minhas démoiselles d´Avignon”. Colocar uma “máscara” de papel de seda, nos moldes de seu/meu “Dante” (cf. o rol de meus Scanners) e escanear. 

 

Mulher do apê, capa da rev. Harakiri, sendo ordenhada.   Combinar com as pesquisas das que são inteligentes por colocarem o papel higiênico daquela maneira da folha inferior caindo pelo azulejo...Rriso.>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>            JÁ ESCANEADA.

 

Phila por Orlando Marcucci – original -            PASTA 6.

                   Pasta 6.

 

Poema  “(Sabedo) ria, Dom de Deus.”             SACOLA*1.

         ( Preso com elástico no livrinho “Rimbaud” ) (NOTA DE 11-5-01: JÁ ESCANEADO. TB. JÁ BACKUPEADO, V. DISKZIP. V. PASTA “SCANNERS”, (NO HD) , “SCANNERS CASEIROS”)

 

 

Poema sobre um quadro de Orlando Marcucci : (Texto do Gilberto Mendes, rev. ESCRITA: SACOLA*1.

 

Vyvyam a Cartesiana . – V. em qual fitinha cassete tem a conferência do Willy sobre sua composição em cima do poema e a explicação que dá sobre a pele da escritura. Partitura, Pasta 6.

 

                                                        *

NOTA DE 14-4-00: Comprei um scanner em 11 ( 10? ) de abril, AOC  F 610, de 9600 não sei que lá de resolução ( ainda não o instalei ) E VOU EU MESMO FAZER O ESCANEAMENTO DAS IMAGENS SUPRA MENCIONADAS. ( NOTA DE 11-5-01: INSTALEI-O, NO ANO PASSADO, TOMEI UMAS AULAS COM O JOÃO CARLOS, DA ARTCOPY E ESCANEEI A MAIORIA DOS MEUS DESENHOS, CARICATURAS (PORTRAITS) E GRÁFICOS).

                                                          

*****

@ - Escrita, revista - entrevista – REEXAMINAR, escolhendo uma ordem coerente com as épocas em que fui fazendo as coisas,  para ir encaixando os exemplos de lá, também na órdem de meus projetos.

 

@ - Escrita criptografada:

 Abane o Dalai na lama e abone Obama na cama =.

AMA QUEM DÁ CANA !" = ama quem dá cana !”

Abane o Dalai na lama e abone Obama na cama.

 

 @ - Expressões:    Sucoderaranja S. Gêrôn. ( não São Jerônimo, mas...."sem gelo", !, ouví de um japonês. Santo casamenteiro das velhas : São Gonçalo do Amarante ( amar...antes! )

  

@ - "Falar Línguas",[ no sentido bíblico ] -  1 Co 14 : 2 e ......, ( v. tb. em Romanos....... - Línguas incognoscíveis, v. progr. Renascer, 29-8-02, o pastor português carismático e engraçado. Ligar para 3277-9009, saber-lhe o nome!

  

@ - Falar Línguas          O Mio, o casa a blume meriste nausetraves - oblis o dendes...odes odendes, samikaka laverus oldis verrra melius lavenrus.. aquist, aquist, aquist turros plosplosplos ahrre,sio!!! DÊ OS MEUS, OLVIRÁ!!! ( Falei com raiva – deveria falar orando, para que o Espírito Santo transportasse minha súplica aos “homi” da secretaria da Fazenda, para me pagarem o que é devido, em função da ação em que ganhei, por unanimidade, na 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de S. Paulo, desde junho de 2002!... Falei linguas com sentido destrutivo, v. se dá pra preceber, querendo que tudo vá “p´los ares”, como se diz no Chiado (Lisboa), depois das quatro da matina, nos destrios da borracheira...) (RRISO TTRISTE RRISO RRISO)

[ Glossolalia ]   >>>>> MISTIFÓRIO? UMA ALGARAVIA? SILABÁRIO ALEATÓRIO, UMA MIXÓRDIA, OU UMA COISA DIRIGIDA

PELO ESPÍRITO SANTO?

 

@ - Fauno e a Flora, O–       - Arte final do título, Aninha:       PASTA 1

-    Para o fundo do relógio - Botticelli, pranchas VI e VII, "Alegoria da Primavera": PASTA 6

-         Lá se contém recorte de jornal – visão “nouveau” do “ enrabamento”.

-         Negativos dos referidos: PASTA 6.

- JÁ ESCANEADOS.

 

 ( - Drummond:                        - "Retrolâmpago do amor visual", in "DISCURSO DA PRIMAVERA".

                                   - "Declaração de amor", in "A Paixão Medida".) Associações com o “ASFÓDELO NO BUCENTAURO (...)” etc. , veja a frase direito na rev. ESCRITA, para quando eu a reproduzir no contexto/alusão aos projetos.

                            - V. ( p / “O fauno e a flora”) , Canto IX dos Lusíadas

s/ o Zéfiro da “Flora” de Boticelli, apud demonstração da Neri do Lélio, em 20-11-99.

                                   - Fita 409, o poema do Décio sobre tecidos.

                                  - ( para o rol das floras ( escrita floral, caída para a direita,  femininamente, como nas caligrafias da década de quarenta) :             - EPERUA.

                                   Alternativa para o subtítulo, quando invoca o “L´après-midi d´un faune” (Mallarmé E Debussy):    “ O caso de um fauno”  ( caso no sentido de affaire... e tb. ocaso...)

 

@ - Fitas -             PAPEL S/ COMENTÁRIOS EM FITAS (  PASTA AZUL   ) :  PEGÁ-LAS E PASSAR PARA O PAPEL AS ANOTAÇÕES (TÉCNICAS, ARTÍSTICAS OU TEÓRICAS)

 

 @ - Fitas-cassete Passar :

- As que contêm Entrevistas para IP-Entrevistas, do Word.

- As demais, que contêm coisas como  a interpretação do Flo, ao piano, de meu “O lago dos  signos”, ou meu concerto para dentes e elástico( V. título certo, “Valsa do minuto”? ou Concerto para elástico esticado e dentes ( ou nos dentes...) , para algum lugar apropriado, tipo PASTA x ; já está:      )

 

@- Fitinha:            FITINHA MICRO N. 5 - S/ a versão do "...sanglots longs...

                                   Cassete Paideuma MPB/Cris: aquela concordância gramatical, no canto do Ismael..  - Ali tb. o (p/ pôr no allemongs):

 

                                                                       “Não se deve amar sem ser amado...

                                                                       É limpar o cu sem ter cagado...”

 

 

@ - Fitinhas – micro-fitinhas: datilografar no  Word,  IP-Fitinhas, o que ainda não passei das micro-fitinhas – faltam umas três.

 

@ - Flomber        " E  mail " : Flo,  pode ser até que você seja estimado, e até amado, por uns "happy fews",  aqueles  da orla de Stendhal  louvados por Machado de Assis, o que pode ser uma honra histórica. Mas socialmente, você corre alguns riscos, quando se presume apto para desmanchar prazeres. Infelizmente, na opinião de seu pai, o que pode ser uma inversão freudiana, quase sempre você acontece nesse plano: você rebate filho e pai, pai e filho. Não é bom isso, de baixo pra cima e de cima pra baixo. ( Como dizia o grande Pagano Sobrinho, "ouça o que eu digo, porque o que digo não tem nos livros") . É um movimento que escapa de seu corpo, mas que "move o sol e as estrelas", como disse Dante:  localize o lado bom disso  na obra deste, vai te fazer bem. ( fim de noite de 26-5-99 ) (Nota de 30-8-02: eu havia ficado meio puto com uma atitude dele, numa festa em sua casa e escrevi exasperado, mas o amo muito).

 

 

@ - Folhetim:        (V. R – Romance, aqui no Avulsos e IP-Romance.):

                                   Dumas, Alexandre.

                                   Montépin, Xavier de.                                  

                                   Sue, Eugène.

                                   Terrail, Ponson du.

Zévaco, Michel.

 

 

@ - Fonética/ :     @ - FONÉTICA / PROSÓDIA:      Ouvi na Voz do Brasil, 4--6-98, uma voz de granfina, ao pronunciar "ensino", deu aquele toque fino/sofisticado/alfombrado = ao eansiaaano: Então ouvi a seguinte frase: "As verbas que foram liberadas ao esse ano fundamental..." (= As verbas que foram liberadas ao ensino fundamental...)

 

@ - Foto do casal (xerox!) pág. 109 Yeats por Max Liammor.

  

@ - Fotos “gerais”, sacola na geladeira dos Fundos: Eu, Nílton e Herrmann.

 

@ - Frases: v. também ABECEDÁRIO – (algo ref. no IP - Apêndice da Introdução), aqui em AVULSOS e na PASTA 11. /     - AGENDA  1985     5/1; 29/1; 6/2; 15/2;  l3/2 .

 

 

 - Acho que tudo é nada, não existe nada, portanto nada é tudo. (Disse isso ao Hélio, na Laserland, em 20-7-01, quando discutíamos sobre "o antes do início" do Mundo: eu quis dizer que não estamos aqui, pensamos que existimos, pensamos que pensamos, pois jamais poderia ter havido um anterior ao início inaugural, não dá pra logicizar... e só existe inimaginável na expressão, do que decorre a razão lógica de sua absoluta incerteza. Godard foi, em minha opinião, quem, volta e meia, atinava com rigor mais ab-surdo sobre isto, as sacadas de alguns de seus personagen, por ex.,. em "Viver sua Vida")

 

.

 - A coceira é uma dor sorrindo.

 

 

- A droga é pior que o álcool porque embriaga pra dentro, é horrível! Socialmente incomoda menos, mas humanamente entristece mais, você não pode interferir na alma do cara...(Dez., 2001)

 

- Afif Domingos - Gosto do Afif Domingos. Mas como?! Você? Anos de ferro, guerrilhas, direita-esquerda? Maluf? O escambau? - Não há trotskista que acha Stálin estalinista?!?! Ora, wait full! (= ora, va te fu...)

 

 

- "Agenmordida [ Agilmordida ] de dentrosaber" - anagebit of inwite, Ulysses, cf.

 

 

- A juventude hoje tem a sabedoria de passar por idiota e só conversa muito entre seus membros (sic) . É uma quadrilha perigosa, que detém as informações mais importantes. ( 29-4-99)

 

 

- A maior diferença entre um jogador de gênio e um jogador medíocre é que, para o primeiro, a trave não se desloca para evitar o gol.

 

 - A mulher apaixonada cresce como a "Pietà" restaurada após a danificação. O homem apaixonado é como uma camiseta andrajosa vestida com o Ronald Trump estampado.

 

 

- Antes que a cabeça cresca, corte o bem pela raiz.

Antes que o bem cresça, corte a  cabeça pela raiz.

 

- A ordem é o prazer  da razão; a desordem é a delícia da imaginação. ( André Malraux )

 

- A pele fica triste.

 

- Aquela alegreza beneficente das amantes dos casados ( eu, vendo um sorriso alentador – e triste! – de uma moça, numa mesa de um bar em Moema ( Bar do Miguel, 23h de 15-02-85) 

 

 

-  Às vezes, a maioria das vezes, detesto o ser humano: como posso amar algo que não sabe onde está, não sabe a que veio, e que só fica ciscando e bicando desde que amanhece?

 

- A Tabinha, quando começa a morder, deitada de costas, sua patinha traseira, brinca feliz, porque os animais não têm noção do que é seu ( conceito de propriedade inexistente). (ABCedário)

 

- (Camus) - Denominar incorretamente alguma coisa aumenta o grau de infelicidade no mundo.    

 

- Carmen Cavallaro: seu piano solta uma alegria peidorreira de perfumes!

 

- Coitada! Ela caiu no nível de tomar porrada sem subir à condição de tomá-la.

 

- "Criança cafetina esburaca cabeça de Brás Cubas"( Na Frei Caneca, 29-11-97, um andrajoso amalucado, com um carrinho de trastes)

 

- Décio Pignatari assalta banco de dados com valises.

 

- Décio Pignatari, homem de grandes metades (frase de Orlando Marcucci em 30-3-84).

 

- E o chiclete estourou na boca, junto com o orgasmo. E se o pau estivesse lá? Bordoou a menininha. ( NO DALTON TREVISAN? EM QUE CONTO? )

 

- Erótico é você querer comer sua irmã, sua filha, seu pai, sua mãe, seu irmão. Pornográfico é você pensar que tudo isso pode existir. (IVAN LESSA)

 

- Evgeny KISSIN: será sempre um menininho com uma esplêndida técnica mimada. Quando crescer, será celebrado como o burro-mor da interpretação pianística. TIVE ESTA IMPRESSÃO OUVINDO O CD DE KISSIN ESTREANDO NOS  U.S.A ., CARNEGIE HALL, COM 19 ANOS, ACHO QUE EM 1990. É bem provável, quase certo, que eu reconsidere isso.

 

- Existe uma figura, que às vezes senta conosco nos bares, a quem chamo de “burro informativo”. Não devemos esmagar-lhe a cabeça, como somos tentados. (ABCedário.).

 

 “- Feliz Ano Novo! pra você e pra quem fô da família.” (No dia apropriado, com tapinhas no ombro ( Vílton da Praia de Peruíbe, apud  Janaína Bento Silva)

 

- Genius is genius! ( My Dio, cry, o my Dio, cry ( ouça! A fonética!...o referencial... ) ( 31-7-03, casa do Penterrcynes).

 

- Gratuidade homossexual: a vaga de dar a bunda é a que abunda na vaga da bunda.

 

 - “Groucho Marx já falava que a diferença entre São Paulo e Rio é meramente geográfica: em São Paulo o sol bate direto no nariz dos machos; no Rio bate na bunda do mulherio”. (Achado em 23-6-95)

 

- Heine é um copo de fel com as bordas açucaradas ( Gonzales Prada, chileno).  

                   

- Henriquecimento Ilícito (...).

 

   Irmãos tão diferentes (dois), que um seria capaz de dedicar-se a pesquisas capazes de identificar o veltro dantesco (cf. V), e, outro disponível para sáfias aventuras, como a de aceitar convites para contrabandear maria-mole nas Guianas...

 

- Jamais diga a ninguém o quanto você ganha; nem à sua própria mulher. Ela certamente  nunca desejará seu mal, mas pode ter um amante invejoso...

 

- Jogar dinheiro e comida fora, mesmo num mundo de miseráveis, não me irrita tanto quanto desperdiçar loucura. Van Gogh, Bispo do Rosário, Qorpo Santo, Heleno de Freitas, todos, loucos, fizeram eternidade. Agora, derrubar paredes pra mudar posição de portas, se atormentar no projeto de trocas contínuas de colocações dos móveis, repetir as mesmas e longas viagens, procurar exames sofisticadíssimos pra, sem sintomas, localizar... e vão que acham um câncer-zigoto, ou escondidinho, que não sabe se desenvoilver... este sim, vai precisar dessa loucura! Bem, a lei das compensações, da Natureza sábia e reticente...

 

 

 - Leonardo da Vinci é o maior gênio que o ETC já deu (por que falei isso, em 1985? [ Nota de 28-7-2003: porra, está óbvio!...] )

 

   - LULA        No dia 03-4-2002, minha convicção de que o Lula nunca será presidente do Brasil se transformou em revelação. Demonstrandum:

                                               O homem é o lobo do homem, de Plauto, princípio cosido, chuleado e arrematado pelo Marxismo, o maior alfaiate da História; o mais forte come o mais fraco, obviedade de Darwin; o ser humano é fadado à danação, litania que ressoa, lúgubre, pelo sopro dos apelos religiosos; cada povo tem o governo que merece, captado por Capistrano de Abreu em seus algures ( reforçado pelo axioma de Pelé, quanto ao eleitorado brasileiro): tais são os consolos que batem à porta, que nunca abri, de minha cabana chaplinesca sobre a neve, mas que me deixam numa Paz duradoura e inconsciente. Tudo está certíssimo e, como tal -- Deus é sábio ! -- se repetirá pelo final dos tempos, até que um bólide do firmamento se engane e, na ciranda infinita, arranque um bom pedaço da Terra. Mas o mais belo é que a urna eleitoral eletrônica é o confessionário de zumbis! E a democracia é a única coisa que cria monstros como Lula, anjos como os fascistas, e textos como este, meu, meu, meu!

                        Noutras palavras ( por coincidência, publicadas hoje ) :

                        AQUI ENTRA A CHARGE DO ANGELI PUBLICADA NA FOLHA DE S.PAULO DE 03-4-02)

 

- Magic Johnson       "O HIV não me preocupa. Há muita coisa para se fazer em um dia, uma semana, um mês e um ano. ( !!! "x")

 

- Massenet é um não-artista menor ( >>>>>>P/ a “Micro História da Música ao Pé-do- Ouvido”, cf, in M-Música, Word ). Vou reestudar este conceito...

 

 "- Mas... também não faz outra coisa!"  ( “Os ‘imagiiine’ da vida”, ao ouvirem proclamar a imensa genialidade de Mozart, ou mesmo o prodígio de outrem)

 

- "MÁXIMAS", livro de Thales Guaracy, - Cf. tb.- E tb. Jo 11 ½

 

- Me inclua fora dessa!” (Dadá Maravilha)

 

- Millet é o Rafael dos pobres.

 

- Morrer é difácil: basta parar de viver.

 

 

- Não abra guerra contra coisas inanimadas: sua raiva aumentará, pela não reação, e você atacará com mais força e fatalmente se ferirá. O princípio, em princípio, se estende aos humanos parecidos, mas aí você poderá ter trégua. ( 16-9-02).

 

 

- Não há o que não haja nesse mundo ( v. Tinhorão, história com o livreiro  da S. Bento.)

 

 

– Não me venha com problemática, que eu já tenho a solucionática” (Dadá Maravilha. Mereceu crônica da Drummond.)

 

 

 - Não sei quem é mais desagradável, se um ex-fumante ou um ex- comunista!

 

- Na rua, à TV,  sobre a pena de morte: - Já fui a favor da pena de vida.Basta!

 

 

- Nunca sirvas a quem serviu  

e nunca peças a quem pediu.

                  ( Ataque ao Moinho, Zola)

 

 

- Nunca vai ficar rico, se não parecer rico ( O mentor de James Dean, para este).

 

- O casamento azeda o amor e fermenta o ódio (Sérgio Augusto)

 

– O homem seria mais feliz se seu maxilar inferior fosse fixo e ele mastigassse e falasse mexendo com o superior, indo e vindo lentamente, com os olhos varrendo o céu, meditando nas entrefrases!...

 

- O importante é manter a moeda forte, estável. No desemprego, o indivíduo se vira, rouba, mata, assalta. Mas tudo se compra por todos e sem outras preocupações.

- O maior condão de Deus é fornecer aos homens Jesus como um bumerangue de açúcar-cristal. [ e cada ser humano tem seu Jesus, porisso somos sujeitos a tantas variaçõe

 -  O nosso grau de neurose vai a tal ponto, que nós não queremos nada, pensando que queremos tudo.(21-9-1982, 21h40).

 

- O pior bêbado é o que se embriaga com a bebida dos outros.

 

- O povo brasileiro é o mais fadado à felicidade, porque sempre faz a festa antes dela existir.

 

- Os dois já estamos viúvos há muito tempo, e não houve nada de tão sério que viesse a cobrir isso de pena.

 

-  O Universo é o intestino de anverso.

 

- Panos asfálticos em vias de tráfego intenso. (ruas, gestão Maluf, PMSP). Achei bonito! Como aquela história do Hotel Península Fernandes, do Bandeira/Ovalle. Ou do  " - Criança cafetina esburaca cabeça de Brás Cubas", supra.

 

- [ Definições ]             O pele ego Juruna ( = pele vermelha, p.ex.)

 

- “ - Pináculo é a puta que o pariu! Prove!”

 

- Pode-se  conviver com um anti-comunista de vida toda, mas evite a compania de um ex-comunista.

 

- Poesia Sonora, isto é, lida ou cantada, mas acompanhada. Ou não. (1-5-98) (Nota de 11-01-01: reconsiderei isso num contexto mais rigoroso, pendendo a achar que o Phila tinha razão, v. Livro – IP-Introdução)

 

- Qualquer amor já é um descanso na loucura (Maria Bethania)

 

 

- Quantas almas se perderam a modo que corpos! (Sintagmão-fragmento-heraclítico para ser traduzido somente para o francês voltaireano e o alemão)

 

 

- “Quase uniformizado de figurativo” , livro “Willys de Castro, Cosac Naif, 2005.

 

.

- “Que só me falta uma linda morena

  pra mais nada me faltar.” Luiz Gonzaga & Fagner, CD

 

 

- Quem se mata de tanto trabalhar, merece mesmo morrer. (Millôr Fernandes)

 

 

 

- (Racista...)  - Andy Wahrol se  aplica a tudo: Dei uma fechada,  com o carro, num negro gordo, retinto, que, entre raiva  e susto, ficou branco como algodão por uns quinze segundos.

 

 - Rafael é Deus disfarçado de Homem.

 

- Remorso é sempre digestão mal feita. (Dez., 2001)

 

 

-  Schubert, o de vândalos suspiros.

 

 

Senhores, prazer-vos-hia saber uma                                         

bella   historia   de amor e de morte?

É  a   de  Tristão   e   da    rainha  Iseu.

Ouvide como,lêdos e tristes,elles se

amaram, e disso morreram, na mes-

ma hora, elle  por  ella,  ella  por  elle.

(AFRÂNIO PEIXOTO,  TRAD. DA LENDA)

 

O embaixador Walther Moreira Salles

morreu  de  uma  gentil  morte   sem

dor nem doença,durante o sono, nos

feriados do Carnaval, aos 88 anos.

(ROBERTO POMPEU DE TOLEDO,"VEJA"

EDIÇÃO 1690, ANO 34, N. 9, 07-3-2001.)

 

 

 - Se uma pessoa em sua biblioteca lhe perguntar se você já leu todos aqueles livros, certamente tem um filhinho de três anos capaz de pintar como Volpi e acha que o rabo de um cavalo encharcado de tinta fará tantos Pollocks quanto quiser. Mas você não deverá ficar chocado... se você tem uma pessoa dessas em sua biblioteca.

 

- Seu Adonias, frases de ( v. Zelão Quintiliano):

- O senhor Adelino tem o espírito refrigerado a mais da conta.

- O senhor Quiti...li...ano suporta um conjunto de amigos maravilhoso.

- Mineiro gosta muito de vacilar ( Esta tem o caráter daquela frase do Morato:”- Ele estava distraído de propósito.”).

         - A velhice é nascer cedo e morrer tarde.

- O moço tem uma prosa mimosa ( referindo-se a mim, Florivaldo Menezes).

 - Seu Quintiliano tem uma conversa aprumada.

            -  Alegria sem futuro! ( referindo-se ao Carnaval)

            - Juscelino morreu de peitada no carro.

- A casa está desfabricada de gente ( monstrando a casa vazia )TODAS ESSAS FRASES ACIMA, DE SEU ADONIAS, COMPROVAM QUE OS IDIOLETOS DA FICÇÃO DE GUIMARÃES ROSA FORAM EM GRANDE PARTE  TIRADOS DO REAL E ANOTADOS NOS FAMOSOS CADERNINHOS DE VIAGEM, QUASE UM-POR-UM).

 

- Seu Nílton: é... um pintinho...galinha...fazendo a força de Deus.(12-1-98, sobre um vizinho de frente)

 

- Se você for assaltado, compense-se de que o dinheiro sempre ajuda alguém.

 

- Silvio Santos, o de cabelos brilhosos e sedantes ( exercício para uma FISIO-SEMÂNTICA, cf. F.)

 

- Só as que têm a bendita celulite exibem aqueles dois riscos em curva, apoiando as nádegas!

 

- Sônia Braga s/ Tom Jobim, odômetro no n. 4960 da Fita n. 696 = !!!

 

- Tenho um vizinho que varre a calçada  "2  x  ao dia" (sic: receita...) e a quem chamo, por ser calmo e  simpático, pintinho de Deus.

 

- Todo adolescente é surrealista (em seus escritos) (Anot. em 20-11-06)

 

- Tudo é grátis, quando sucede no reles do momento (G. Rosa, G.S.-V.)

 

- Uma lesma empurra a outra. Ou o andar do mandorová  : um fogo que se carrega, esperando o próprio fogo, sem o alívio do passo dado. Ai !, felizes somos nós, os humanos! (Dramatis personae de Cornélio Pires).

 

 

 

 

 

[ Enfim, aos setenta anos, ouço a pior frase desta vida. Graças a Deus ela veio em tempo! (Hecatombes

acontecem uma ou duas vezes na existência!) :

 

 

 

 

 

 

               

 

               

               

 

Urge evitar viéses e reveses!                        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desculpe a pretensão da exegese ( viu, como a contaminação é pior que o antraz, que pode ser um simples

furúnculo?! ), mas a frase tem de ser ouvida, devido à pronúncia diferenciada do  penúltimo   e   das   duas

palavras-chaves.]

 

 

 

 

        

- Use toda a sua saúde a ponto de esgotá-la. E gaste todo o seu dinheiro antes de morrer. Não vale a pena sobreviver a essas coisas (Bernard Shaw).

 

- Van Gogh é o Millet reencarnado, mas em estado de loucura.

 

- Violonista Simões,, 20/21h Cultura FM de 21-2-07: ...”Tinha tanta liberdade na família, que passei até o rebelião na casa dele.

 

@ -  Frases >>>>>> NOVA ORDEM

 

A riqueza tem sabor.

 

- Desgosto não se discute. Gosto ainda dá.

 

- Esse negócio de epitafiolizar “onde descansa para sempre” cansa muito e é muito triste.

 

- Marina Silva tem uma carinha de sobrinha de morcego, repare!

 

- Não existe Amor. Existe Amizade de perto. ( 26-7-10.)

 

- Os Irmãos Brothers & o Terceiro DP ( = a Trinca concretista)

 

- Os piores chatos são aqueles que vivem atrapalhando os que não querem fazer nada na vida.

 

- Quando estamos muito mal mas ainda nos conservamos de pé, estamos com concordata múltipla dos órgãos.

  

-   Se eu estiver sendo enganado

      Mas enganado de maneira deliciosa

      É melhor do que ser desenganado. >>>>>>>>>>>>>>TRADUZA, SE FOR CAPAZ: PARA O INGLÊS,   FRANCÊS OU ALEMÃO. PARA O ESPANHOL NÃO VALE... PORQUE A PROSÓDIA LEVA PARA A MESMA SEMÂNTICA;

 

- SUELTOS

Version: 8.0.175 / Virus Database: 270.9.4/1793 - Release Date: 16/11/2008 19:58   Foarou, hwin, b ARRIGUDSO? ( minha barriga deslocou minha mão prô lado e datilografei as teclas pegadas... 

 

Somos inquisidores. Dó Deus sabe? Então a Idéia fica perambulando pelas incertezas, e quanto mais incerta, sugestiva, até quase sumir na obscuridade, mais rica fica (Estilo Fitinhas >>> “FORMA” !!!)

 

@ - Galinha de Angola – galinha, mas a que primeiro assumiu, primal, a indiferenciação de gênero sexual ( esta é uma notação humorística...) ao dizer, e sem ninguém perguntar “ – Tô fraco! Tô fraco! Tô fraco!

 

@ - Glenn Gould : ELE & “CRIS BOINA” ! ( Páginas 50 – N e O,  “Glenn Gould, Music & Mind”, by Geoffrey Fayzant ) . Figura n. 40 do CD-ROM.

( Passar para o IP- Glenn Gould, deste Word, ou diretamente para a “Introdução”, quando abordar o assunto:

-         Os textos, manuscritos e datilografados, inclusive tradução daquela contracapa escrita por ele, que já trouxe do Som para cima (biblioteca).

-         As observações  / anotações que venho fazendo naquelas papeletas que estão no Som, resultante do EXAME DOS LDs ( VÍDEO-LASER ) que tenho. Estão na sala, nas gavetas do Som? Já trouxe para cima, biblioteca, (Nota de 15-8-02: ...para datilografar no arquivo IP-Glenn Gould. Ainda falta datilografar as papeletas de outros LDs que estava vendo/ouvindo, do G.G.)

-         A transcrição das fitas cassetes onde converso com Caio Pagano sobre ele, bem como onde ditei coisas para o ensaio, com músicas de Grieg, Beethoven etc. Tais cassetes estão agrupadas – elástico... – com rascunhos, cf. lote supra.  ( V. Pasta 8  ) AQUI VAI LINK.

 

-         Paulo Ramos  Machado passou-me para CDR um papo com Caio Pagano sobre o Glenn Gould, que deve estar numa das fitas cassetes referidas no tópico anterior. Conferir, ver se é repetição transcrita para outra fita cassete. Entretanto, tal CDR já vou passar para a Pasta 8. ANOTAR AQUI, QUANDO O FIZER.( Nota de 31-8-2003)

 

@ - Golcristo      - Um dos poemas do ciclo “`head´-mades retouchés” [ sic ], junto com “Monalíveo”, p. ex.-.
“Uma foto impressionante no livro é a da escultura do Cristo crucificado.
“Coloquei a estátua no chão, para realizar diferentes ângulos, e ao fotografá-la de cima tive a impressão que o Cristo estava sorrindo, o que não ocorre quando olhamos a escultura de frente”, conta Patrick Straumann, em seu recente(julho de 2006) livro “Aleijadinho [...]” / cf. BBC on line de 17-7-06.

 

@ - Gramática / CONSTRUÇÃO DE FRASE

                                   “Será a única ópera de Carlos Gomes que o Teatro Municipal terá apresentado durante o ano de 1996.” (Anunciando para os próximos dias. Ouvido na Cultura FM. “!x” - repare os grifos que pús) (Língua linda)

  

@ - Groucho Marx já falava que a diferença entre São Paulo e Rio é meramente geográfica: em São Paulo o sol bate direto no nariz dos machos; no Rio bate na bunda do mulherio.” (Achado em 23-6-95).

 

@ - Harakiri  (revista)             - V. IP- Instruções - Escanear – Mulher do apê, capa da revista (francesa, há muito inexistente) Harakiri, sendo ordenhada. Combinar com as pesquisas das que são inteligentes por colocarem o papel higiênico daquela maneira da folha inferior caindo pelo azulejo...Rriso. Já escaneada. V. aqui verbete @ - Mulher.

 

@ - Herrmann [Villari-Herrmann]:  Onde meus rabiscos s/ seu poema Kodak? V., v., v.!  FOTOGRAFAR A GARRAFA DE LICOR ( PEDIR PARA A ELZA LOCALIZAR NA DESPENSA – nota de 05-9-03) “Los hermanos não sei que lá-não sei que lá : MONTAR “Los hermanos através do álcool (herrmann-os); veja o 8 do “K8”, dele, no licor.

 

@ - Homenagem a Vinicius de Moraes “Para viver um grande amor”:   - Partitura (Chopin, Noturno op. 48, n.1) do poema está na sacola onde estava o gravador cassete. ( NOTA: V. A PARTIR DE PASTA N. 9 ( OU 8 9 ).

 @ - Humains revistinha para analogia com os dedos ( poema “3 insights na vida glamorosa de Eustáquio Parreira” e tb. para comparar com o poema do Magalhães / joelho ). : Fig. 37 do CDROM.    

 

@ - IB Me: minha explanação s/ a estética do ex-futuro-quase romance "IB Me". Veja as - Fitas cassete ns. 21-Coll, 172-Coll e 19-S-Emi, PASTA 5. ( Nota de 21-3-03: já está localizada a fala, na fita cassete n.          , PASTA         ). (remexer as poucas Sacolas remanscentes da “limpeza”

  

@ - Ideologia e Arte:     Webern ( Webern mesmo? cf.) ter sido nazista e você continuar amando sua paixão pelo novo: Tyson, Muhamed Ali, Foreman esmurrando, matando, num esporte até politicamente incorreto, e é belo, artístico. Desenvolver.

  

@ - Imagens -  Cada uma das imagens tem uma peculiar melhora de disposição espacial, para encaixar no texto do livro: A DISPOSIÇÃO IDEAL DE CADA UMA É OBTIDA COM O CLICAR DO ZOOM. EM CADA IMAGEM JÁ PASSO A INDICAR A QUE ME PARECE A MELHOR DIMENSÃO.

 

- 1           - Drummond, portrait que fiz em 1954 -                          Zoom      - “Ajustar à altura”.

                - 2           - Drummond / foto / a cara do desenho.                           Zoom      - “Ajustar  à altura”.

                - 3           - Drummond / foto / com o cachorro.                 Zoom      - “Ajustar  à altura”.

                - 4           - Drummond, portrait meu de 1972.                 Zoom      - “Tamanho real”.

                - 5           - Drummond / desenho de jornal.                     Zoom      - “Ajustar à altura”.

                - 6           - Ronaldo Azeredo por mim, 1972.                    Zoom      - “Ajustar à altura”.

                - 7           - Verso do 6, com o “magnífico” de A .C.                         Zoom      - “Ajustar à altura”.

                - 8           - Drummond / foto / alongado (distorcido!).     Zoom      - “Ajustar à altura”.

                - 9           - Joyce, por mim, 1958.                                       Zoom      - “Tamanho real”.

                - 10         - “O lago dos signos” , frente e verso.                              Zoom      - “Ajustar à altura”.

                - 11         - “Elza-gueicha” ( polaróide)- ideograma.                       Zoom      - “Tamanho real”.

                - 12         - “Elza Borges” (nome provisório) – teatro de rosto       Zoom      - “Ajustar à altura”.

                - 13         - “Elza Collor” (nome prov.) – teatro de rosto.               Zoom- “Melhor ajuste”. (APARECE AS 2 F.)

                - 14         - Collor / foto de jornal – cara da “Elza Collor”!            Zoom      - “Melhor ajuste”.

                - 14-a      - Collor / foto de jornal – ib. ib.                         Zoom      - “Melhor ajuste”.

- 15         - Oswalds clipados ( nome provisório )                            Zoom      - “Ajustar à altura”.

- 16         - Oswald / zoom da de n. 15.                                              Zoom      - “Ajustar à altura”.

- 17         - Poema do Magalhães Pinto (“Relações Ant.”)              Zoom      - “100%”.

- 18         - 3 fotos justapostas do Magalhães Pinto.                        Zoom      - “Melhor ajuste”.

- 19         - As 2 fotos do “plágio”do Jô Soares.                                Zoom,     - “Ajustar à altura”.

- 20          - “Jesus”.                                                                             Zoom      - “100%”, MAS, PARA NÃO     CORTAR, DIMINUIR O ESPAÇO ENTRE O DESENHO E O TEXTO.

- 21          - Raimbaud-Rainbow.

- 22          - Capa do Livro.

- 23          - Jânio.

- 24          - Bandeira, essa criança desfraldada.

- 25          - Os Irmãos Karamázovi  e Aliocha isolado.

- 26          - Foto do Rimbaud aludida na nota de rodapé 12, e ele no quadro de Fantin Latour, aludido na nota 13.

- 27          - Figura episcopal.>>>>>>>>O “hipócrita escarlate” do Shakespeare, in “ Henrique V ”, Ato I.

- 28          - Fiaminghi ( xerox em alto-contraste de foto polaróide ).

- 29          - Mesma da anterior ( ? ), um pouco menor.

- 30          - Três insights na vida glamorosa de Eustáquio Parreira.

- 31          - Desenho original e originário do “pré-retrato” do casal Barreira.

- 32          - Foto do casal Barreira.

- 33          - Orlando ( xerox em alto-contraste de foto polaróide ).

- 34          - Dante, sobre o quadro de Orlando Marcucci.

- 35          - Italo Cencini por mim.

- 36          - Tabinha se encaminhando para ver “O lago dos signos” na parede da copa.

- 37          - Figura dos dedos antropoformizados do livro “Humains” – para relacionar com os dedos do poema “Três insights na vida glamorosa de Estáquio Parreira”.

- 38          - Clóvis.

- 39          - Poema dos lescentes.

- 40          - Glenn Gould & Cris – 2 fotos paralelas.

- 41          - Todos ( “Todôs” ).

- 42          - “Esboço – indicação” para ver o poema “Abat j Our ” – (s/ o Ché Guevara).

 

 

@ - Jânio :  Fig. 23 do CDROM. - Há um belo exemplar na Pasta 6.

 

 

@ - Jo Soares - Num país de invertidos progressivos como o nosso, um desinvertido público como Jo Soares dá uma impressão de paz douradora (sic)

 

 

@ - Jo Soares       - Jô Soares, ficção de: - V. "Canção da Meia Noite de Henry James", de Carol de Chellis Hill: "dali Jô Soares chupou seu romance (o do Doca Street, coisa assim). Fusão com pessoas reais de época, fofocas em suspense, com triller ancorado em dados recenseados por equipes e um copydesk man " ao qual se agradece" ( o A.). Mesma técnica, mesmo estilo jornalístico, vestido de ficcionístico (sic). Tb. no Brasil o estilinho bonito da Regininha Rehda, cf. F.M., 29-4-98".

 

@ - Joyce  - Agenmordida de dentrosaber - anagebit of inwite, Ulysses, cf.

 

 

@ - Joyce par lui-même           portrait dele por mim, dec. 60? (Já escaneado e inserido no Livro, cf. IP-Introdução, neste Word. Nota de 11-01-01)

 

 

@ - Kafka :Livro Borges, autobiografia resumida, português, pág. 182 - s/ contos de Kafka.

 

@ - Lago dos signos, O:        - Fig. 10 do CDROM.

– “pauta musical”:          PASTA 3.

- Concepção  - revista “IRIS”.   PASTA 4.

- Esquema primeiro, original, feito num bar da Maria Paula, com o Hector Oléa: PASTA 6.

- Cassete com interpretação do Flo Menezes ( meu filho) ao piano, 1985? (toca o poema em sua “partitura” da parte de baixo do trabalho, os pentagramas cobertos pelo papell vegetal)>>>>Cassete com “Valsa do minuto para elástico no dente e respiração”.>>>>>>PASTA n.           .

                                   *************

    Caríssima Zina, poxa, que presentão de Natal!

    Suas palavras, seus comentários, o relato sobre o que seus amigos estão fazendo em torno do poema "O lago dos signos", cairam-me como dos melhores regalos desta data tão querida. (Perdoi-me pelo regalos, mas jesuscristinho do manuel bandeira, hoje, me permite...)

    Você me diz que uma de suas colegas fala em intertextualidades. Por exemplo, a execução do poema, virado partitura (sua última parte, quando surgem as notas musicais, direcionadas todas para o tempo das semibreves) tem que ser, digamos, monitorada, pois a colocação de certas appoggiaturas é que possibilita uma semelhança, uma ressonância com os primeiros compassos d´"O lago dos cisnes" de Tchaikovsky. (Tenho uma gravação da leitura do poema ao piano, feita pelo grande compositor Flo Menezes, que, não sei se vocês sabem, é irmão do Philadelpho, é meu caçula....). A alusão aos sininhos da suíte “Quebra-nozes” é para melhor identificar o assunto com caixinhas de música, essas que dão surpresa. Aqui há um certo subjetivismo na exegese, mas pago pra ver no que dão tais associações...

    O poema foi muito ajudado pelo acaso. Mais uma intertextualidade com o chamamento à autoria do coup de dés mallarmaico: un coup de dés (...) j´amais n´abolira le hasard  etc. etc .

    Aquela clave central, mas que está logo abaixo de um registro neutro ( vocês inteligentemente atribuiram quatro fases ao poema!...) está colocada em hexagrama, ao invés do natural pentagrama musical, para ser manipulado por consultas aos trigramas do I-Ching, o clássico livro chinês das Mutações. Consultando tais trigramas na exatitude, dão quase sempre no mito do desaparecimento do cisne, em seu corso ed ricorso da volatilização do amor atribuído pela lenda, e que Tchaikovsky comoventemente imortalizou.

            Como a versão circulante d´ “O lago dos signos” está em cartão-postal, suas dimensões dificultam muito a percepção de certos sinais que estão no protótipo original, de mais ou menos 1 metro por oitenta centímetros, tal como exibido na 1a.Mostra Internacional de Poesia Visual de São Paulo – BR, 1988 – Centro Cultural São Paulo. Lá se vê que as duas claves dos pentagramas são de sol, mas se se pegar uma lupa dá pra ver certinho também na versão do cartão-postal.

            O original estava em comodato nos salões principais de um café literário do Bixiga, aqui em São Paulo, quando foi vendido, por insistência pertinaz, quase tresloucada, e oferta pecuniária irrecusável, a um dos mais famosos (na época, 1990, 91 o mais famoso)

bateristas de rock do então mais retumbante conjunto heavy metal do mundo, que visitava São Paulo durante uma folga do primeiro (ou segundo?) Rio Rock Festival. Razões óbvias me impedem de declinar o nome tanto do Café como do conjunto musical.

            Mas o poemão original, de parede, está em Los Angeles ou em Londres...

            Tempos depois foi feito um fotolito gigante que possibilitou a réplica hoje em poder do maior bibliófilo brasileiro de Modernismo, pré-modernismo e pós-modernismo brasileiros, Waldemar Naclério Torres, já há anos residente em Porto Alegre.

            E, last but not least, o poema muda um pouco o secular princípio de Hipócrates, Ars longa, vita brevis, demonstrando que signos largados ( = Arte. Ciência = signos amarrados), i-chingando a Natureza (atente para a homofonia do gerúndio), realmente em nada mudam que a Vida continua breve, mas a Arte é (pouco) menos breve (veja o “semi-breve!” que fecha o texto bula). Quer dizer, a transitoriedade impera em qualquer relação. E causticamente...em música a semibreve tem a metade do tempo da breve ...NÃO É DIABÓLICO?!

            Você disse que está sem o poema. Amanhã ou depois, mando-lhe um monte.

            Abraço à trinca de ouro.

            Florivaldo Menezes.

VEJA UMA VERSÃO MAIS APROPRIADA DESSA EXEGESE EM IP-CARTAS, DESTE WORD. CARTA A PAULO BONFIM.  S. P., em 16-01-2007.

    

@ - LAVATER, o caracteriologista – amigo do Goethe - :Exemplo para ilustrar Lavater, cf. capa da revista Playboy nac. de julho de 2000: Vanessa Schütz, namorada, nessa época do tenista Gustavo  “Guga” Kurten. Ela se parece com a cachorra Lassie. Há uma foto, Folha de S.Paulo, cf., do casal Bill Clynton e a cachorra, na qual esta é quase uma metempsicose da Hillary.

 

 @ -Libreto para ópera de Paulo Coelho                  

 

-+PnqhMfEom8AVv9QMP+yoK8SmvZ/FyWoJ/3AAID67a8qP1Q7kGoez7ioH
7ekoDS2rKEQz/lD/4xjE0A9ByrOaC9Qk63+JGenMjfw4LyCImFmsItqn/0EDN/0dnu2/SKKqHRAB
AMBl+RBvsBk/JG7hFTRWPAFLctFAx/zRST//4xjEzg7BcreaE9pE8wz+5/6nlsdEwFCCuXLUv//G
n91DNoC/R9RF8OgjlAE1LfemMrmlTPkn/VIgmNduchgs0RB4b/9QmF3/4xjEzg8BcrNyK05M/ua3
0FZ38glTRGGxESo/rF/9aud//q5Qr9AM84PkTz7cqOFnCuMJu5ABV+lAFxruPzjA2/0hqn9UL5H/
4xjEzQ7Byrd0acpovlRd/UhZlNEsjPdZbp/+XHrvtlHq3f0/uygkwA5xgcI1Gwsdx7XK0kwNTtPA
/qdOO/6Dcup311vGaZn/4xjEzQ6BzrecAo4MVwLuErQyHT6/9K71R0qNiQUq/X/yacRn+J2f/UqA
ARbEocJI76lQw2KyOCfsvfZR07kIpIf8zKCX+kz/4xjEzg2BcreYCs4ouq0xAvJIqdf9dPsERfsU
GP4oBP8Sv5HrO/4selS/QAgPDg0Cgx1LYFNqO/6CQW0NoW/7Cz//7+rZ8Ib/4xjE0w9Byq9wCxQk
NRgVB3nGxx7x9/0tJogc/xV3/4n6wIMd+BFcv6iAAsCtE4UCXJi0FG7Ti+ZtUS6Xof5se70v/Wn9
Lq//4xjE0Q9BcrtwKd6M3jJOJE0B2geRK6CT1HVf//9Vt7950US+PZ6OLQTHk51Ovzg3vj7rHZ5m
PP61zxZ3z//Wp/9VtWThMif/4xjEzw8BfrdyPJDkIrAwQRTprTd1KUdfQ///fZHb6ujy3hyp7+mE
JA6ocx5/oLVZr4v8XmHonyNu1X/83/Qzp5C8wPRsxqH/4xjEzg5Bcr9MCd44Ie4wC4AkAJkRIr2/
/+vX1RXmK9JTuIYd+tEAIDA/rC1CtdVogjxRnCMuaoZmtRHittNTP+hN/1/6iOP/4xjE0A7Casuc
aAVgekLsebUkzFEV4A2hky6CQV/zP//6m6wmvCXBUt/pajUP2dAznDzY1Tqn9QhXvYs/8yf/f0Ul
oj6yKIL/4xjE0A5CfrtKaAVgVDhTpWWmgFrAXzV10//+yZx/07/8mP0irOzjvwBsCP5ioADcp50

 

- Não !

 

- 3goR9v/4xjEzg8BosMiWdJ4wmf+a22UK/mO3J6toomF5b7XABDR3+R/9Ho/+ouFf4HEt5wXbsMo
8LIdBjligxnr4yeVj4wY2sJAibP/4xjEzQ5BmsMmaxog9RT/EX+JC38msS2bRXL+kwUMFP9eOf3S
6PR/FfjvgABgL0akwqyGJbJw2iSrMwgT1jMnFlnQaol22dT/4xjEzw7Bmr8kaJrMQenqv+B/0/UW
+h9Cc4Mj/sDAAMZv630//ij/1J6wJ4AAAXABbXXFFOoY1MjIudD6/UHHzIaol+5vtwb/4xjEzw9B
mr8kU84kb+gT+N/I+pO3IKP/9j5Fp935E9WE/rDXUX9nOdgPf8AAcCdJ1Bc2ojHYrIN4qlPYY4WS
dkC4QNqp3tX/4xjEzQ6Bor9KC0oMbqOb9BF/o/9jaP/UpCfxoCBwW/xM3/kvFT/8pz4ngABgKy6o
KdY2aparcC0c9QFIaV6DYjFuoKl109T/4xjEzg8Bor90C0QUJ3/kjK9Cf83c4ktjfcg30YdJlBr/
wszb3Wk/Sz/1JJfAAwvvnBGU8e6aKN3NRbNcxFFqlOkON4CnQnz/4xjEzQ7BosOeaIyUqJm/qX//
q+aOjL3bqcVPX88BorR/JOr/JepPs1fMf4AIALwD5uXg0zyzJw4TdIoDX8oELxaozntqjnr/4xjE
zQ6Bor90C0oMvQv4St/MO/T8qrUNvRsxiV/3oKjn81/fnOm/65rqwAAGAB9K6Bh/JnQtGNXIuLvz
A3+0B3LN4zMb/Gz/4xjEzg9Bmrt0Cs4M36GG1fX+aj5VvocMwGBMJnX0RjSX/Jt/7P/7tA9PBgPp
LOBy7yjCjG0ZrCoOvUJ1yISuF+zmjfu3U3//4xjEzA6Bmr9yaI6ExWXryrfp7X+tAKIvpIK+gTRx
nv/X/Q/nP/qLjAsD56FQJk2LinxVM6wRpB6/HwT4KEMTPnxUOcdfoR//4xjEzQ6BmsOECs4M8JEr
7fnH6INd/QbB7/oODxgk/rfX/NdR5GgN/qYTgAFgPdKgF9Tx9TDCPMvnlB8HXlZe5wW5/qg+mr//

 

 

- Nãão !!

 

UxaC67tKNM3/9myH//9C//7Cra06i+lhnwMD0DeQTkFyBXwfMkq7O3Q/CBv5aI3BjchOmAnV+nz/
4xjE0A7BksMkKsoQZ+sUyBnys2hf9U5T9P//ohHb/4IhyLf//i8h6i2wvGRaYlsPp4zaP5pWFCQ7
7ogCOezrHcvsoRB1+2j/4xjE0A/CHr8kOs4glupAMLzA63ZkUTJ/sK87LoV///Ei//WZQU1IGsgn
BgPQeqJ0nqP4HyZbGYB5+KjVaHgfaFXdjxACwvb/4xjEzA3CIsMkO0okkRNfo2jGP6DBFvWtII2Y
yKMkP+v6wRdV939PEf/pH6TDyTy2cPm2E3BjWpQ5iw/qEcK2yzZa0UgydTL/4xjE0A5CHr8kKsQM
iQSpe2p0/xktM0+2ioff5j+G9P//rv/7BhZer/b/qwXAB5w/USqj7tRLTDD6qsa1Py8Qep3x/ET1
PHf/4xjE0g/CIrsiakpkHlfbs/3J5TnXb+f3+tXfuV0/8x1GwRBx+93VV+X/IEAHnD+Nxw+VtWQ1
soMLZdKT6ytHnDd8Zxt90KP/4xjEzg4BFsMkElQEI/toGG+JmBoWZvqd/8j+7dP//s7r/+HBupv/
7/EfEeVH6x4E5yKb43k3D6zRqGV5WH7shRuDKp0QThP/4xjE0Q/CIrsiS0RYEM9uPN6KJuoTDz/l
H6fUuQ4q8l/ioZf7CJ/Pf/kfBwPKF6COJnHRmOAmzwqTxQNm4hG3KGthmTfUhGv/4xjEzQ6CIsMm
aAVAb+riW8ockSxm8pWb+ndHfr//0ma//wSCj1MZp/tR6wFAB4xyQMEKH+MD1VqY/7bkx7XAc6En
bhfvBs//4xjEzg7CIr8maIrE/qAfRFGhz/07/R9ZG5P//sZm/+gJ3TYaq/7DXr9DA8TPNDIqhQZg
oMvjgNubHm9ajRBBrqW5pnV4E3X/4xjEzg7BhrsiaoqIb/Km+hwZzX/Rzf9PlWoyp//6f/zBwmap
R/+IPwsD/MLhw/mFCx2RLT5EI+VO3CDCtg14I/XK6/6gb+r/4xjEzg8CJr8kOoSICISUY/7H/yH6
n52//+ZWb/1hg9U9mn1Y1H/yI9Y7CceEMUIzOi8Rw65UatqCtDj51+LiXVkKl1fr3Fv/4xjEzQ5C

- Nãããoo !!

 

- /qdOO/6Dcup311vGaZn/4xjEzQ6BzrecAo4MVwLuErQyHT6/9K71R0qNiQUq/X/yacRn+J2f/UqA
ARbEocJI76lQw2KyOCfsvfZR07kIpIf8zKCX+kz/4xjEzg2BcreYCs4ouq0xAvJIqdf9dPsERfsU
GP4oBP8Sv5HrO/4selS/QAgPDg0Cgx1LYFNqO/6CQW0NoW/7...Ara !, vá tudo pra puta que os pariu  !!!

 

@ -Linguagem:   FIGURAS         TROPOS DE     RETÓRICA

 

                        ( V. tb. E - EXPRESSÕES - N-NOMES - P-PALAVRAS - S-SINÔNIMOS )

 

                        ( "- Biografada por esse lúmpem rural, vai dar mesmo no que deu!..."

 

                        (A respeito da biografia de Luíza Erundina feita por José Nêumane. Pensei nisso há uns 8 anos, quando comprei o livro. Mas levava fé ainda na Erundina. Formulei o pensamento agora, agosto/setembro de 1997. JOGUEI UM PENSAMENTO OCULTO DO PASSADO PARA UMA CONCEITUAÇÃO DO PRESENTE IMEDIATO ( '...no que deu") E AINDA BASEADO NUMA HIPÓTESE ("...vai dar...").          COMO SE CHAMA ESSE TROPO?)

 

                                   MPB     "De ti gosto mais

                                               que outra qualquer ( Noel Rosa, Até amanhã)

                                                           [ = Gosto mais de ti do que de qualquer outra mulher ]

                                                           Mas, um ESTRANGEIRO que aprendeu o Português gramaticalmente sem falhas, pode verter:

                                               "Gosto mais de ti que outra qualquer pessoa ( gosta de ti )" !?!

 

                                   Pergunta:        V., na fitinha "Cris/Londres", aquele samba do genialíssimo Ismael Silva que tem aquela concordância horrível gramaticalmente, mas certíssima popularescamente.

                                   @ - PALAVRAS           ANALÓGICAS /  AFINS ASSOCIAÇÕES::

                                   antropóide e hominídeo.

                                   assédio sexual: ( 3 fig. jur ) : perturbação da tranqüilidade - importunação ofensiva ao pudor - constrangimento ilegal.

                                   atrizes "tipologicamente 'familiarizadas' " : Rachel Welch - Ursula Andress - Bo Dereck.

                                   atrizes as quais irmano "sexual-sensualmente": Anne Archer - Anne Brancoft - Angie Dickinson, tesão do Kennedy.

                                   boreal (norte, setentrional) e austral ( sul, meridional).

                                   brainstorm e mainstream.

                                   caiçara - potiguar - capixaba.

                                   cantoras "eruditas" que irmano na expressividade: Eileen Farrel - Katleen Ferrier - Maureen Forrester.

                                   cantores boco-mocos: Júlio Iglésias - Manolo Otero - Sérgio Endrigo.

                                   carros : Bugatti - Ferrari - Lancia. (V. C-carros, in WRITE, nota de 2003)

                                   cinema: SNUFF MOVIES, nos quais pessoas são mortas diante das câmeras - STAG MOVIES, primórdios do cinema pornô.

                                   culinária: ( escritores / jornalistas ) : Nina Horta - Saúl Galvão - Paulo Cotrim.

                                   diretores irmanados por mim na base da pura nomeação irracional: Sidney Lumet - Sidney Sidney Polack. ( Tb. Anatoli Litvak).

                                   felação e cunilíngua

                                   figuras jurídicas  assacadas contra Pinochet: terrorismo de Estado - genocídio - tortura.

                                   maníacos obsessivos e maníacos compulsivos.

                                   sérvio - croata - bósnio.

                                   teleférico ( funicular ?, cf.) e articulado.

                                   tornado - tufão - ciclone - furacão.

 

                                   @ - PALAVRAS           /EXPRESSÕES/REGIONALISMOS/ETIMOLOGIA:

 

                                   - Porre = poire, fr., aguardente fortíssima com "descida" branda, William's, p. ex.

                                   - Arredar          = "- Arrede, homi!" ( por extensão do "- Avante!")            = talvez de  AHEADY.(Lembre-se das companhias inglesas e americanas no norte/nordeste. V. a novela das 8, A INDOMADA.)

 

                                   - Baião = baião, uma sanfona cujo nome vi na versão italiana, repetida na tradução brasileira, do DR. JIVAGO, do Pasternak.

 

(NOTA: "FORRÓ" parece-me um rebus muito

bem bolado de for all, baile para todos, onde

senhoras, senhores e mucamos bailavam, em

oposição ao baile privado das casas grandes.

Isto porque Antenor Nascentes diz que forró é

corruptela de forrobodó.)

 

                                   - Casa da Maria Joana :          Casa da mari huana, marijuana,  maconha, bagunça tudo?...então é casa de "maria joana"...   CONFERIR.

 

                                   - Rock of Ages = Jesus.

 

                                   - Cuspida e escarrada ?: corruptela da expressão "esculpida em carrara" ( metonímia de mármore de Carrara)>>>>>>>>> Isto meu é anntiiiigo... Mas, agora, outubro de 1999, ví, na rev. BUNDAS n. 17, pág. 16, ví a associação de esculpida em carrara com cuspida e escarrada!!!!!!!!!!!!!!!! Incrível, filho da puta!

                                   - Harry Polkinhorn>>>>>>>>> Hairy Poking Horn.

 

                                   - Ffolliott (?)

 

                                   - FELICIDADE : a do faqueiro: os talheres juntinhos e curvadinhosabraçadinhos um atrás dos outros.                                  

 

- Profalças.

                                   - SANTO Casamenteiro das velhas: São Gonçalo do Amarante ( amar...antes! )

                                   - Robin Hood ( será que de “Rob in Wood”?)

                                   - V. no Melhoramentos em 5 vols., apê:         faioderma

                                                                                                          eretômano

                                                                                                          boquirroto.

-          V. se no meu "Tesouro da Juventude", no apê, na página de rosto está "entretimento" (válido!) em lugar de "entretenimento".No do Willy está, visto hoje, 30-7-99.

 

@ - PALAVRAS / EXPRESSÕES          Sucoderaranja S. Gêrôn. ( não São Jerônimo, mas...."sem gelo", !, ouví de um japonês.

                                   Santo casamenteiro das velhas:São Gonçalo do Amarante ( amar...antes! )

                       

                        @ - PALAVRAS/JOGO DE:

           

                                               O arrojado rojão de Rojas. (aquele goleiro, chileno?)

                                               O Iraque faz áraque de araque.

                                               O burro murro no muro. (de Berlim).

 

                        @ - PALAVRAS, trocas de lugar ( na frase)  ou letras quase sempre mudando o sentido, mas mantendo uma correlação de sons que lembre a disposição anterior, certa.É o SPOONERISM em inglês. ( V. tb. calembour).

 

 

@ - Linguagem:  LINGUAGEM            FIGURAS      TROPOS DE RETÓRICA

 

- aposto / adjetivo / apodo?  posposto a um nome:  acho que é mesmo epíteto

 

- Biografada por esse lúmpem rural, vai dar mesmo no que deu!..."

                                   (A respeito da biografia de Luíza Erundina feita por José Nêumane. Pensei nisso há uns 8 anos, quando comprei o livro. Mas levava fé ainda na Erundina. Formulei o pensamento agora, agosto/setembro de 1997. JOGUEI UM PENSAMENTO OCULTO DO PASSADO PARA UMA CONCEITUAÇÃO DO PRESENTE IMEDIATO ( '...no que deu") E AINDA BASEADO NUMA HIPÓTESE ("...vai dar...").           COMO SE CHAMA ESSE TROPO?

 

                                   MPB   "De ti gosto mais

                                               que outra qualquer ( Noel Rosa, Até amanhã)

                                               [ = Gosto mais de ti do que de qualquer outra mulher ]

                                               Mas, um ESTRANGEIRO que aprendeu o Português gramaticalmente sem falhas, pode verter:

                                               "Gosto mais de ti que outra qualquer pessoa ( gosta de ti )" !?!

 

                                   Pergunta:     V., na fitinha "Cris/Londres", aquele samba do

genialíssimo Ismael Silva que tem aquela concordância horrível gramaticalmente, mas certíssima popularescamente.

 

                            Prosódia:   @ - PIADA :                 - Como é que você vai indo?

                                   - Tô periorando...

                                   - Melhorando ou piorando?

                                   - Periorando. Pocê sabe, o peu pai, a pia bãe, sempre pizeram de tudo, párias operações no nariz, o peu tio pe levou pra Pariz, pra uma operação, paz rnão adiantou.  O peu pai , a pia bãe, passaram a pida toda pensando no peu nariz, paz não adiantou...

                                   - Você já assoou o nariz nesses anos todos?!

                                   - Não. Pou assoar. Chhrrchh – chhrrch!!!! Oi, rapaz, poxa, não é que estou falando bem?!!!

 

 

@ - Línguas, "Falar [ no sentido bíblico ]-  1 Co 14 : 2 e    , ( v. tb. em Romanos....... - Línguas incognoscíveis, v. progr. Renascer, 29-8-02, o pastor português carismático e engraçado. Ligar para 3277-9009, saber-lhe o nome! V. Dbase, fitas com filmeagens sobre o assunto. @ - Falar Línguas   O Mio, o casa a blume meriste nausetraves - oblis o dendes...odes odendes, samikaka laverus oldis verrra melius lavenrus.. aquist, aquist, aquist turros plosplosplos ahrre,sio!!! DÊ OS MEUS, OLVIRÁ!!! ( Falei com raiva – deveria falar orando, para que o Espírito Santo transportasse minha súplica aos “homi” da secretaria da Fazenda, para me pagarem o que é devido, em função da ação em que ganhei, por unanimidade, na 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de S. Paulo, desde junho de 2002!... Falei linguas com sentido destrutivo, v. se dá pra preceber, querendo que tudo vá “p´los ares”, como se diz no Chiado (Lisboa), depois das quatro da matina, nos destrios da borracheira...) (RRISO TTRISTE RRISO RRISO).

 

@ - Lispector, Clarice:   (dentro do "Legião Estrangeira", após o conto "OS DESASTRES DE SOFIA") :                       

                                               Nem Proust - penso eu - escreveria este relato fiel -literal - do que o anjo Gabriel disse a Maria naquela noite, em magistral paráfrase da "processão intelectiva" (cf.) de S. Thomaz!

                                                           S.P., madrugada de 28-12-96, F.Menezes.

                                                           Leitor: se você nunca mais for reler, nem emprestar a um amigo, ponha o sub-título: "[Os desastres de Sofia], ou, o Anjo Gabriel cochicha à virgem, antes de qualquer palavra".

 

 

@ - Loredano : Quando é cubista sem reta (sic!), é genial .Por  exemplo, seu Flaubert, pág. 105 do livro “Loredano”, da Editora Globo, 1a. edição, primavera de 1994:          põe o plano fora de plano, e a circularidade -- movimento da Terra -movimenta os outros tempos da visão, o porvir, o já passado querendo voltar... Algo similar na pág. 74, n. 2, Carmen Cervera e Heinrich von Thyssen. Seu Lima Barreto, inédito em livro, Estadão de 16-3-96, em apêndice no livro supra, está dentro da mesma linha, mas com aquele pós-cubismo picassiano do perfil dentro do frontal, cf.

 

 

@ - Luciano Centofantisua análise de mim-jovem.PASTA 4

 

 

@ - Magalhães Pinto    - foto gigante do poema – PASTA 5.

-                   Carta a ele, a respeito do poema Relações Anteriores/Beforeing Affairs>>>> fotogenia. Pasta n. 1.

  

@ - Maiakovski   Vol. 5 da edição russa, entrepp-384-5, foto= Zé Carlos Cordeiro!, por onde andará? (20-2-98).

 

@ - Mallarmé, branquinho, Poe?   Já localizei: ABRIR.

  

@ - Marcucci, Orlando –        Meus 2 textos:                           PASTA 6.

Fotolitos do catálogos das exposições:        PASTA 2.

 

@ - Marcucci, OrlandoSeu portrait do Phila. Original in PASTA 6.

  

@ [ Maxilares ] – O homem seria mais feliz se seu maxilar inferior fosse preso (fixo) e ele mastigassse e falasse mexendo com o superior, indo e vindo lentamente, com os olhos varrendo o céu, meditando nas entrefrases!...

@ - Menezes, Florivaldo (eu)         “Eu coração de Jesus” (xerox) PASTA 4.


@ - Metafísica / dos approachs sobre.

Felizmente, Deus eris bom.
Pelo menos na conjugação.
[ Segunda pessoa do plural
Do que era antes da trindade]
#
Demônio não passa em porta fechada.


@ - Mímica abstrata ( não figurativa) = Jerry Lewis.
          


@ -
MUECK, RON /  FANTÁSTICO HIPERREALISMO.

( FM em 11-12-06, 16h09., para Flo Menezes) :

De: Florivaldo Menezes <flomen@giro.com.br>

Para:flomenezes@uol.com.br
Data: 21 de Out de 2014 - 1:37p

 Flo, realmente o cara é extraordinário, extra-vagante ( = vaga por fora, i.e., fora dos trilhos habituais...), não em meu entender  pelo hiper-realismo levado ao extremo (há casos semelhantes pelo mundo afora), mas por uma postura conceitual muito genuína, penso que só usufruível, mesmo, ao vivo, i.e., vendo na própria exposição: a solidão, sua constante principal, é de tal forma agigantada, que o expectador não sente toda aquela tristeza porque seu corpo não dá para comparar-se ao da escultura. Então ele vê melhor, não sente tanto quanto vendo pelas gravuras, como neste caso nosso...No livro, nas gravuras, nas fotos, a gente elimina a figura humana do expectador e se concentra na escultura; só daí vermos toda solidão terrificante dos seres retratados!... Fica tristíssimo. Juro que cheguei às lágrimas no "Old woman in Bed", associando com minha mãe dos últimos tempos.   Ou vendo a esperança / fragilidade / esperança do "Mother and Child"...E tudo perpassado pela calma, mas lancinante melancolia,  da valsa de Shostakovich durante a [  Interrompida a busca, mas creio que me referia à tristíssima e lúgubre valsa do Shostakovich que o Kubrick vez ou outra pincelou em seu último filme, “ De olhos arregaladamente fechados”, EYES WIDE SHUT ]

 

@ - Monalívio  / ReDuchamp, sobre o Lívio Tragtenberg, de uma série “Head-mades retouchés” [ sic ]  e onde entrará tb. o poema “Golcristo”, já separado em pasta, cf.

 
@ - Monk, Thelonious
: tocava como Gertrude Stein escrevia. Já falei isto em algum lugar. Cf. M-Música; E-Ensaios. V. tb. S-Stein, Gertrude.

 
@ - Morte precoce
, teoria, minha,  s/. V. Fita 594. Tb. uma do "Apito Final", Pelé, in Copa 90.

 
@ - Mulher:       
            - V. IP- Instruções - Escanear – Mulher do apê, capa da revista (francesa, há muito inexistente) Harakiri, sendo ordenhada. Combinar com as pesquisas das que são inteligentes por colocarem o papel higiênico daquela maneira da folha inferior caindo pelo azulejo...Rriso.

 
@ - IP-MUSICA:

 
@ - Analogias:                    - “Sertaneja”, de Villa-Lobos, teria dado origem ao genial “...espingarda ta ta ta ta...”, do Jararaca (!); cf. o LP do Jararaca & Ratinho feito pelo: Museu da Imagem e do Som?


@ - Boulez, Pierre               Contenção e despojamento.

 

 @ - CAGE,  John:                "Chance" e indeterminância  +  eletrônica e multimídia.

CD “Singing Through” (Singing Through...Cage       : Singing/truckage.(20

12-97.(!!!). V. o CD, exatamente sobre isso.                  

                                              

 

@ - COMPUTADOR:        - Computador:Aquele LP que o Tangerina me passou para CD: a faixa do "sobe-e-desce/mas desce-e-sobe", com efeito ilusionista do Escher, aliás aludido no texto de contracapa : "Ilude a audição com os parâmetros de intensidade dos harmônicos individuais do expectro."( FLO p/ mim, há tempo...) [ PEDIR DETALHAMENTO E DEMONSTRAÇÃO DAQUELE ESQUEMA DE "PENTAGRAMA" QUE ELE DESENHOU PARA MIM, V.  PAPELETA A FICAR NO CD. (XEROX NO LP).

 

 

@ - EQUIVALÊNCIAS / “CORRESPONDÊNCIAS” “BAUDELAIREANAS”:

                                               Webern/Braque

                                               Schoenberg/Picasso

                                               Berg/Gris.

 

@ - [MÚSICA] MICRO HISTÓRIA DA  [ ] AO PÉ DO OUVIDO, aportes para  a.

 

 

                                    - Bartok é um grande artista menor.

- Brahms é um pequeno artista maior.

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Nota que escrevi na antepágina de rosto do livro  “Johannes Brahms” - de Claude Rostand, préface de Brigitte et Jean Massin, ed. Fayard :  "Eu diria de Brahms que é um criador, enorme!, viciado, com muito vício na linguagem: sendo um autor da época típica do melodismo, não lubrifica, e depois limpa, naturalmente, a melodia, devido, talvez, ao uso, por exemplo, da constante nota-pedal na expansão cromática. Ouvindo Brahms no carro, às 14h30 de 18-1-92. F.Menezes"

- Mahler é o Tchaikovsky sem melodia no sentido popular desta.

                                   - Conlon Nancarrow, tirante o artifício genial da aceleração do sentido filosófico do Virilio, através da pianola,  é o Leonardo Bernstein sem melodia.

                                   - Scriabin: os que não têm talento para o tonal (melodia): no começo fazem pastiche inconsciente de algo/modelo. No caso dele: O concerto de Varsóvia+Rachmaninoff (v. conc. p/ piano do Scriábine. ( PARA MINHA MICRO HIST. DA MÚSICA. Tb. o problema da "direção" (sentido,  direcionamento , que determina a seqüência "esperada", Mozart, Haydn, principalmente Beethoven).

                                               Orff é o Villa-Lobos alemão.

                                               Os "obstinados" de Orff remontam a Bruckner.

                                               Os "obstinados" de Bruckner, por sua vez,  nos allegros ou prestos, já antecipam a música minimalista.

                                               Esse vezo de Brucker já está incrivelmente antecipado na abertura de "A Clemência de Tito", de Mozart.

                                               A questão da forma determinar um conteúdo e interagir com outro conteúdo já “fomatado” : a fitinha do Paulo que encaixa outras  melodias no corpo da forma de certos concertos e peças anteeriores. VEJA TB. O FILME “ROMA” DE FELLINI, LÁ PELA 1 HORA  DE FILME, O “BOLERO” DE RAVEL  COM OUTRA MELODIA ! V. tb. Rashomon/Kurosawa, entre os 30 e 45 minutos, um “boleroderavel” . Tem outro clássico, “contemporâneo”, lá. V. com o Flo. ( Nota de uma audiência de 20-3-03).

 

V. LDs “That’s Music” , ou ‘’That’s Hollywood’’?: Judy Garland cantando Mr. Mono-Tony ( monotom = daí saiu o “Samba de uma nota só”, do Tom Jobim ) : da revista  “Easter Parade”, de Irvin Berlin. PASSEI POR ESCRITO PARA O JOSÉ RAMOS  TINHORÃO, que numa entrevista deu por descoberta sua, sem a mínima menção a mim.>>>>>>>>Confira tb. os primeiros  minutos dos “Choros n. 6”, de Villa-Lobos,  que tb. deve ter ouvido o Irvin Berlin.

 

-          Bilhete ao Tinhorão:

 

                                                -‘’ Plágio?       Dê uma adiantada até mais ou menos o n. 4680 (nos vídeos que marcam por sistema de odômetro) , ou (nos que marcam por tempo), até, mais ou menos, 1h26. Ou no III LD do That´s Entertainment”, faixa 24 : JUDY GARLAND canta e dança "Monotony", da peça EASTER PARADE, do Irvin Berlin. O narrador fala que o compositor usa de pouquíssimas palavras/notas ("a few notes”), e denominou a canção "Mr. Mono...tony  ( = mono  tone, uma só nota!).  É o   "SAMBA DE UMA NOTA SÓ" , do Tom Jobim. Apenas, a "resolução" de cada encadeamento é modificada por Jobim. Mas, nos compassos (barras) em que o tema é enunciado, a semelhança é literal. Nem é semelhança, é identidade. Confira tb. os primeiros  minutos dos “Choros n. 6”, de Villa-Lobos,  que tb. deve ter ouvido o Irvin Berlin. - (Fita 1608; Mr. Monotony, Irving Berlin: [Instrução: ao passar, na TV a Fita VHS n. 1608, do arquivo Dbase, no ponto que “inspirou (...) Tom Jobim,  filmar, do monitor, com a SONY TC – 9. e transportá-la para um LINK, aqui, nesta gaveta.)

                             .

@ - Mahler, 5ª sinf.: veja a mesma célula melódica dos dois primeiros compassos da obra : já está na  abertura da ‘’ Introduzione ‘’ da Sonata em lá menor de Paganini,  in ‘’Duos para Violino e Violão’’ , arr. De Dániel Benkö, Cd HUGARATON 7699-6.

 

                                               - “CORRESPONDÊNCIAS” BAUDELAIREANAS:  

                                               Webern/Braque

                                               Schoenberg/Picasso

                                               Berg/Gris

 

                                              

.

@ - MÚSICOS:                            O GRANDE “TEAM”:            

                                              

                               Monteverdi           Bach

                               Mozart   Beethoven

                               Schubert               Chopin   Schumann            Brahms

                               Berlioz    Wolf                       Grieg                      Tchaikovsky

                               Wagner Bruckner               Dvorak   Sibelius  (R. Strauss...)

                               Mahler  Débussy                Scriabine

                               Stravinsky           Schönberg            Berg                       Webern

                               Stockhausen        Boulez    Cage                      Berio                      Xenaxis

                               Flo (RRISO: v. meus sinais/convenções/"anotações")                             

                               Lívio (RRISO, ib. ib.)

 

@ - MÚSICA                       MOZART             V.  M  MOZART.

                                                              

 

@ - MÚSICA                        - Flat ( bemol )    sharp ( sustenido )

                                                                              - Dur (maior)        moll (menor)

 

 

                       @ - Alturas          sucessão das        cf.           SOL  LÁ  SI  DÓ SUSTENIDO

                                              

 

 

                        @ - Boulez, Pierre                               Contenção e despojamento.

 

                        @ - Cage, John    Chance e indeterminância  +  eletrônica e multimídia.

 

                        @ - Elomar – o Piazolla da música de improvisação ( repente ) do Nordeste.

 

                        @ - Festivais - (Anotação de 24-8-1985) : "Assisti à 2a. eliminatória do Festival dos Festivais, ao vivo, Porto Alegre, TV -5. Uma música fantástica...nem se classificou sequer por vaias às outras (ou por comparação) : de TOTONHO VILLEROY, "Do outro lado da rua"(!!). O autor, como flautista também, é fantástico."

                              

                        @ - Instrumentos - Ciência dos Instrumentos: Organologia. (ex.: havia um órgão portativo, na Idade Média, usado pelas Igrejas nas procissões)

 

 

                        @ - Mais sobressalentes no disco (LP) boliviano de

                                                                                              danzas   zampoñas

                                                                                              tarkas

                                                                                              kenas

                                                                                              sicus

                                                                                              pinkillos

                                                                                              matraca

                                                                                              güirro

                                                                                              caja

                                                                                              huankara (bumbo)

 

 

                        @ - Instrumentistas "clássicos":

 

                                                              

                                                               Clarinetistas         Jacques Brymer (1915).

                                                                                              Karl Leister (1937)

 

                                                               Cravistas               Wanda Landowska.

                                                                                              Gustav Leonhardt

                                                                                              Ralf  (Ralph?)  Kirkpatrick

 

                                                               Organistas            Helmut Walscha

 

                                                              

 

                        @ - Orquestra Do Centro Nacional das Artes do Canadá, regente Eduardo Matta.

 

 

                        @ - Para fundo de conversa:

                                                               The maiden's prayer

                                                               The romantic music of...(Jackie Gleason)

                                                               Body and soul "Pair words

                                                               The best pf Caiola (CD 5041 - Autor)

                                                               A fitinha do Carmen Cavallaro/Alaôr.

 

 

                        @ PIANISTAS :

 

                                                               Modelos/codificadores de mudanças de linguagem:

]                                                             Schnabel/Beethoven

                                                               Cortot/Chopin.

 

                                                               Os partiturais:

                                                                Solomon

                                                               Serkin (*)

                                                               Gieseking

                                                               Lipatti

                                                               Samson François

      (*) v. Fita 505, Rudolf Serkin, presumivelmente no fim da vida (TTRISTE). ) O grande Serkin- ainda luminoso e profundo na leitura da sonata ( n. 32, op. 111), mas sem a agilidade motora necessária para evitar os tropeços  nas escalas e a disparidade dos tempos proporcionais nos ccmpassos... Todavia é comovente – plangente mesmo – o “toque” paralelo de suas feições, entristecidas pela música, no 2º movimento! Ouça, veja e guarde como exemplo das terríveis armadilhas da idade...Logo a seguir, a juventude de Ivo Pogorelich, cuja técnica biológica pode dispensar – pode?...- a musicalidade ( que ele, não obstante, tem). Fita danada de pedagógica!... [ COMO, SOBRE TÊNIS, AQUELA DE UMA PARTIDA DE PETE SAMPAS vs. AQUELE NISEI NORTEAMERICANO QUE FOI GRANDE, PROCURE. NOTA, EM COLCHETES, DE 10-4-99. Aquilo s/ Serkin está anotado em 11-9-1993. 

                                                               Os etimologicamente mediúnicos:

                                                               Rubinstein

                                                               Horowitz

                                                               Glenn Gould

 

                                                               HOJE:

                                                               - Michael Tylson Thomas

                                                               - (cf.: o negro, discípulo de Bernstein  : André Watts (!)

 

                                                               - Pianista              - português, ouvido em 1985 : Adriano Jordão (!!!)

 

                                                               - promessa brasileira, em meu entender : a menina Pamela Carlson, 10 anos em 1996, tocou, na audição de 22/6/96, da Fundação Magda Tagliaferro (onde o MURILINHO, MEU NETO, executou de Leila Fletcher, as ns. 15-16-23),tocou, repito, uma sonatina de Beethoven magistralmente: dedilhado (!!!), dinâmica (!!!!), intensidade (!).

                                                               Um ano e pouco depois, quando, em 8-10-97, fui pagar, a pedido do Flo, a mensalidade do Murilinho, na Fundação Magda Tagiaferro, perguntei pra esposa do Ronaldo Bologna (grande regente e grande "pensador" musical) onde estava aquela menina, (Pamela) ,  ela me disse: - Olha, ela está entrando justo agora, para receber sua aula (vindo de S.José dos Campos, onde reside)! Que incrível coincidência! Coisa estranhíssima, nunca mais voltei ao local, e naquele minuto, um ano e tanto depois, me defronto com o talento. Perguntei-lhe brincando se já tocava Scriabine. Ela, bem alta para a idade, respondeu-me sorrindo, aparelho de correção dentária enfeiando-lhe a boca, que ainda não...

 

 

                                               - Quem é mesmo ARACELY CHACON? Cf.

 

 

                                               - Pianistas   (clássicos) negros USA:

                                                                              Byron Janis (é mesmo negro? Cf.)

                                                                              André Watts

 

- Pior, A – ou das piores que já ouvi em minha vida: “Bom é querer bem”, deFernando Lobo, por Dolores Duran ( dois caras geniais!...) , não sei se devido ao meu humor ou se devido à interpretação, anotei no caderninho em 23-11-1984: “ A pior música que já foi feita no Brasil. Junto com o Concerto para piano n. 2 de Liszt, forma o duo máximo do mau-gosto mundial.”

  

                                   - Plágio?  - Dê uma adiantada até mais ou menos o n. 4680 (nos vídeos que marcam por sistema de odômetro) , ou (nos que marcam por tempo), até, mais ou menos, 1h26. Então JUDY GARLAND canta e dança "Monotony", da peça EASTER PARADE, do Irving Berlin. O narrador fala que o compositor usa de pouquíssimas palavras/notas ("notes"), e denominou a canção "Mr. Mono...tony  ( = mono tone, uma só nota!).  É o   "SAMBA DE UMA NOTA SÓ" , do Tom Jobim. Apenas, a "resolução" de cada encadeamento é modificada por Jobim. Mas, nos compassos (barras) em que o tema é enunciado, a semelhança é literal. Nem é semelhança, é identidade. Tirei cópia do VHS e cedi-o ao José Ramos Tinhorão, que citou o achado num programa de televisão como sendo dele, sem a menor referência a mim.

                                    - Villa-Lobos, Choros n. 6>>>>>>>>Irving Berlin, cf...

 

                                   - Russollo, Luigi:               ( Intonarumori>>>arco enarmônico >>> rumorarmônio ( russolophon).                                                                                             

 

- Tchaikovsky ; “As Estações”, “orquestração de Alexande Guenashi ( soou

assim), reg. de Eugene.....?, Cultura FM 30-3-84, prog. 11/12h: PUNHETA BELÍSSIMA SOBRE UMAS VALSANTES ESTRUTURAS ESGARÇADAS DE NOSTALGIA E SERENIDADE À ELGAR (= a la Elgar...) PARA (SIC) A LA WAUGHAN WILLIAMS...

  

- Valsa op. 40, n. 8, de Tchaikovsky, com Isabel Mourão ! (1985)

 

                                   - Voz caracteríticas        GIGLI     Sua voz -- e a de Placido Domingo hoje em dia -- tem a característica de destacar, a cada nova frequência (frase/"alturas"), o ataque. (Gigli: defeitos: arroubos e soluços)

                                    CALLAS ( in Word / F- Fitinhas / Fitinha 14, lado A, tacômetro in 170/183:  Digo, ouvindo Callas, que ela canta como se tivesse uma batata doce [ quente ] na boca. Que balança pra burro. Timbre horroroso. Ficou famosa pq. Era famosa porque estabeleceu  um approach na base da beleza, do charme pessoal, era temperamental, bela, sestreira... A vida pessoal tb. Ajudava muito, amava os ricos, tinha uma boca larga, a boca larga aparece muito em sociedade, aquela boca tipo Cláudia Matarazzo, tipo Mendes Caldeira, a socialite. Juntou-se ao Onassis... aí então a coisa melhorou pro lado da mídia... mas era uma cantora medíocre>>>>>>>>>[ NOTA DE 1999: NOSSA, COMO REVEJO ISSO AGORA!!! ]

 

@ - Música POP - Cindy Lauper.

 

                                    - Onde Totonho Villeroy (Festivais) ? v. supra, Festivais.

 

                                    - Sempre Ângela, c/ Ângela Maria , de Moraes Moreira e Paulo Leminski (!!), anotação de 19-3-1985.

 

                                   - Trompetista ENRICO RAVA (!!!) , discípulo de Miles Davis (28-5-85)

 

@ - Música – “MICRO HISTÓRIA DA MÚSICA AO PÉ DO OUVIDO” (aportes para).

  

@ - Música  - “PEQUENA HISTÓRIA DA MÚSICA AO PÉ DO OUVIDO”:

 

                                   - Bartok é um grande artista menor.

                                   - Brahms é um pequeno artista maior.

                                   - Mahler é o Tchaikovsky sem melodia no sentido popular desta.

                                   - Conlon Nancarrow é o Leonardo Bernstein sem melodia.

 

                                   - “CORRESPONDÊNCIAS” BAUDELAIREANAS: 

                                   Webern/Braque

                                   Schoenberg/Picasso

                                   Berg/Gris

 

                                  

                                   Orff é o Villa-Lobos alemão.

                                   Os "obstinados" de Orff remontam a Bruckner.

                                   Os "obstinados" de Bruckner, por sua vez,  nos allegros ou prestos, já antecipam a música minimalista.

                                   Esse vezo de Brucker já está incrivelmente antecipado na abertura de "A Clemência de Tito", de Mozart.

 

                                   Sinf. 65 de Haydn, minueto: a agulha em microssulco com defeito: ouça.                       .

 

 @ - Músico           - Maria Isabel Guimarães606-4830pianista/s/contrabaixo/23-97/indiquei Waldek.

 

@ - Músicos:         - Boulez, Pierre Contenção e despojamento.

 

                                   - Brahms, um grande gênio que, quando fica chorando de cá pra lá, não sabe pr ‘ aonde ir. ( chorando de cá pra lá, não sabendo pr ‘aonde ir ).

 

- Cage, John "Chance" e indeterminância + eletrônica e multimídia.

 

 

@ - Músicos:        O GRANDE “TEAM”:       

                                  

                        Monteverdi    Bach

                        Mozart            Beethoven

                        Schubert        Chopin           Schumann     Brahms

                        Berlioz            Wolf                Grieg              Tchaikovsky

                        Wagner          Bruckner        Dvorak           Sibelius          (R. Strauss...)

                        Mahler            Débussy        Scriabine

                        Stravinsky      Schönberg     Berg               Webern

                        Stockhausen Boulez            Cage              Berio              Xenaxis

                        Flo (RRISO: v. meus sinais/convenções/"anotações")             

                        Lívio (RRISO, ib. ib.)

 

 

@ - Mutantes, Os – com as crianças – xerox – PASTA 4. (nota de 14-4-06: Já escaneado, cf. “Scanners Caseiros, 1”.

 

 

@ - Nenhuma melancolia é maior que uma melancia

            Nenhuma melancolia é maior que uma melancia

                Evidente que meu poeminha é homenagem a Cabral, para quem um abstrato (melancolia) era menos importante que uma concreta melancia...e esta palavra está, visualmente, sem excesso, toda contida dentro daquela. Daí o hipo-ícone verbal.
            Quanto ao hipo-ícone verbal, é aquilo que Peirce chama de vizinhança com o representado no significado, quase uma redundância.
Então, quando dou, cabotinamente, meu poema homenagem a Cabral, de uma só linha, como exemplo de hipo-ícone verbal ( "Nenhuma melancolia é maior que uma melancia" ) , dou-o como exemplo de um hipo-ícone verbal, vizinho dos trocadilhos visuais, ( meu “Relações Anteriores" / cara do Magalhães Pinto no joelho de minha mulher, livro sem título, “In Verso” no prefácio de Ronaldo Azeredo, Edições Invenção, 1972) e que já são conhecidos, com esse expresso nome, desde a época de certas gags de Harold Lloyd, conforme se vê da coleção em vídeo-laser "Hollywood - a Celebration of the American Silent Films", Thames Video Collection / Image Entertainment, LaserDisc, seven disc set, side 8. Afora terem sido pespegados, na literatura, em certos poemas de configuração caligrâmica até da poesia barroca e preciosa.

 

            (NOVA VERSÃO):

Nenhuma melancolia é maior que uma melancia

            Evidente que meu poeminha é homenagem a Cabral, para quem um abstrato (melancolia) era menos importante que uma concreta melancia...e esta palavra está, visualmente, sem excesso, toda contida dentro daquela. Daí o hipo-ícone verbivisual.   Quanto ao hipo-ícone verbivisual, é aquilo que Peirce chamava de   vizinhança com o representado no significado, mas por via de ilusão do continente, manipulado mais por quem olha do que pelo objeto olhado.Quando dou, talvez cabotinamente, meu poema homenagem a João Cabral, de uma só linha ( "Nenhuma melancolia é maior que uma melancia" ) , como exemplo desse tipo de ícone,  dou-o como exemplo de um hipo-ícone  vizinho dos trocadilhos visuais, ( meu “Relações Anteriores" / cara do Magalhães Pinto no joelho de minha mulher, livro sem título, “In Verso” no prefácio de Ronaldo Azeredo, Edições Invenção, 1972)  e que já são conhecidos, com esse expresso nome, desde a época de certas gags de Harold Lloyd, conforme se vê da coleção em vídeo-laser "Hollywood - a Celebration of the American Silent Films", Thames Video Collection / Image Entertainment, LaserDisc, seven disc set, side 8 / Harold Lloyd. Afora terem sido pespegados, na literatura, em certos poemas de configuração caligrâmica até da poesia barroca e preciosa.

 

 

@ - Nílton de Castro:   PASTA 6.

                    - Mas há melhor na PASTA “XEROX”.

 

@- Notas – referências, relações ( em rodapé ou no texto) :

-          Sobre o Décio Pignatari:( “Um cão de lata  ao rabo” / Machado= semelhança com aquelas páginas do Décio que digo que valem toda a trinca concreta. / Hipérbole..., cf. nota sobre o DP, no começo do texto)

 - V. se está referenciado o grande achado de José Paulo Paes sobre o Bandeira/poeta menor menor menor menor menor menor ( ouve-se “enorme” se repetindo). INDAGAÇÃO DE 29-8-00. Resposta: JÁ>>>V. Nota 2 de rodapé, da Introdução; 29-8-00)

 

@ - Novela coletiva       Em Cuba, v. a carta do Pedro Juan Gutierrez, 3 de enero 90.

 

@ - Oléa, Hector  “x” Orlando Marcucci documentação – para a personagem de Arthur de Oliveira – conto sobre o incesto ( no meu conto!... : ) do Machado de Assis : PASTA 3 )

        

@ - Onde? :               ( PROCURAR NAS SACOLAS *1 e *2, PERTO DA PORTA DA BIBLIOTECA E TAMBEM NAS PASTAS JÁ NUMERADAS, V. INÍCIO DESTE ARQUIVO. Nota de 19-3-03: as Sacolas *1  e  *2 já foram utilizadas e inutilizadas )

-          Carta minha ao Magalhães Pinto para encaixar no texto, quando estou falando sobre fisiognomia / fotogenia. - Relacionar isso tudo aos exemplos que mencionarei do livrinho- "Hu-mains", um deles já escaneado, Fig. 37 do CD-ROM ( mãos antropomorfizadas) . SERVE PARA ILUSTRAR TAMBÉM MEU VEZO DE FAZER COM OS DEDOS, PARA OS NETINHOS, "O HOMINHO". TB. PARA MEU POEMA DO BARREIRA, AQUELAS FAMÍLIAS EM MEUS DEDOS, CF. O CATÁLOGO ORLANDO. Carta achada em 20-6-2003. Está na Pasta n.  1.

- “Clóvis” – arte final original. PASTA 6. JÁ ESCANEADO. JÁ INSERIDO NO TEXTO.

-“Poema dos lescentes” -  fotos originais.PASTA 6. Tb. Nessa pasta, escovas de dentes, para analogizar com o poema. PASTA 6. JÁ ESCANEADO. JÁ INSERIDO NO TEXTO.

- Revista-livro “POLEM” ( facas...)

                   - Xerox do “Até tu, Menezes?”

- Xerox do “Golcristo”.

- Xerox do “Monalíveo”. ( JÁ ESCANEADO, NO MEU SCANNER. VEJA “Gerenciador de Arquivos” / “Scanners” )

-         Recorte-reprodução de uma bailarina de Degas, que selecionei desde o princípio para ele apontar como sendo dele ( “ Aquela ali é do degas aqui!” ) = PASTA 6.

-         Willy chupando “Ar-se” ( FOTO disso).

 

***

 

@ - Odisséia, Sá da Costa, vol. III, p. 186 ss., "dia de seis meses".

  

@ - Onomatopéia          - V., n´ "As viagens de Gulliver" (Jonathan Swift) os cavalos que tinham características de humanos, os Houynhnms ( = é o relinchar . Pronuncie, que ouvirá o perfeito relinchar ). (Os Yahoos eram os humanos com características de animais).

                                               - Clop clop clop ( cavalos, cf. Pauline Kael ).Acho que não é melhor que o nosso ( BR) ...pocotó, pocotó, pocotó, pocotó...( Ou, no trote, clop, clop, clop...e, no galope, pocotó, pocotó, pocotó...)

                                               - LP de Webern, valsas vienenses arranjadas por ele: na contra-capa, onomatopéia de valsa, coisa valsante.

                                               - pssüüuuht t !!! (Beijo da Elza pro Flo, e-mail de 13 ou 14-3-08.)

                                               -      “- Sssshhh!...” (Mandando calar, baixinho )

                                               -  “Reolando [ SILVEIRA ] , conforme prometido, seguem os links referentes a Marighella. A ficção "Batismo de Sangue" é muito bem feita e extremamente fiel; e emocionante.
    Abs. Menezes,  AAAAAAAAAAAA~~~~ããããã~~~~~~~~AAAAAAAAAA!!!
 (* seu gúturo-rino-vizinhanço urro nas merencórias noites d´antanho, à minha janela!)

                                - LP de Webern, valsas vienenses arranjadas por ele: na contra-capa, onomatopéia de valsa, coisa valsante.

 

                                               - ( Os criadores de piadas são os maiores gênios da Literatura (assim os considero). Quando rarissimamente faço uma, fico muito feliz.

Como acho que estou entrando pela decadência, hoje:  ?/  2014, fiz uma onomatopèiazinha ( uma parentezinha pobre...) que me agradou:

 

in  in  in  in  in  in  in in

(Meu carro novo não pegando)

 

@ - OVER ACTING Ator Forest Whitaker, do “Bird” e do “Último imperador da Escócia”: é tal seu over acting, que a gente vê claramente ( também na ponta do “Prêt-à-porter”, do Altman) que ele assiste enquanto representa. Para isso também deve contribuir seu tipo de estrabismo, que impede contracenar, desviando-o do objeto interlocutor...[ Pedro Collor, em sua entrevista fatal, que derrubou o irmão da Presidência (1992, cf. arquivos de TV), falou o tempo todo olhando para o vazio, que havia  ao lado do interlocutor, como se estivesse pondo à prova si mesmo. Era também, em minha opinião, um tipo de estrabismo, físico mas não tanto, que denotava esse over acting na vida real]

 

@ - Ovídio, Metamorfoses, colocar na melhor edição: o melhor tradutor, Arthur Golding, apud Pound.( Nota de 11-01-01: anotei da versão que comprei recentemente, 20-12-2000, de Bocage, ed. Hedra)

 

@ - Paintbrush - , alguns desenhos meus – xerox – PASTA 4.

  

@ - Palavras:        @ - PALAVRAS       ANALÓGICAS          AFINS

                                   felação e cunilíngua

                                    

Palavras / EXPRESSÕES / REGIONALISMOS / ETIMOLOGIA:

 

                                   - Porre            = poire, fr., aguardente fortíssima com "descida" branda, William's, p. ex.

 

                                   - Arredar        = "- Arrede, homi!" ( por extensão do "- Avante!") = talvez de  AHEADY.(Lembre-se das companhias inglesas e americanas no norte/nordeste. V. a novela das 8, A INDOMADA.)

 

                                   - Baião           = baião, uma sanfona cujo nome vi na versão italiana, repetida na tradução brasileira, do DR. JIVAGO, do Pasternak.

 

(NOTA: "FORRÓ" parece-me um rebus muito

bem bolado de for all, baile para todos, onde

senhoras, senhores e mucamos bailavam, em

oposição ao baile privado das casas grandes.

Isto porque Antenor Nascentes diz que forró é

corruptela de forrobodó.)

 

                                   - Casa da Maria Joana :     Casa da mari huana, marijuana,  maconha, bagunça tudo?...então é casa de "maria joana"...   CONFERIR.

 

                                   - Rock of Ages = Jesus.

 

                                   - Cuspida e escarrada        ?: corruptela da expressão "esculpida em carrara" ( metonímia de mármore de Carrara)

 

-         Ffolliott (?)

 

 

                                   - SANTO Casamenteiro das velhas: São Gonçalo do Amarante ( amar...antes! )

 

                                   - V. no Melhoramentos em 5 vols., apê:           faioderma

                                                                                                                      eretômano

                                                                                                                      boquirroto.

 

-         V. se no meu "Tesouro da Juventude", no apê, na página de rosto está "entretimento" (válido!) em lugar de "entretenimento".No do Willy está, visto hoje, 30-7-99.

-          

 

@ - Palavras / Jogo de:           O arrojado rojão de Rojas. (aquele goleiro, chileno?)

                                                           O Iraque faz áraque de araque.

                                                           O burro murro no muro. (de Berlim)

 

 

@ - Palavras-valises:    cf. “Ralentir: mots-valises!” / Alain Finkielkraut – junto aos livros de Lewis Carrol.

 

 

@ - Palhaço holográfico – picadeiro e palco ao mesmo tempo, na vida do americano médio ( cf. ref. Escrita) Cassavetes, John (verbete:!, do CDR Blockbuster), cf. o "meu"  "estilo americano" (de dizer / agir), Deus por eles, o complexo de superioridade que permite ironia insólita, até pecadora,!, V. o VERBETE!) ( >>>          meu ensaio s/ o palhaço holográfico, cf.

                                               ( @ -  CD ROM: - "CINEMA / BLOCKBUSTER":

                                   - Estudar os seguintes verbetes ( NOTA DE 26-12-99: TICÁ-LOS COM A LISTA IMPRESSA, V. SACOLA*1 ou *2 – LIVRO [ Nota de uma revisão de 19-3-03: as Sacolas *1 e *2 já foram devidamente utilizadas e inutilizadas ) E MOSTRÁ-LOS AO CID MARCUS, NÍLTON e PHILA:                                                   

                                                               - Bresson.

                                                               - De Palma

                                                               - Sam Peckinpah.

                                                               - Samuel Fuller, biog. : mostrar ao Nílton.

                                                               - Starecwicz

                                                               - The typewriter, the rifler and the movie camara.              

                                                               - Vertov

                                                               - John Malkovitch

                                                               - O mistério de Oberwald.

                                                               - Pedro  Mico (conceito s/ Embrafilme!...)

                                                               - Orson Welles.

                                                               - Visconti, !

                                                               - John Cassavetes (!, o "meu" "estilo americano", Deus por eles, o complexo da                                                                superioridade que permite ironia insólita, até pecadora! V. O VERBETE!...)

                                                               - Jacques Becker.

                                                               - Análises dos filmes do Antonioni.

                                                               - Kubrick (análise: !!!!!!!!!!)

                                                               - Hitchcock (análise: !!!)

                                                               - Stalin.

                                                               - Robert Duval.

                                                               - Clint Eastwood ( a dif. de seus olhos com os de Gary  Cooper...)

                                                               - Claude Lelouch ( !!! )            ESTE VERBETE LEMBRA DEMAIS  O ESTILO DE PAULINE KAEL, NAQUELE RESÍDUO APOCALÍPTICO DO ENCARAR NORTEAMERICANO, CIFRADO-INDUTIVO.  Visualmente falando, localize no IP-INTRODUÇÃO, que é o LIVRO propriamente dito ( i.e., o corpo do LIVRO) , a passagem sobre o filme do Clint eastwood em que ele salva um cidadão que quer se atirar do alto de um prédio, e mobiliza  toda uma multidão, que talvez ficasse indiferrente a um holocausto urbano...

 

 *****

(Nota de 24-4-03: V. De Mille (CDRs et al.) , se acha algo correspondente à vida USA como enfocado por Inácio Araújo na p. E2 da Folha de 17-4-03)

 

@ - PaPiroPirâmides “Monopol, do boneco do livro de 1972 (faca na capa) – V. SLIDES, de um final desprezado, hieróglifo-criptográfico de palavras e figurinhas de “Alma” / “Cama” / “Lama” , figurinhas cripto-hieróglico-egpcíacas, compatíveis com o fulcro do poema “PaPiroPirâmides ´Monopol`” e a que chamei, na época, LOGOCRIPTOGRAMAS.Referidos slides: PASTA 5.- NOTA : V. FILMADO POR MIM E PELO PAULO RAMOS MACHADO, EM SUA CASA, 1999, NAS FITINHAS DA FILMADORA E NAS VHSs.

  

@ - Parodiando ViniciusCUIDADO! AQUELE CUIDADO QUE ANTECEDE OS E-MAILS PORNOGRÁFICOS, PRINCIPALMENTE COM SEXO EXPLÍCITO, QUE A GENTE RECEBE DIARIAMENTE)        

 - Em outra vida, gostaria de ter:

                                   1 - 0 pinto um pouco mais grosso e longo ( TODA MULHER ADORA !  NÃO ADIANTA TAPAR O SOL COM A PENEIRA, COM ESSAS LOROTAS DE QUE NADA DISSO IMPORTA, O QUE VALE É O JEITINHO , O CARINHO, O BOM TRATAMENTO... CONVERSA !: O PAU GROSSO E GRANDE FAZ ELA SOLTAR O ANTOLÓGICO E IMORTAL, INSUBSTITUÍVEL  “- Ai, põe tudo, põe tudo, põe mais, põe tudo ( ó God !, oh God, my God!, as de língua inglesa, cf. filmes ditos pornô ). NADA SUBSTITUI. - Só o Amor!...

                                   ...que substitui o Sexo pela Vergonha, inversão atávica insensata...

                                   2 – O domínio da língua inglesa, falar fluentemente, recitar em voz alta (lógico), em inglês!... Isto me dá uma nostalgia horrível.  (Nostalgia= saudade de uma coisa que não se chegou a ter)

 

@ - “Para viver um grande amor”:   - Partitura do poema está na sacola onde estava o gravador cassete.  NOTA: V. A PARTIR DE PASTA N. 9 ( OU 8 ).

 

@ - Pastas:

 

– 1 -   “O Fauno e a Flora” – título – arte final – Aninha.

 

Rimbaud / Rainbow”- negativos.

 

Carta a Magalhães Pinto quando senador, a respeito do poema “Relações Anteriores / Beforeign Affairs”.

 

 

– 2 -    Marcucci, Orlando – fotolitos do catálogos das exposições.

 

- Fotos, algumas. ( Aqui o PEDRO JUAN GUTIÉRREZ comigo  e com o Phila. Foi meu hóspede em 1988. )

 

- Cartinhas familiares.

- Poema , dec. 50?, 60? “O mel; da abelha sem o amargo voo”

 

– 3 -    - “O lago dos signos” – pauta musical.

- “Três insights na vida glamorosa de Estáquio Parreira”:

Foto do Barreira com a Dora – v. o “pré-retrato”.

-          Carta confidencial do Barreira.

-          Desenho original do “pré-retrato”.

 

- “Todôs”, poema – o granulado.

 

- Delegacia de Polícia de Gália – ( seria a capa ) – foto  xerocada.

 

                ( OS ELEMENTOS SUPRA FORAM RETIRADOS DA PASTA VERMELHA... V. ONDE ESTÃO! NOTA DE 20-6-2003).

 

- Revista “Ambiente” / Cetesb – um exemplar.

 

- Pignatari, Décio :

- 2 analogias “Gremlins”.

- Livro Poe.

 

- Polaróides – “retratos” / xerox. Tirei algumas para scanner.

 

- Oléa, Hector  “x”  Orlando Marcucci – documentação –    para a personagem de Arthur de Oliveira – conto sobre o incesto ( no meu conto!...) de Machado de Assis.

 

- Marcucci, Orlando – seu Dante – ( Tirei algumas xerox para scanner, em 21-12-99. VER UM NA PÁGINA 111 DO DANTE / SCARTAZZINI.

 

– 4 -                   - “O lago dos signos” – concepção – rev. ÍRIS.

 

- As crianças:        ( xerox )                                 Flo malandro.

                                                                                              Cris gordinha.

                                                                                              Phila careteando.

- Anões – revista sobre.

 

- Eu / coração de Jesus                        - xerox.

 

- Boulez em São Paulo com o Flo.     - xerox.

 

- Mutantes, Os. – com as crianças.    - xerox.

 

- Paintbrush, meus desenhos no.      - xerox.

 

- Damata  Magalhães, M. – o do jardim da Biblioteca – cartão.

 

- Luciano Centofanti – sua análise de meu caráter / jovem.

 

– 5 -                   - Capa do livro – fotos ( diapositivos ) do Castor.

 

- “Slides”: - do Poema hieróglifo-criptográfico da “Alma” / “Cama”/ Lama” – seria o final do “PaPiroPirâmides ‘Monopol’ ”. Figurinhas cripto-hieróglifo-egipcíacas, compatíveis com o fulcro do poema PaPiroPirâmides "Monopol" e a que chamei, na época, "logocriptogramas".

     - do boneco do primeiro livro.

                                   - Do portrait que fiz de Caetano Veloso, segunda metade da década de sessenta. ( Negativo original, negativos reproduzidos pelo Castor em janeiro de 2001, com inversão preto pra branco )

 

- Cassetes, fitas : -  3 - Entrevista com Fernando Rios.

-  2 - “Menezes”.

-  3 - :                     21-COLL.

                                               172-COLL.

                                                                                                  19-S-EMI.

(NOTA DE 20-6-03: ESSES CASSETES FORAM RETIRADOS DAQUI. ESTÃO EM OUTRO LOCAL OU PASTA. )

 

            Magalhães Pinto – foto gigante do poema .

 

- 6 -     - Botticelli – pranchas VI e VII, “Alegoria da Primavera” – para fundo do relógio de “O Fauno e a Flora”.

 

                - Lá  se contém recorte de jornal – visão “nouveau” do “enrabamento”.

 

                - Negativos dos referidos.

 

                - “VYVYAM A CARTESIANA” – partitura do Willy Corrêa de Oliveira.

 

                - “VYVYAM A CARTESIANA” – partitura completa.

 

                - AMBIENTE, rev. da CETESB.

 

                - Catálogo exposições do Orlando Marcucci.

 

                - Xerox do desenho, ampliado, do meu portrait do Nílton de Castro. HÁ MELHOR, PARA O SCANNER, NA PASTA “XEROX”.

 

                - Degas – ela! – para o poema “Aquela lá é do Degas aqui”.

 

                - Jânio – espécie de original.

 

                - Clóvis – arte final.

 

                - Rainbow – negativos.

 

                - Foto ORIGINAL da Delegacia de Gália.

 

                - “ Todôs ” – exemplar melhor – para REESCANEAR.

 

                - Poema dos Lescentes – um exemplar a avaliar.

 

                - Escovas de dentes/pessoas – para analogizar com o Poema dos Lescentes.

 

                - O Lago dos Signos – esquema primeiro, original, feito no bar com o Hector Oléa.

 

                - TABINHA – negativos.

 

                - CARTAS:            - A Augusto de Campos.

                                               - A Raduan Nassar – vários esquemas, um deles orientado pelo próprio Raduan.

                                               - A uma jovem poetisa, Georgia Preotescu.

                                               - A Pedro-Juan Gutiérrez.

 

                - Alfabeto vertical / Décio Pignatari...

 

                - PHILA pelo ORLANDO – ORIGINAL, !!!

 

                - Desenhos meus: - do Fernando Rios.

                                               - do Drimmond.

                                               - do Ronaldo Azeredo.

               

- RONALDO AZEREDO – original (autógrafo) do prefácio/autobiografia de seu Livro Total ( cf. se não está dentro da apresentação do Augusto)  e que ele dera a mim para integrar meu Livro.

 

- RONALDO AZEREDO – conto da adolescência, que me “confidenciou” – acho que ainda está inédito – e conto “Rapaz & Copacabana”.

 

- TRAMPOLÍNGUA – analogia para o poema.

 

                               - NÍLTON DE CASTRO – poema dele com meu portrait dele estampado.

 

                               - ORLANDO MARCUCCI – coisas (portraits) não muito boas...

 

                               - MALLARMÉ – sobre; apud Martino.

 

                               - JOSÉ OLYMPIO BORGES e MARIA ESTHER MACIEL – meu poema sobre sua união.

 

                               - “ Poema sobre um quadro de Orlando Marcucci ” – partitura.

 

                               - NÍLTON DE CASTRO – poema “Chez Menezes”.

 

                               - “ PARADOXO DE BERTRAND RUSSELL, VERSÃO PRÁTICA DO ”.

 

- “Poema sobre um quadro de Orlando Marcucci” – partitura do Jornal do Brasil.

 

- Entrevista de Gilberto Mendes no Joornal do Brasil de 25-5-76.

 

                               - POEMA DO AVIÃOZINHO DE PAPEL – anteprojeto.

 

                               - PASTA AZUL – dentro com o melhor “ Clóvis ” – o do fotolito.

 

- 7 -   PRIMEIRA FITA CASSETE - Fita cassete, regravada, de 3-fev-96 

-        EU e ORLANDO em 1978.

-          BANDEIRA, Américo, tocando as valsas em casa, 1978.

-          Diógenes, 1979,. Mamãe tb.

SEGUNDA FITA CASSETE – que condensa as microfitas mais a que está no Sony do quarto e:

-          Bebê (FLO) tocando meu LAGO DOS SIGNOS.

-          EU cantarolando com rotações alteradas, para  um papo até para um a provável poesia sonora.

-          Papo sobre uma ÓPERA que ia fazer com o Willy – há esquema em papeleta rosa.

TERCEIRA FITA CASSETE  - Festival Música Nova, Santos, déc. 70. No final do lado A, “Vyvyam a Cartesiana”, analisada pelo WILLY, que também discorre sobre minhas tendências literárias. Esta tb. é uma fita recopiada. Lado B, WILLY , sobre meu poema e sua música no poema. MAS, VEJA VERDADEIRO SENTIDO, NO LOCAL

QUARTA FITA CASSETE     - de 1978 ou 1979 – recopiada? – sobre GLENN GOULD –

- Início com CAIO PAGANO  ( Lado A).

                                               Juntar isto com aquele “pacote” que só tem fitas e coisas sobre Glenn Gould  - Papo com CAIO.

                                               Passar para o capítulo, do Word,  IP-Glenn Gould, para desenvolver no Livro.

                                               - Lado B                                 – Sobre XADREZ.

               -  ORLANDO me analisando vitalmente.

                               40% do restante da fita, nada gravado.

Dentro de um livro , “ A VIAGEM DE PEDRO ÁLVARES CABRAL”, de A  Fontoura da Costa , estão desenhos ou figuras originais, que já foram escaneadsos ( 90% já transportados para o corpo do Livro) :

-          CONFERIR SE NÃO FORAM  TIRADOS, PARA VOLTA A SEUS LUGARES DE ORIGEM:

-          O Drumond de 4-2-55>>>para um livro dele.

-          Os Collor de jornais, para voltear o teatro de rosto da Elza / Collor.

-          As duas fotos da Elza / Collor>>>>JÁ FORAM ESCANEADAS.

-          O Ronaldo, original, fiz na casa do Volpi. Atrás um “Magnífico” do Augusto de Ca,pos.

-          Meu Joyce de minha lua de mel.

-          Meu Oswald de revista, todo comido por cupim ou traça, com o apêncide de portrait de minha autoria.

-          Fotos polaróide da Elza / Gueixa.

-          Ib., Elza / Borges, pegada a duas fotos de Borges. Ela faz a cegueira e o sorriso borgeanos.

-          Folheto da Poesia Intersignos / Phila, onde há uma ótima reprodução do Magalhães – Relações Anteriores, do primeiro livro.

-          Inspiração para o espelho do Relações Anteriores, com o Ministro Falcão / Período Militar.

-          Fotos do Magalhães Pinto que estavam noutros lugares. >>>> semelhança com o JOELHO.

-          Jornal da Tarde com foto do JO SOARES usando meu Relações Anteriores, que havia saído na capa da antiga ilustrada da Folha ( QUE ERA O CADERNO DE CULTURA DA FILHA).

-          Fotozinhas de um TAXI.

-          Projeto de logotipo do TBC, lembrando a alça de mira ( terceira fase do poema MENOS MAU MAIS MAO.

-          Foto do poema ZEN, com o Pedro Xisto olhando.

-          Oiriginal do “Sabedo(ria) – dom de Deus.

- 8 -   -       GLENN GOULD           - MATERIAL – ESCRITO e SONORO  sobre.

-          Assinatura  minha  ( para carimbo).

-          Polaróides alto-contraste:                         

-          Eu.

-          Ricardo Quintiliano.

-          Zelão.

-          Morato.

-          Orlando (aquela!)

-          Fiaminghi (aquelas!)

-          Etc. (sextaferinos)

-        FOTOS:        - Déc. 50.

-          Viagem cidades históricas de Minas, déc. 50, Eu, Percy, Zelão e Nílton de Castro.

- FOTOS de coisas e obras do ORLANDO, tiradas por mim. Veja a “Demoiselle d´Avignon” dele, em cuja moldura há um trocadilho de meu próprio punho ( onde andará o quadro? pergunta de 27-4-2002). VEJA SE ESCANEIO COM  AQUELA “MÁSCARA” ( COMO FIZ NO QUADRO DELE A QUE CHAMO DE “DANTE”) , PARA ACENTUAR A FIGURA PICASSIANA QUE HÁ NA “RAMAGEM”.>>>>>>> FOTOS TIRADAS DAQUI EM 20-6-03, PARA PASTA OU MAÇO DE COISAS PARA ESCANEAR.

 

- FOTOS de meus desenhos do “Paintbrush” ( v. lá, para ESCANEAR tb., a “leitura que meu desenho faz da famosa exposição da Amélia Toledo ).>>>>>>FOTOS TIRADAS DAQUI EM 20-6-03, PARA PASTA OU MAÇO DE COISAS PARA ESCANEAR.

-          ENTREVISTA minha na Folha, com tipos bem grandes.

-          WILLY  - dois textos que vou encaixar no Livro. Um  é sobre a morte do ORLANDO.

-          “ CÉUMAR” – foto de uma “mulher ronaldo”.

-          POEMA “ Hommage à Duchamp XI” , meu “Monalívio”, sobre Lívio Tragtenberg.

-          Ao Nilton que pombo´correio dos condores ( sobre união do Zé Olympio BORGES com a Maria Esther  MACIEL – Borges & Maciel in MG/BR – based on a true story).

-           

         – 9 - Foto de Bill Clinton & família = para ilustrar a “Teoria da Impregnação Fisiológica”, citada por mim  no ensario s/ a Acad. Brasil. De Letras. O cachorro adquiriu a cara da Hillary! = LAVATER ( ! “x”).>>>> FOTO TIRADA DAQUI EM 20-6-03, PARA PASTA OU MAÇO DE COISAS PARA ESCANEAR.

 

         - Abat  j  Our        - original, para projeção na parede, através de um “abajur”.

                - Caça-borboletras               - original. ( Junto com o poema de cima, presos ambos entre papelões unidos por elást.

                - Rimbaud / Rainbow, original, já exposto na Exp. Poes. Intersig. 1985. Já escaneado e reproduzido na primeira impressão parcial do Livro. ( Atrás dele: o projeto do “espelho partido” ..........(cf.).

- Capa de trás ( quarta capa) do Livro – foto Castor do portrait meu do Orlando.

- Xerox portrait referido.

- Willy Corrêa de Oliveira – manuscrito com exegese ao Ronaldo Miranda e Edino Krieger da música sobre meu poema “ VYVYAM A CARTESIANA” – NUM DOS CADERNOS “DÉCADAS” ESTÁ MINHA TEORIZAÇÃO SOBRE  oaristo / aoristo ( o poema Vyvyam ).

- Orlando / polaróide minha.

- Jornal VIVA HÁ POESIA.

- Revista  HU-MAINS.

- Catálogo da segunda exposição do Orlando.

                         - DANTE do Orlando – montagem (xerox) .

                   - Encartes do Livro – PaPiroPirâmides Monopol – já queimados, e que servirão para ilustrar radiografias do Egito.

                   - Publicação oficial ( cf...) poema / música – Gilberto Mendes s/ meu “Poema sobre um quadro de Orlando Marcucci”.

                   - CARTAS:           - a  FLOREG.

                                                               - a Villari-Hermann.

                                                               - a Raduan Nassar.

                                                               - a Georgia ( jovem poetisa, “Carta a uma jovem poetisa”) filha de Marcel Preotescu, presidente da Cetesb, fins década de 70, de quem fui assessor e, porisso, me tornei grande amigo, boêmios!...).

                                                               - A Cris.

                   - Esquemas do carimbo do Livro ( do poema “PaPiroPirâmides...).

                   - Original do “Enigmao”.

                               - Avulsos ( desenhos ).

- DUNHILL – um estojo de camurça – p/ o poema!

- Fotos e Desenhos avulsos.

                               - Maioria dos ORIGINAIS e CHARGES, PORTRAITS e DESENHOS ( já escaneados ).

 

         – 10 - CADERNOS  de várias décadas ( MANUSCRITOS) , com tudo que parecesse projetos, pensamentos, filosofias, para “um Livro”  que eu viesse a escrever...  (NOTA DE 20-5-06: RETIRADOS OS CADERNOS( 2 ) , PARA INÍCIO IMEDIATO DOS TRABALHOS).

- Poemas – recortes – idéias afins. ( Compreendem-se nos CADERNOS?, cf.)  ( DE UMA REVISÃO DE 14- 3- 2003, COM A MARIA DARK ).

 

       11 – - ABECEDÁRIODe idéias, definições e ... coisas.

(Nota de 20-6-03: O restante dos itens a seguir foram transpostos para outras pastas, ainda sem número, ou maços por coisas a escanear):

                               -  Mao Tsé-Tung – foto em DER SPIEGEL, capa, 11 de janeiro de 1971. Meu “Enigmao” já estava feito ( publicado no livro em 1972) e é incrível essa semelhança.

                               - Jânio Quadros ( vereador? prefeito de SP? ) inspeciona um concurso público, no qual o poeta Nilton de Castro ( cf. no LIVRO) tirou o primeiro lugar – veja-o na foto, na extrena direita, cabeça no nível da cortina.

                   - Jânio Quadros – foto – retransmutação com Villari-Hermann – olhar de cabeçada, o olhar totalitário-messiânico : acredita no que diz e enxerga súditos em todas as camadas (faixas) , porisso olha daquele jeito, cf.

                   - Monalívio – xerox.

                               - Golcristo (golkeeper) – xerox – vários tamanhos.

                               - “PaPiroPirâmedes...” ( ENCARTES A SEREM APROVEITADOS EM EXEMPLARES A SEREM PREPARADOS)

- TODÔS – para este meu poema – justapor esse “Batalha – pintura com tinta de escrever”, 1955, in “Nanico” (rev) nov. de 1998, p. 9.

 

- TARANTINO, QUENTIN – “Pequena homenagem a Lichtenstein”,  poema visual (fotográfico) de 29-5-1995 – fotografei do televisor.

-           

- Volpi – poema meu, frásico mas usando elementos da pintura de Volpi, 20-3-1969 ( Vomito / O mito / “- Ótimo!” ( interjeição de Volpi, bem freqüente).

 

         - Pensamentos filosóficos. – Concretismo – Millôr joice – Lenon joice etc. etc.

 

         Nota de 20-5-06: Muita coisa foi transposta para outras Pastas. Mas, aqui,  alguma coisa imporante.

                

@ - Pasta Azul:   - Pasta azul com relação das fitas VHS em que constam comentários s/ conteúdo.    ACHADA. (NOTA DE JULHO DE 2005: PAULÃO DA SEMIÓTICA DISSE QUE, DANDO OS NS. DAS FITAS, PELA RELAÇÃO DBASE QUE ELE DESCOMPACTA ELE IMPRIME TODOS OS COMENTÁRIOS!) (Comentário de 18-4-06: PAULÃO DA SEMIÓTICA já me mandou: Está em “Meus Documentos” / Teste Dbase doc.

  

************

 

@ - Pensamentos -

 

                                               Morte precoce, teoria, minha,  s/. V. Fita 594. Tb. uma do "Apito Final", Pelé, in Copa 90.

                                               Tempo           O tempo é o nu qui 'cê tá concentrado( Dar aquele exemplo do trânsito ( engarrafado).

 

 

@ - Pessoas e Definições:     V. ABECEDÁRIO. PASTA 11.

                                               Por exemplo:        Heine.

                                                                                         Décio.

                                                                                         Rafael.

                                                                                         Milliet.

                                                                                         Van Gogh.

                                                                                         Sílvio Santos.

                                                                                         Juruna.

 

 

@ - PEQUENA HISTÓRIA DA MÚSICA AO PÉ DO OUVIDO: Verbete por alguma razão repetido. Nota de uma revisão de 19-3-03)

 

                                   @ - MÚSICOS:                     O GRANDE “TEAM”:          

                                  

                        Monteverdi    Bach

                        Mozart            Beethoven

                        Schubert        Chopin                       Schumann     Brahms

                        Berlioz            Wolf                Grieg              Tchaikovsky

                        Wagner          Bruckner        Dvorak

                        Sibelius          Mahler                        Débussy        Scriabine

                        Stravinsky      Schönberg     Berg               Webern

                        Stockhausen Boulez            Cage              Berio              Xenaxis

                        Flo (RRISO: v. meus sinais/convenções/"anotações")             

                        Lívio (RRISO, ib. ib.)

 

 

@ - PHILA:           Lido, em 23-11-00, na mesa da semana do MIS dedicada a homenageá-lo.

 

                        Quando acedi ao carinhoso convite de Christine Mello, responsável pelo setor de vídeo do MIS, e de sua dedicada e competentíssima colaboradora, Sabrina Rosa, para participar da mesa de debates nesta semana de homenagem a Philadelpho Menezes, julgava que, a estas alturas,  já estariam amenizados os efeitos da morte repentina, violenta, de meu filho e que teria eu condições de traçar um perfil de sua saudosa e, para mim, inesquecível figura.

                        Mas, felizmente por um lado – pois isso demonstra a intensidade do amor que lhe dedicava – ainda não consigo pronunciar seu nome em grupo sem que, na maioria das vezes, seja tomado pelo choro, e até pelo pranto, impedindo-me de prosseguir com qualquer tipo de raciocínio.

                        E confesso que me é pesaroso, até um despudor, o ato de chorar em público, e isso fatalmente aconteceria hoje, caso eu tivesse de falar algo, cumprindo minha função de membro da mesa.

                        Por tal razão, peço desculpas ao público e o favor ao Franklin Valverde, de ler alguma coisa que achei que teria certo interesse de ordem humana, à qual me vou restringir.

                        O Franklin terá a liberdade de encurtar estas linhas, pular algum detalhe, adicionar o que quiser, ou simplesmente captar seu conteúdo e resumí-lo de própria voz, no sentido mais profundo desta expressão, isto é, de usar da interpretação. É ele pessoa credenciada para tais liberdades, pois era companheiro, não só de pensamentos estéticos e tarefas profissionais, como de usos e costumes do Phila, desde meados da década de 80.

                        ***

                        O Phila me dava a impressão de que iria partir logo.Ou melhor, vinha me dando tal impressão , porque não era ela costumeira, mas de uns tempos para cá. E tal impressão era difusa, imprecisa, não sei se distorsão neurótica de minha parte, se excesso de zelo proveniente de uma admiração , até uma idolatria – que eu sentia que era recíproca... e aí entram razões quase místicas.

                        Ele era altaneiro, às vezes até orgulhoso, e eu lhe tinha pena.

                       Não a pena da comiseração, mas aquele feeling de que a pessoa vai perder algo que tanto ama e que a faz agir apressadamente; pode ser sentimento só meu, mas ele vivia com pressa, agitado, e tal pressa e agitação poderiam ser creditadas, por um incauto, ao excesso de cursos que ministrava, ao acúmulo de convites a viagens para participação de bancas, cursos e conferências, Belo Horizonte, Curitiba, Nordeste, Dublin, Califórnia, Barcelona. E por aí afora ia ele, rápido e completo, pensando em tudo, centralizando, projetando, criando idéias para novas obras – aí então sorria largo e exultava, embora na discreção de seu temperamento reservado, quase inglês.

                        E quem não o conhecesse a fundo julgaria que ele, um triste filosófico, estava sempre de bem com o ânimo e com a animação;  mas isso lhe derivava do imenso, extraordinário, límpido e originalíssimo senso de humor, que beirava o non sense genial, uma insuperável capacidade de, na vida comum, enxergar figuras, feições  e relações insólitas, incongruentes até, mas  que fazia as pessoas, atingidas aturdidamente pela lógica, arrebentar de rir e, logo a seguir, catar seus próprios pedaços na tristeza decorrente...

                        Quando disse acima que nestes insights entrariam razões até místicas, me lembram três fatos curiosos, dois provenientes dele mesmo, um bem juvenil, e o terceiro ligado ao meu subjetivismo – excessivo em sua opinião – , mas que sempre achei que honrosamene herdara de Mário de Andrade. Tal subjetivismo, na opinião do Phila – e  isso ele expôs num programa de rádio de quase vinte anos – relativisava alguns de meus poemas que, apesar de tudo, ele teve a generosidade ( e a coragem, por ser eu seu pai), de classificar como pioneiros de certas constantes da Poesia Visual e da Poesia Intersignos. ( Confronte seu basilar "Poética e Visualidade", Editora da Unicamp, e seu didático, embora subterrâneo,  "Poesia Concreta e Visual"- Roteiro de Leitura - Ed. Ática e, para maior explicitação de seu  julgamento, o catálogo da exposição de 1985, Poesia Intersignos)

                        A razão mística aludida  proveniente de mim eu a expus, um mês de sua morte, em uma carta a um amigo íntimo do Ceará:

                         " O Phila parece que tinha alguma idéia de que iria muito cedo? Ele era apressado, um pouco agitado,  sem nenhum egoísmo ( que pode preservar a vida, prolongá-la ), distribuia, dividia a  fama e o prestígio a seus colaboradores...Sabe, Quixadá, eu sempre tive uma espécie de medo difuso quando ouvia as “ Danças Polovetsianas” , da ópera “Príncipe Ígor” , de Borodine, porque não conseguia conter as lágrimas, ninguém percebia, mas era só ouvir aquela melodia e me vinha a imagem do Phila, como se ele gostasse muito daquela música e já fosse uma pessoa ida deste mundo! Isto sempre me aterrorizou e eu evitava ao máximo ouvir aquela melodia. Acho que eu sentia que ele partiria logo..."

                        A segunda, de sua fase bem juvenil, proveniente dele e não de meu subjetivismo, reporta-se a um papo que tivemos, por volta de 1974, 75, em que ele, vendo meu eterno tormento perante a idéia da morte, me disse com ares dele pai e eu de filho:

                        - E antes de nascer? O senhor sentia alguma coisa, percebia alguma coisa antes de nascer, se lembra de alguma coisa ?( Apesar de toda liberdade com que foi criado, me chamava de senhor...) Pois então, pela lógica, e por justiça do criador ou do incriado ( formulava isto de outra forma) depois da morte será a mesma coisa!

                        Achei aquilo fantástico e me confortou durante quase todo o tempo em que pensei na morte...

                        Depois de quase duas décadas, Paulo Francis, recenseado por Daniel Piza em um livro de seus aforismos, sacadas e chutes freqüentemente geniais," O Dicionário da Corte de Paulo Francis", cita Kingsley Amis para Philip Larken:" Morrer é como antes de nascermos".

                        E a terceira mística retiro do dístico ( final ) do Soneto IX de Fernando Pessoa, que o Phila já traduzira com maior semântica da inexorabilidade que a do  próprio original, se se pensar naquele seu modo todavia elegante de virar a página de cada dia:

                        " E eu vivo a vida morta dada a nós,

                        reposto pro repor de um dia após".

                        Acho que me lembro que comentei com ele, quando colocou em meu criado-mudo um exemplar da primeira edição ( foi o criado-mudo que me falou que o Phila traduzira os "35 Sonnets", ele só me apresentava o produto final de suas coisas, não comentava nunca as coisas por fazer ):

                        - Phila, nesse dístico do Soneto IX parece que o inglês é que está traduzindo você, você formulou o pensamento de modo mais enigmático, mais sentido , preocupante...

                        "E eu vivo a vida morta dada a nós,

                        reposto pro repor de um dia após."

                     

 @ - PHILA:           (Para ser lido na homenagem que o Memorial da América Latina lhe prestará em 27-11-2002.

                                             

                        Há quase exatamente dois anos – para ser preciso,  em 22 de novembro de 2000 – a muito custo acedi ao carinhoso convite de Cristine Melo, então responsável pelo setor de vídeo do MIS - Museu da Imagem e do Som, para participar de uma mesa de debates que realizavam numa semana de homenagem a Philadelpho Menezes.

                        Fazia pouco menos de seis meses que ele havia morrido, mas julgava eu que, àquelas alturas,  já estariam amenizados os efeitos da morte repentina e violenta do grande poeta e teórico, que além de tudo, principalmente por isso, confesso mesmo, era meu filho. Duvidei se teria condições de traçar um perfil, por menor que fosse, de sua saudosa e, para mim, inesquecível figura.

                        Foi um ato temerário enfrentar uma platéia centrada ainda na perplexidade  daquele desaparecimento, principalmente com a circunstância prática de que não conseguia eu  pronunciar seu nome em grupo sem que o choro, frequentemente o pranto, me tomasse por completo, impedindo-me de prosseguir com qualquer tipo de raciocínio. Aleguei isso aos ouvintes, confessando que me era pesaroso, até um despudor, o ato de chorar em público e que isso fatalmente aconteceria naquela ocasião.

                        Roguei então ao meu companheiro de mesa, um dos grandes amigos do Phila, também meu antigo colega de lides da Poesia Visual da fase pós-concreta, o poeta-poeta e grande poeta sonoro, ou melhor, grande expoente da Poesia Sonora, Franklin Valverde, que, se eu ficasse abruptamente impedido de prosseguir, me faria ele a gentileza de ler o guia do que ia falando, com ampla liberdade de encurtar aquelas linhas, pular algum detalhe, adicionar o que quisesse, ou simplesmente captar seu conteúdo e resumí-lo de própria voz.O Franklin era na época, e ainda mais hoje, pessoa credenciada para tais liberdades, pois era companheiro, não só de pensamentos estéticos e tarefas profissionais, como de usos e costumes também do Phila, desde meados da década de 80.

                        Hoje a fortuna me coloca de novo na mesma, idêntica, circunstância; e na mesma linha de pensamento, mesmo rol de sentimentos, pouca coisa mudou...a morte tem o péssimo vezo de não deixar o morto pintar com novos palpites e diatribes...

                        Enfim, Franklin está aqui do lado novamente, enobrece-me  a presença sempiterna da eminente professora Maria Lúcia Santaella , mestra de uma marcante geração e mola propulsora das primeiras incursões de Philadelpho Menezes na ampla constelação da Semiótica.

                        Também quero juntar-me aos agradecimentos que a esposa do Phila,  a artista plástica muito original, e colaboradora do Poeta em muitos de seus projetos gráficos, Ana Aly, fez a esta notável instituição, o Memorial da América Latina, que cada vez mais honra a cidadania brasileira.

***

[ Interromper a leitura e explicar que o que se seguirá é mais a seleção de algumas lembranças, de cunho afetivo, quase um retratinho familiar; e, que se houver tempo, farei algumas considerações de ordem literária, mas bem sumárias, sobre o que ele deixou e estava por fazer]

***

                        Sempre me pesou o sentimento de que o Phila me dava a impressão de que iria partir logo desta vida.Ou melhor, de que o Phila ultimamente vinha me dando tal impressão, não era ela costumeira, vinha ocorrendo de uns tempos para então. E tal sentimento era difuso, impreciso, não sei por neurose de minha parte, mas sentia que naquilo podiam entrar razões até místicas.

                        Ele era altaneiro, decidido, parecia forte, às vezes até orgulhoso, e no entanto... eu lhe tinha pena. Não a pena da comiseração, mas aquele sentimento apreensivo de que a pessoa vai perder algo que tanto ama e que a faz agir apressadamente.

                        Aquela sensação podia ser sentimento só meu, mas, para mim, ele vivia sempre com pressa, agitado, e tal pressa e agitação poderiam ser creditadas, por um incauto, embora não de todo incauto, ao excesso de cursos que ministrava, à multitude de convites para viagens para participação de bancas, cursos e conferências, Belo Horizonte, Curitiba, Nordeste, Dublin, Califórnia, Barcelona... E por aí ia ele, rápido e completo, pensando em tudo, centralizando, projetando, criando idéias para novas obras – só então sorria largo, enxotava alguma eventual neurastenia e exultava,  embora na discreção de seu temperamento reservado, quase inglês.

                        Tal pressa pode ter contribuido para custar-lhe a vida, a despeito disso tirar o brilho de uma concepção romântica do insaciável desejo das Parcas pelos inventores também insaciáveis, pelos ebulidores de cadinhos demoníacos, enfim pelos...denominados gênios que conseguiram escapar dos vinte anos, beneficiados no entanto – e ilusoriamente – pela inflação biológica...

                        E quem não o conhecesse a fundo julgaria que ele, um triste filosófico,  ( veja que não falo filósofo triste) estava sempre de bem com o ânimo e com a animação;  mas isso lhe derivava do imenso, extraordinário, límpido e originalíssimo senso de humor, que, no ápice do perigo e do revide, frequentemente beirava o non sense genial, uma insuperável capacidade de enxergar figurações, feições  e relações insólitas,  incongruentes até atingir o grotesco, e que fazia as pessoas, atingidas aturdidamente pela lógica, arrebentar de rir e, logo a seguir, catar seus próprios pedaços na tristeza decorrente...

                        Felizmente, para ele, para os outros e para todos nós, foram raros tais momentos.

                        Quando disse acima que nestes... digamos: insights entrariam razões até místicas, me acodem três fatos curiosos, dois provenientes dele mesmo, um bem juvenil, e o terceiro ligado ao meu subjetivismo – excessivo em sua opinião –, mas que sempre achei que honrosamene herdara de Mário de Andrade. Tal subjetivismo, na opinião do Phila – e isso ele expôs num programa de rádio de quase ou mais de vinte anos, acho que o “Poucas Palavras” – prejudicava ou melhor, relativisava alguns de meus poemas que, apesar de tudo, ele teve a generosidade (e a coragem, por ser eu seu pai ), de classificar como pioneiros de certas constantes da Poesia Visual e da Poesia Intersignos. ( confronte primeiramente seu texto sobre mim no catálogo da exposição Poesia Intersignos, São Paulo, 1985, Centro Cultural SP, ponto de partida de sua expansão teórica, e seu basilar "Poética e Visualidade", Editora da Unicamp, além do  didático, embora subterrado pela oficialidade do mercado, "Poesia Concreta e Visual"- Roteiro de Leitura - Ed. Ática).

                        A razão mística aludida e proveniente de mim eu a expus um mês de sua morte, em uma carta a um amigo íntimo do Ceará:

                         " O Phila parece que tinha alguma idéia de que iria muito cedo? Ele era apressado, um pouco agitado,  sem nenhum egoísmo ( que pode preservar a vida, prolongá-la ), repito: sem nenhum egoísmo, que pode preservar a vida, prolongá-la: ele distribuia, dividia a  fama e o prestígio com seus colaboradores...Sabe, Quixadá, eu sempre tive uma espécie de medo difuso quando ouvia as “ Danças Polovetsianas” , da ópera “Príncipe Ígor” , de Borodine, porque não conseguia conter as lágrimas, ninguém percebia, mas era só ouvir aquela melodia e me vinha a imagem do Phila, como se ele gostasse muito daquela música e já fosse uma pessoa ida deste mundo! Isto sempre me aterrorizou, era uma loucura, muito triste, e eu evitava ao máximo ouvir aquela melodia. Acho que eu sentia que ele partiria logo..."

                        A segunda, de sua fase bem juvenil, proveniente dele e não de meu subjetivismo, reporta-se a um papo que tivemos, por volta de 1974, 75, em que ele, vendo meu eterno tormento e imaturidade perante a idéia da morte, me disse com ares dele pai e eu de filho:

                        - E antes de nascer? O senhor sentia alguma coisa, percebia alguma coisa antes de nascer, se lembra de alguma coisa ? ( Apesar de toda liberdade com que foi criado, me chamava de senhor...) Pois então, pela lógica, e por justiça do criador ou do incriado ( formulava isto de outra forma) depois da morte será a mesma coisa!

                        Achei aquilo fantástico e me confortou durante quase todo o tempo em que pensei na morte...

                        Depois de quase duas décadas, Paulo Francis, recenseado por Daniel Piza                          em um livro de seus aforismos, sacadas e chutes freqüentemente geniais," O Dicionário da Corte de Paulo Francis", cita Kingsley Amis para Philip Larken:" Morrer é como antes de nascermos".

                        E a terceira mística retiro do dístico ( final ) do Soneto IX de Fernando Pessoa, que o Phila traduzira com maior presença da inexorabilidade que o próprio original, se se pensar naquele seu modo todavia elegante de virar a página de cada dia:

                        " E eu vivo a vida morta dada a nós,

                        reposto pro repor de um dia após".

 

                        Acho que me lembro que comentei com ele, quando colocou em meu criado-mudo um exemplar da primeira edição dos “35 Sonnets”, dos “Poemas Ingleses”, de Fernando Pessoa ( por incrível que pareça, foi o criado-mudo que me deu a notícia de  que o Phila traduzira tais poemas, ele só me apresentava o produto final de suas coisas, não comentava nunca as coisas por fazer ou que estava fazendo ):

                        - Phila, nesse dístico do Soneto IX parece que o inglês é que está traduzindo você, você formulou o pensamento de modo mais enigmático, mais sentido , preocupante...

                        "E eu vivo a vida morta dada a nós,

                        reposto pro repor de um dia após."

                                                           *****

                        Bem, muita coisa rolou nestes dois anos, alguma homenagem foi prestada, como a do belo documentário da TV Cultura de julho de 2001, o pórtico da bienal do  México logo em seguida, a da recentíssima avaliação da relação poética / midiática, produção da TV Cultura também, embora em uma coletiva, que por razões de doença não tive oportunidade de ver;  a criação de um site na Internet, por parte de eminentíssimos poetas do ranking internacional, como Guillerme Padin (língua espanhola) e Harry Polkinhorn (língua inglesa), mestre na Califórnia, bem como outros eventos que fogem de meu alcance, mas vigilantemente observados por sua família, Ana e meninas.

                        Para terminar: talvez por falta do devido tempo, recursos financeiros e/ou tecnológicos, foi adiada a apresentação de um boneco de um livro que estava organizando quando morreu, juntando toda sua obra poética e poemática publicada em livros, revistas e avulsos, a um grande número de inéditos constantes de poemas visuais, fotopoemas, trocadilhos visuais ( incluindo uma série belíssima de riquìssima policromia não só puramente háptica – sim, para juntar e pegar, florações vocabulares que alçam o reino da Pintura pura ligadas a distorções semânticas invadindo "tromp-l´oeil", caso dos cacófatos visuais – a vista às vezes gaguejando ! – alguns raros já conhecidos de seus íntimos ), salientando-se que isso tudo concebido dentro de um livro, LIVRO tout-court, no tradicional. Ou melhor, no seu tradicional, no tradicional de Philadelpho Menezes.

                        Tudo isso jazia – jaz ! – na memória de seu computador e foi escaneado por seu ex-orientando e talentosíssimo poeta e teórico Marcos Bastos, num trabalho árduo, mas maravilhosamente gratificante, por noites e noites em minha biblioteca, por iniciativa de Ana Aly e estimulação da prof. Maria Lúcia Santaella e com minha colaboração logística...

                        Para encerrar, se me for dada a liberdade de adentrar seara mais afeita aos grandes nomes que constituem esta mesa, eu teria muita honra de deixar marcadas, no plano artístico adjetivo, i.e., crítico, analítico, as contriobuições de Philadelpho Menezes para a cultura mundial, que realmente me espantaram a vida toda, tendo em vista que foi uma estética nascida já na adolescência – como pai segui-lhe a troca de fraldas e portanto posso falar! :

                        Na teoria ( "Crise do Passado"), abordando os valores, pesos e critérios do que, nas épocas anteriores sucessivas, viria a ser o Pós-Moderno, jogou muita luz sobre conceitos de uma espécie de pré-modernidade, mostrando, no meu particular modo de vê-lo, que o mundo das idéias é circular e, portanto, diacrônico / dias crônicos.

                        Na , digamos assim, historiografia das letras visuais – concretismo, pré-concretismo, pós-concretismo (sabia e deixou claro que o concretismo foi o eixo do peão,  confronte seus livros),  recolocou coisas no devido lugar, respeitando o lugar dos ícones oficializados, principalmente a tríade paulista, mas resgatando artistas afins e que também eram inaugurais ou, no mínimo, seminais. Isso lhe valeu incompreensões e algumas inimizades.

                        No entanto, foi no que denomino nele teoria das roupagens – que ele classificava também de montagem – que trouxe a maior clareza e originalidade de enfoque e de classificação desses artistas do visual: "Poética e Visualidade", traduzido para o inglês, SDSU Press, Califórnia, USA,  e "Roteiro de Leitura: Poesia Concreta e Visual" ;  constituem para mim a maior e acertada panorâmica dessas correntes no Brasil.

                        Sua Poesia Intersignos, apoiada, na exposição de 1985 (tinha apenas  24 anos), por criadores do porte de Décio Pignatari e Pedro Xisto, já lhe abria as perspectivas de sua entrada na Poesia Sonora, da qual foi, no Brasil, dos principais expoentes, maior teórico e introdutor ( "Poesia Sonora", Educ, 1992).

                        Como tradutor, seus Sonnets/ Fernando Pessoa, ampliado, uma década depois, para “Poemas Ingleses”, foram desde logo reverenciados por edição crítica da tradução de Portugal organizada por Luísa Freire; recriou magnificamente os poetas difíceis do decadentismo ( romantismo rastejante ) abojados no clássico de Mário Praz “ A Carne, a Morte e o Diabo na Literatura Romântica”, que Philadelpho traduziu na íntegra, texto e poetas inclusos. Saliento, neste particular, que os difíceis poetas abojados no fundamental livro de Mário Praz também foram traduzidos por Philadelpho Menezes, exemplo de Crashow ( o pré-Apollinaire dos caligramas), Swinburne, Dante Gabriel Rossetti, Baudelaire, que ficaram, no original italiano do texto, simplesmene no original de seus idiomas... Afora o extraordinário Gabriele D´Annunzio – que por ser da língua de Praz, ficou lá no original italiano – e que Philadelpho traduziu com extrema criatividade.

                        No terreno da multimídia, transportou para esse formato sua tradução do soneto da afasia de Baudelaire, criando efeitos sonoros-visuais da incômoda doença, transformando os buracos mentais da moléstia em buracos no monitor, incômodos e tentadores como as tentativas desesperadas da fala desarticulada pela mente (CDROM “Poesia Intermídia Interativa – Polipoesia”), além dos poemas originais colocados nessa mídia; deixou uma fantástica versão, de 1990, do soneto em yx, de Mallarmé, demonstrando a “estrura sonora do verso”, na observação de David Scott, President IAWIS/AIERTI, da Trinity College, University of Dublin, que viria, na opinião do eminente schollar, a constituir semente para vários poemas dele próprio, principalmente, “Futuro”, ( do CD “Poesia Sonora – do fonetismo às poéticas contemporâneas da voz”)  com os para mim ab-surdos princípios de escuta.    

           Em sua criação poética de origem, admiro o belo ( e popular! ) Clichetes, hoje um clássico; me espanto com a maior de todas as poesias sonoras (por ser também intersígnica típica, soando dentro de um livro!), a da beiradinha do catálogo, cinematizável pelo polegar ( Catálogo da I Mostra Internacional de Poesia Visual de São Paulo, 1988, por ele organizada e capitaneada ): "o inserto bate as asas contra as leis da escrita". Isto tem o achado raro, diamantino, digno do achado de ZEN, de Pedro Xisto, e a latência visual imarginada ( visualidade expandida) do Grande Vidro de Duchamp, permitam-me...E o poema sonoro astronômico, físico, "Eu / Você", esses dois satélites do Amor, obedecendo às circulares leis do Universo (Terra), naquela recitação cronometrada com contagens de batidas estelares, fazendo com que, quanto mais um se afasta do outro, mais se aproximam... para um novo, e perpétuo, afastamento.

                        Queria salientar também que razões de saúde ( i.e., não-saúde, neurótica), perturbação emocional, bebidas, etc. etc. etc., me impossibilitaram ainda – e tal culpa cabe só a mim – ter acesso ao desenvolvimento, por seu companheiro de concepções em multimídia , o poeta e prof. Wilton Azevedo, da "PROSA Intermídia Interativa" que consta estavam gestando, em CD-ROM, nos moldes do trabalho pioneiro da dupla, "POESIA Intermídia Interativa. Polipoesia".

                        Muito obrigado a todos e que o novo governo nos proteja!. 

 

 

@ - PHILA:           @ - PHILA        - Mostrar-lhe CD da Globo / Paulo Araújo:  na música do Alvarenga  & Ranchinho de  finais só com proparoxítonas  de rimas ricas  --  bem antes  da  do  Chico Buarque -- uma proparoxítona rica, pois  só tem três sílabas e a tônica  cai na segunda, mas que, devido à prosódia / fonética,   vira   mesmo  uma  proparoxítona, ! , :  a palavra "perplexo"...( = ...pléquisso ).

  

@ - PHILA                      - CDV DiscBach            Fuga x Inversão x Retrógrado:

                                               - Pegar progr. poes. son. PUC e comentar :

                                                           Traven, no meio do 3o. núm. do holandês

                                                           Lamento fúnebre de lá é uma ária sem música

                                                           Sonata primordial (tons sem entonação, ou entonação sem tom) ("altura", i.e.,
  intervalo [entre os tons]                                                                                                               

                                    "Alma e corpo juntos vivem.
                                   E o porco vive na lama.
                                   "Porco" é anagrama de "corpo"
                                   e "lama" é de alma anagrama."

                                   (BASTOS TIGRE. In "Meus irmãos, os trovadores", de Luiz Otávio, Editora Vecchi, 1956, trova n. 1323m p. 145. Anotei: "V. a maravilha da coincidência, em Philadelpho Menezes:

                                   "Porco : lama
                                   corpo   :   x   "      ,  in  "Demo-lições", 1988, Arte Pau Brasil.

 

                                   ANOTO TAMBÉM QUE UMA VARIANTE (DESPREZADA NA EDIÇÃO)  DO FINAL DO MEU   PaPiroPirâmides "Monopol" , jogava com as mesmas palavras e interrelações, em desenhinhos com os aspectos da escrita das cartas enigmáticas dos jornais, usando-se figurinhas cripto-hieróglifo-egipcíacas, compativeis com o fulcro do poema PaPiroPirâmides "Monopol" e a que chamei, na época, "logocriptogramas".TENHO ESSA VARIANTE FOTOGRAFADA EM "SLIDES". Estão na PASTA VERDE PARA O LIVRO.

 

 

@ - Phila:                           - CDV DiscBach      Fuga x Inversão x Retrógrado

 

                                               - Pegar programa de poesia sonora daquela noite na PUC e comentar :

                                                           Traven, no meio do 3o. núm. do holandês:

                                                           Lamento fúnebre de lá é uma ária sem música

                                                           Sonata primordial  ( i.e., Ursonate, de Kurt Schwitters ) (tons sem entonação, ou entonação sem tom) ( "altura", i.e., intervalo entre os tons). PEGAR CÓPIA DA GRAVAÇÃO INTEGRAL COM O PHILA - cassete.

 

 

@ - PHILA, - CDV DiscBach     Fuga x Inversão x Retrógrado:

                                               - Pegar progr. poes. son. PUC e comentar :

                                                           Traven, no meio do 3o. núm. do holandês

                                                           Lamento fúnebre de lá é uma ária sem música

                                                           Sonata primordial (tons sem entonação, ou                                                                   entonação sem tom) ( "altura", i.e., intervalo                                                                                                                 [  entre os tons)

                                                           *

 

                                   "Alma e corpo juntos vivem.

                                   E o porco vive na lama.

                                   "Porco" é anagrama de "corpo"

                                   e "lama" é de alma anagrama."

                                   (BASTOS TIGRE. In "Meus irmãos, os trovadores", de Luiz Otávio, Editora Vecchi, 1956, trova n. 1323m p. 145. Anotei: "V. a maravilha da coincidência, em Philadelpho Menezes:

                                   "Porco : lama

                                   corpo   :   x   "      ,  in  "Demo-lições", 1988, Arte Pau Brasil.

 

                                                                                                                                 ANOTO TAMBÉM QUE UMA VARIANTE (DESPREZADA NA EDIÇÃO)  DO FINAL DO MEU   PaPiroPirâmides "Monopol" , jogava com as mesmas palavras e interrelações, em desenhinhos com os aspectos da escrita das cartas enigmáticas dos jornais, usando-se figurinhas cripto-hieróglifo-egipcíacas, compativeis com o fulcro do poema PaPiroPirâmides "Monopol" e a que chamei, na época, "logocriptogramas".TENHO ESSA VARIANTE FOTOGRAFADA EM "SLIDES". Estão na PASTA VERDE PARA O LIVRO(v., abaixo, n. da pasta) - PaPiroPirâmides “Monopol, do boneco do livro de 1972 (faca na capa) – V. SLIDES, de um final desprezado, hieróglifo-criptográfico de palavras e figurinhas de “Alma” / “Cama” / “Lama” , figurinhas cripto-hieróglico-egpcíacas, compatíveis com o fulcro do poema “PaPiroPirâmides ´Monopol`” e a que chamei, na época, LOGOCRIPTOGRAMAS.Referidos slides: PASTA 5.- NOTA : V. FILMADO POR MIM E PELO PAULO RAMOS MACHADO, EM SUA CASA, 1999, NAS FITINHAS DA FILMADORA E NAS VHSs.

 

 

@ - PHILA             ( Para o : “Se eu realmente amasse sua mãe ou precisasse do Amor ( nesse sentido universal, claro... ) teríamos nos separado logo no início  ou na  manifestação dos “seven years itch”. Não  foi nada do que “não tem pr’aonde ir”, ou “o que dirá a família dela” etc. etc. etc., de minha geração.

                                   Eu tinha um projeto mental – mais do que espiritual – que me aprimorou num jogo egoísta de dissimulações, desvios, demagogia  - no sentido grego! – e acomodação.

                                   Somos maus um para o outro e percebemos que, no doomed couple que habitava entre nós, chegamos ao, como diz meu poema, v. ESCRITA, “desfeitos um para o outro”  (fade one for the each ( = make one for the each).

( Eu, em outras palavras, para o Phila, em 8-5-99, no carro dele, subindo a Luiz Goes, para aquela padaria).

 

 

@ - Phila  por Orlando Marcucci            PASTA 6.

 

 

@ - Phila   “Poema das Vogais” - os formantes (sonoros) - OUÇA O CD QUE O FLO FEZ DE SUA GRANDE OBRA “LaORAtório” e destrinche (peça auxílio a ele!) , o que ele diz in 50´24´´ até 51´10´´ -- com especial atenção à passagem de 50´58´´ -- se não está ligado ao fulcro do poema do PHILA. “- A forma-pronúncia = uma expansão radical da palavra no tempo, não necessariamente da palavra enquanto matéria, não é a voz necessariamente – pode ser também...— gravada, dilacerada no espaço ( no espaço-tempo), mas, sim, a palavra ouvida enquanto proporção entre os fonemas... E, a partir de uma análise fonológica da palavra, uma dilatação de seus fonemas no tempo—de forma que, proporcionalmente,  as cores dos fonemas coloram a forma musical e constituam uma forma musical, que é baseada na palavra e que já não é mais a palavra. Então, isso eu chamaria forma-pronúncia.

  

@ - Phila      Nomes:         (No documentário póstumo que a TV Cultura dedicou ao Philadelpho (Menezes), tem uma hora lá em que ele aparece recitando um seu belíssimo poema sobre nomes de pessoas, que estão rodeando , gravitando no absconso da anormalidade ontológica, com seres que se estufam em sua boca e deformam seu rosto a cada vocativo que ele pronuncia!!!)

 

 

@ - Pignatari, Décio :  Duas analogias “Gremlins” : PASTA 3.

                                     - Livro Poe : PASTA 3. ).

                                                        - (No filme “Apocalypse Now” / Coppola, há uma passagem, no fim, em que o fotógrafo louco ( Dennis Hopper ), metralhando sobre a Vida e o morrer/não morrer, pergunta a Martin Shenn: - Sabe que “if” está no meio da palavra ´ life ´ ? ” )

                                      - O Décio procurou a vida toda o trocadilho de conteúdo, no fundo-no fundo, a metáfora ilógica, a assertiva abstrata, a figura por heteronomia (Fil.), que o Octávio Frias Filho conseguiu com o artigo, no Folhetim, sobre o avião, o desastre de, o medo de. NOTA: não quis eu dizer heteronímia, qualidade de heterónimos (sic, lus.), p. ex., os heterônimos de Fernando Pessoa. (do ABCedário)

                                      - Não menosprezem assertivas bocejáveis dele, porque na maioria das vezes vão se revelar verdadeiras. Ele deixou um, um, mas um grande discípulo no Brasil!, em área de outros códigos, alguns afins: Caetano Veloso (alguns afins: “Verdade Tropical”, !, do compositor). Reparem que há sempre uma voz à altura da concepção da esperança de uma genialidade.

                                      - (V. tb. arquivo “Portraits”, aqui no Word e, analógicamente, no Write)  E mais uma, madrugada de 30-12-2005, para o danadinho: “É muito difícil, é deveras louco, atingir o óbvio da loucura de propósito! E o Décio alcança isso.

                                     

 

@ - Pintura -         Herbin, o cubista da cor !

                                   V. o que falo s/ o CUBISMO DAS CHARGES DO  LOREDANO, CF livro nos livros do SOM (sala).

 

@ - Poema dos lescentes Tirar do jornal “VIVA HÁ POESIA” – Há melhor numa Pasta, já separado. – (V. se há algum comentário a fazer, no texto , porventura na rev.“Escrita”).As fotos originais estão numa Pasta, já separadas.

PASTA 6.       - Fig. 39 do CDROM, mas precisa melhorar!

 

 

@ - Poema sobre um quadro de Orlando Marcucci :

-         Texto do Gilberto Mendes, rev. VIVA HÁ POESIA.

-         (Nota de 11-5-01: V. também:

-         seu texto-entrevista no “Jornal do Brasil” de 25-5-76, cf. PASTA 6.

 

@ - Poemas ingleses séc. 19,  trad. Zé Lino Grünnewald: repensar meus conceitos págs.  59 e 61.

 

@ - Poetas natos:           - Castro Alves - BilacCarlos Pena Filho Tito de Lemos ( cf., aquele dos sonetos!) – J.G. de Araújo Jorge

 

@ - Polaróides “retratos” / scanner – tirei algumas para escanear: PASTA 3.)

 

@ - Portraits                - V. PORTRAITS in Word- IP- Portraits. (Por ex., Villari Herrmann).

  

@ - Povos e Raças         Os hebreus sempre tiveram grandes líderes. Um povo enfraquecido, sem qualquer tipo de liderança, pode se auto-determinar só com o poder da crença e dos ritos?

                                               Fernando Henrique Cardoso, atravessando o mar do Eclesiastes, sucumbiria na praia ou seria engolido logo nas primeiras braçadas?

                                               A religião já foi alguma vez na história o ópio do povo? Pediria ao bispo Edir Macedo um absoluto e contrito ato de empatia jansenista para responder a estas questões...

 

 

@ - Próstata:        APÓS DIAGNÓSTICO DE MEADOS DE MAIO DE 2000:

 

                        TRATAMENTOS:

                       

                        - 1 - Tratamento hormonal - Eulexin ( Flutamina ) ou sucedâneo.

                        - 2 - Prostatectomia radical ( cirurgia ).

                        - 3 - Irradiação total.

                        - 4 - Braquiterapia - é a cápsula radiativa que coloca lá?.

                       

                        NOTAS:

 

                        1 - Em 16 de maio, entrega do laudo da ultrassonografia prostática transretal com biópsia. Deu positiva, i.e, carcinoma grau 3+3 (gravidade média?) na próstata, circunscrita na cápsula, sem invasão de órgãos e/ou paredes adjacentes.

 

                        2 - Dr. Rogério H. Sayão, meu urologista antigo, ministrou-me EULEXIN ( flutamina ), 2 comprimidos ao dia ( tratamento hormonal ). COMECEI EM 17 DE MAIO. Só interrompi, por determinação médica, nos dias 13 e 14 de junho, devido a febre alta da gripe. ( De 14 a 23 de junho tomei, concomitan-temente, Bactrim F.).

 

                        3 - Dr. Francisco Fonseca, da Cirurgia Pélvica do Hospital AC Camargo, em 25-5, examinando o caso, requisitou de pronto todos os exames pré-operatórios...QUERIA CIRURGIA.

 

                        4 - Dr. Luiz Estevam Ianhez, meu médico antigo de coração, em 29-5, obviamente achou que o método cirúrgico é, teoricamente, o de resultado definitivo. Mas, devido ao risco de impotência e incontinência urinária, bem freqüentes em casos estatísticos, opinou que talvez eu devesse fazer RADIOTERAPIA, geral -  IRRADIAÇÃO TOTAL - ou BRAQUITERAIA..

 

                                   ( Deu como exemplos de opções de TRATAMENTO:

                                   - Quércia - radioterapia, não sabe se por Irradiação Total ou Braquiterapia.

                                   - Maluf - cirurgia ( prostatectomia radical- TRATAMENTO 2).).

 

                        5 - Procurando dr. Edgar Bartolomei, meu amigo e diretor da UNIMED, indicou-me o urologista dr. Heitor d´Aragona Buzzoni. Em consulta com ele, em 05 de junho, disse-me:

                                               - que eu não aguentaria uma cirurgia de 6 a 7 horas, devido à minha condição de fumante de mais de 50 anos;

                                               - que haveria um enorme risco de acarretar impotência;

                                               - que haveria um enorme risco de acarretar incontinência urinária.

                                               - QUE, ENTRETANTO, ESTAVA BEM MEDICADO COM O  EULEXIN, QUE  SEGUIRIA EVITANDO UMA   EXPANSÃO DO CÂNCER E UMA METÁSTASE;

-         que o melhor tratamento seria a BRAQUITERAPIA.

 

Exibiu-me, a seguir, um prospecto de um pacote desse tratamento, no Sírio-Libanês, com sua assistência, pelo preço total de R$14.000,00 ( ou  foi R$12.000,00?...)

                        E requisitou-me um imediato exame de " CINTILOGRAFIA DO ESQUELETO".

 

                        6 - Fiz tal exame de cintilografia óssea no IRDOC , adjunto ao Hospital Oswaldo Cruz, em 10 de junho, atendido pelo dr. Emanuel [   conferir!   ]  ZIMERMAN, por conta da UNIMED. DEU NEGATIVO ;  apenas problemas de artrites (sic) embora progressivas. Resultado / laudo de .... de junho.

 

                        7 - Nos últimos 10 dias de junho, não consegui ser recebido, em "retorno" , pelo dr. Heitor Buzzoni, nem sequer dizendo a suas secretárias que tinha em mãos uma CINTILOGRAFIA ÓSSEA requisitada por ele. Argumentaram-me que seus 2 últimos dias de trabalho, antes de ir para um Congresso seguido de férias, estavam tomadíssimos. É POSSIVEL, MAS ACHO QUE FIZ ALGUMA PERGUNTA IMPERTINENTE E INSISTENTE AO MÉDICO, QUE TALVEZ PORISSO SE AGASTASSE...

 

                        8 - Enfim, como não se trata de uma simples unha encravada, procurei outro urologista ligado a tratamento de cânceres: DR. WLADIMIR NADALIN, do Centro de Radioterapia do Hospital Oswaldo Cruz, em 30 de junho, demonstrando-me ele:

                                               - que, na Inglaterra, os médicos me mandariam pra casa, sem qualquer tratamento, pra aguardar que os anos e anos dessem um rumo a tomar... [ PERGUNTO AGORA, MAS DEVERIA TER PERGUNTADO A ELE:  - TRATA-SE DE UMA METÁFORA?!...];

 

                                               - que o EULEXIN ( tratamento hormonal ) está "segurando" a doença ( expansão e metástase ), mas que pode algum dia [...] ( usou um verbo parecido com "desandar", fugir do controle,"escapar" etc. etc.);

 

                                               - que a CIRURGIA apresenta mais de 90% de CURA, entretanto 75% de chance de causar IMPOTÊNCIA,  e 5% de INCONTINÊNCIA URINÁRIA;

 

                                               - que a BRAQUITERAPIA apresenta também mais de 90%  de CURA,   25%   de IMPOTÊNCIA, e INCONTINÊNCIA ZERO;

 

                                               - mas que a BRAQUITERAPIA, para prestígio e segurança do método, só aceita, nos institutos prestigiosos ( deu como exemplo Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz ),  o que se denomina " filés-mignons", isto é, PSA menor que 12 ( O MEU DEU 12 ) e glândula menor que 36 g.( A MINHA É UM POUCO MAIOR );

 

-       que, por todo o exposto, recomendava o tratamento por RADIOTERAPIA  EXTERNA CONFORMADA, que apresenta um índice de CURA DE 100%.

 

                                               - DURAÇÃO: 40 DIAS ÚTEIS SEGUIDOS.

                                               - PREÇO LÁ:  mais ou menos R$15.000,00.

- DESCONFORTOS

-         RETITE e CISTITE  ACTÍNICAS.

 

            [ NOTA: TUDO ISSO ACIMA FOI CITADO COM BASE EM MINHA MEMÓRIA, NÃO TENDO O MÉDICO NENHUMA RESPONSABILIDADE POR QUALQUER CONFUSÃO DE TERMOS OU CONCEITOS QUE EVENTUALMENTE  LHE ATRIBUÍ ]

 

                        9 - O preço cairá pela metade (+- R$7.000,00) caso a UNIMED pague:

                                   a - aplicções de acelerador linear;

                                   b - portal / filmes;

                                   c - chumbos próprios;

                                   d - tomografia computadorizada para planejamento tridimensional;

                                   e - sistema de mobilização.

 

 

                        10 -  Em 31 de maio larguei de fumar. FUI FUMANTE POR 51 ANOS, COM ALGUNS ANINHOS AVULSOS DE INTERRUPÇÃO, MAS COM CAXIMBO E CHARUTO PELO MEIO...                                    

 

                        11 - ÁLCOOL  ( SEMPRE FUI DEPENDENTE ) :

            - 20 de maio - bastante whisky.

                                               - 30 de maio - razoável whisky.

                                               - 11 de junho- 2 taças de vinho com Ivan.

                                               - 25 de junho- 3 whiskies na Flori, 1/2 cerveja     com Alaôr, no Sujinho / costelinhas e um licor no Alaôr.

                                               - 28 de junho-  1/2 caneca de quentão e uma taça de vinho.

                                               - 30 de junho- 1/2 garrafa de vinho (eu) com o Alaôr, na Vila Madalena. Em casa, doce BABA  ( mechas de pão empapado em licor Grand Marnier).

- 01 de julho- 3 meias cervejas no aniversário Bruninha.

 

 

@ - Proust brasileiro e avant-la-lêttre: ANTONIO LOBO, autor de "A carteira de um neurastênico", Edições da Revista do Norte, Maranhão, 1903 e que tenho em xerox presenteada pelo Guerreiro (Alexandre [...]  Tavares Guerreiro)

  

@ - Rashomon:   - in 0h34´22´´ qual a música?

                            - in 0h41´ mais um "bolero de ravel" (estilização; como se chama? ( v. tb. Roma de Fellini outro "bolero de ravel", cf. em Word - IP-Música, ou Word- IP- Avulso, ou em Write - M- Música, ou C- Cinema).

                            - Como se chama aquele retorno ao início da frase, como se fora uma circularidade sem emendas, v. aquele samba... ( "cânone"? E cânone em que sentido, Flo?)

 

@ - Relações Anteriores  (Beforeig Affairs) ( do primeiro livro ): carta ao Magalhães Pinto, então senador, sobre problema da fisiognomia/fotogenia: Pasta n. 1.

 

@ - Religião:                    O maior benefício da Religião - para mim o único - é disciplinar o medo. O medo indisciplinado é dos maiores flagelos do espírito.

  

@ -Religião  :       V. REZA / ROSA NO WRITE-  R.

 

                                   “A religião católica não é tranquilizadora, é dolorosa. Todos nós adoramos ser castigados”(Madonna)

                       

@ - Revista “Ambiente” / CETESB : Um exemplar na PASTA 3 )

 

@ - Rimas-             Lp prod. Da TV Globo, Paulo Araújo vai dar-me: Mostrar ao Phila, na música do Alvarenga & Ranchinho de  finais só com proparoxítonas  de rimas ricas --  bem antes da do Chico Buarque -- uma proparoxítona rica, pois só tem três sílabas e a tônica cai na segunda, mas que devido à prosódia, vira mesmo uma proparoxítona, !, : a palavra "perplexo"...( = ...pléquisso )

- Phila: - Mostrar-lhe CD da Globo / Paulo Araújo:  na música do Alvarenga & Ranchinho  de  finais só com proparoxítonas  de rimas ricas  --  bem  antes  da   do  Chico  Buarque -- uma  proparoxítona rica, pois só tem três sílabas e a tônica   cai na  segunda,
mas que devido à prosódia,  vira  mesmo uma proparoxítona, ! , :  a  palavra "perplexo"... ( = ...pléquisso ).

 

@ - Rimbaud / Rainbow        - Fig. 21 do CDROM.

-         ( Negativos : Pasta n. 1 ). V. tb. PASTA 6:     negativos?!   - Nota de 28-11-04: V. uma fita VHS, ainda não devidamente catalogada, tampouco passada para o Dbase, em que , no programa da Cultura s/ Literatura, ao analisar Joyce/Ulisses, altura de 0h47´48´´, um Joyce para ser escaneado e colado junto com aquele fotograma do poema “Rimbaud/Rainbow” em que a fisionomia do Rimbaud vai se transformando na de Joyce. É aquela mesma que está no filme!!! V. em que livro sobre o assunto está essa figura. ( Já tratei, en passant, do assunto, no texto do Livro ( v. IP- Introdução) 

 

@ - Rimbaud foto de, com 17 anos, aludida nota de rodapé do texto: Fig. 26 do CDROM.

 

@ - Rimbaud  - quadro do Fantin Latour, aludido no texto: TB. Fig. 26 do CDROM.

 

 

@ -Rodolfo                     É tão louco, que passou  a existir só depois de uma certa idade.

 

 

@ - Romance – ( v. IP-Romance ) :          

- o jeitão do “”, do Khlébnikov.

                        - coisas da carta ao Osmar Pimentel.

- INÁCIO ARAÚJO, in FOLHA DE 17-9-99, a propósito de “Os deuses malditos”, de Visconti: “Gilles Deleuze escreveu que ‘os objetos e os meios conquistam uma realidade materia autônoma que os faz valer por si mesmos’ . Na história de uma família de industriais alemães que se afunda até o pescoço numa aventura nazista, uma almofada é tão importante quanto um massacre. Na observação de Deleuze, sobrevive do neo-realismo original, num filme dos anos 60, a idéia de que pessoas e coisas existem desde que são olhadas. Por mais que aconteçam coisas, são filmes de situação, antes de serem de ação.”

  

@ - Rô ( Ronaldo Azeredo):  – original (autógrafo) do prefácio/autobiografia de seu Livro Total ( cf. se não está dentro da apresentação do Augusto de Campos ) e que ele dera a mim para integrar meu Livro.

                            - conto da adolescência, que me “confidenciou” – acho que ainda está inédito.

                            - conto “Rapaz & Copacabana”.  : TUDO PASTA 6.

 @ -Ronaldo Azeredo      - carioquice cariada.

 

@ - (Sabedo) ria, Dom de Deus. ( Original já separado em Pasta, cf.)

  

@ - Sonho             da Elza:          Encontrei este escrito na última p. da trad. bras. de “Mário, o mágico”, de Thomas Mann:         

            -    Está sonhando?

-         Hum.

-         O que?

-         Fazendo conta: a área de uma cidade menos o Mundo. Credo!”

-         (Elza, sonolenta, à 1,35 da madrugada de 28/10/75)

 

@ - Tabinha – se encaminhando para ver “O lago dos signos” na parede da copa: - Fig. 36 – CDROM.

                            - Negativos: PASTA 6.

 

@ - Tempo             Tempo           O tempo é o nu qui 'cê tá concentrado!

                                   ( Dar aquele exemplo do trânsito ( engarrafado )

 

TESTE DE EXISTÊNCIA DE FONTES (tipográficas) IGUAIS EM COMPUTADORES DE TERCEIROS: ( V. Dioginho, Murilinho, Cris, etc. ou se precisa indicar o tipo da fonte, como está na página original do Site, cf. Poesia.

                                    

@ -Tipo               José Caón – Morava na rua Mariano Procópio, 578, casa 21, descendo Cel. Diogo 2 antes da Água Funda. Místico primitivo, associe ao Machado, do clube de xadrez, ao falecido Luciano, etc. Recomenda para suai visão, magnificamente exposta, em linguagem primária, direta, caseira, quase bíblica: HAW LINDSAY WINT MALGO:  “Agonia do grande planeta terra” e “Anos 80, contagem regressiva para o Juízo Final” (verb. ABC)

  

@ -Tipo(grafia), !, cf. o nome: Veja os títulos introdutórios do filme “L´ascenseur pour l´échafaud” , de Louis Malle.

  

@ - Todôs o poema sobre a “luta granulada” – Fig. 41 (CDROM).

                   - Exemplar bem melhor, podendo ser re-escaneado: PASTA 6.

- ( V. tb. PASTA 3 ).

 

@- Tradução, exercício de: v. caixinhas ou pastas/sacolas, LIVRO, "A rebours",  "tentativa de chegar ao nível do excelente".

 

@ - 3 Insights na vida glamorosa de Eustáquio Parreira v. se comento na  rev. ESCRITA:         - Fig. 30 do CDROM.

                            ( As Fig. 31 e 32 do CDROM complementam o poema ).

- Foto do Barreira, Eustácio, com a Dora (v. o “pré-retrato”):  PASTA 3.

- Carta confidencial do Barreira:  PASTA 3.

- Desenho original do “pré-retrato”: PASTA 3.

 

@ - Trocadilho.......De conteúdo -- procurado a vida toda por Décio Pignatari: foi encontrado por Otávio Frias Filho num artigo sobre desastres de avião, cf. (anot. de 19-8-1985).

- O Décio procurou a vida toda o trocadilho de conteúdo, no fundo-no fundo, a metáfora ilógica, a assertiva abstrata, a figura por heteronomia (Fil.), que o Octávio Frias Filho conseguiu com o artigo, no Folhetim, sobre o avião, o desastre de, o medo de. NOTA: não quis eu dizer heteronímia, qualidade de heterónimos (sic, lus.), p. ex., os heterônimos de Fernando Pessoa.( Do ABCedário)

  

@ - Trocadilho visual: : Fita 829, mais ou menos in 5126, tacômetro, Harold Lloyd.

  

@ - Trocadilhos visuais: Fita 824 ( ou 829?) – v. Dbase. (banco de dados).

 

@ -    URGENTÍSSIMO: Estantes de Vanguar & Chinesa (disposição anterior...) : VER:

                                   Cartões-postais da turma.

                                   Revistinha japonesa ASA, Xisto, minha carta.

                                   "Hu-mains" ( mãos antropomorfizadas, meu livro, ao lado deste. SERVE PARA ILUSTRAR MEU VEZO DE FAZER COM OS DEDOS, PARA OS NETINHOS, O “HOMINHO". TB. PARA MEU POEMA DO BARREIRA, AQUELAS FAMÍLIAS EM MEUS DEDOS, CF. O CATÁLOGO ORLANDO.

                                   Polem -- facas.

                                   Foto casal (xerox!) pág. 109 Yeats por Max Liammor.

                                   Comentários in filmografia que tenho em: fitas; cadernos/índices. 15-4-95.

                                   Faço uma experiência, para o disquete.

  

@ - U.S.A.              Modo (maneiras) de expressão ( para o Livro, naquele “tese” do “Palhaço holográfico” : @ -  CD ROM:              - "CINEMA / BLOCKBUSTER":

           

                        - Estudar os seguintes verbetes ( NOTA DE 26-12-99: TICÁ-LOS COM A LISTA IMPRESSA, V. SACOLA*1 ou *2 - LIVRO ) e mostrá-los ao CID MARCUS, NÍLTON e PHILA:                                                        

                                                               - Bresson.

                                                               - De Palma

                                                               - Sam Peckinpah.

                                                               - Samuel Fuller, biog. : mostrar ao Nílton.

                                                               - Starecwicz

                                                               - The typewriter, the rifler and the movie camara.              

                                                               - Vertov

                                                               - John Malkovitch

                                                               - O mistério de Oberwald.

                                                               - Pedro  Mico (conceito s/ Embrafilme!...)

                                                               - Orson Welles.

                                                               - Visconti, !

                                                               - John Cassavetes (!, o "meu" "estilo americano", Deus por eles, o complexo da                                                           superioridade que permite ironia insólita, até pecadora! V. O VERBETE!...)

                                                               - Jacques Becker.

                                                               - Análises dos filmes do Antonioni.

                                                               - Kubrick (análise: !!!!!!!!!!)

                                                               - Hitchcock (análise: !!!)

                                                               - Stalin.

                                                               - Robert Duval.

                                                               - Clint Eastwood ( a dif. de seus olhos com os de Gary  Cooper...)

 

@ - Valsa do minuto para elástico no dente e respiração – V. cassete que tb. tem:

-          Assovio meu para choro de dedilhado no sopro.   

-        “Lago dos Signos” tocado ao piano (“partitura” na parte baixa do poema) tocado por Flo Menezes ( meu filho), em 1985? >>>>>>>>Cassete na Pasta n.       .

 Aqui vai LINK

 

@ - Velhice precoce:       - para explicar minha teoria sobre a velhice precoce ( Mozart & Pelé  ) – FITAS CASSETE NS.  112 e 594.

 

@ - “Viúvos”                    Os dois já estamos viúvos há muito tempo, e não houve nada de tão sério que viesse a cobrir isso de pena.

  

@ - Vyvyam a Cartesiana :

-         FITA CASSETE ( ?  ) – WILLY, conferência em Santos, texto a ser anexado ao poema.

-         Partitura do poema:         Uma bem nítida, para o título e partitura completa já separada em pasta.( do Willy): PASTA 6.

-         Partitura completa: PASTA 6.

 

@ - Wittgenstein             O maior gênio doméstico. O gênio da prateleira. Conseguiu chegar, através dos números, i.e., das coisas que todo mundo entende do que não entende, à natureza de Deus, sobre quem todo mundo entende do que mais não entende. Dou uma uma de W.,  quando começo a esmurrar os objetos, começo da vida sem mais começos, início da velhice. Veja adendos sobre isto no final da carta ao Percy e tb. numa carta ao Ivan, de 01-12-01.

 

@ - XADREZ:        -  MANÍACOS DE CLUBES             É  uma característica de todos os clubes de xadrez do mundo, essa repetição de palavras e frases com som-puxa-som, palavra-puxa-palavra, na base do disparate, do bestialógico. Geralmente, invenção e mania dos velhinhos, que superavam os mestres do jogo em sabedoria da vida e cultura geral. Aqui em São Paulo, na década 60 ss., época em que me fanatizei pelo jogo e comecei a frequentar o Clube de Xadrez S. Paulo, onde fiz amizade com Hélder Câmara (sobrinho e homônimo do grande bispo), ele, sim, com bela cultura, talento musical, letrista da MPB de certo renome e bom poeta, principalmente no domínio das técnicas do Poema, e aquele outro que ficou na miséria, sendo também campeão brasileiro e grande analista do jogo, talvez o maior, mas não tendo o menor impulso superior durante a partida ( “tablas” sempre estava em boas mesas...) , ..... Rocha, ah, agora me lembrei, ANTONIO ROCHA.

                                                           Nessa época eu ouvia:

                                               - Tomei. [ uma peça ]

                                               - Tomé de Souza também tomava.

 

                                               - Voltei... [ o lance ]

                                               - Voltaire também voltava.

 

                                               E emendavam, alternando-se, em tom inocente de competição, neles incluídos os “sapos”:

                                               -E Diderot só dedillhava; e D´Alembert só lambia; e Rousseau só roçava; e Scarlatti morreu de escarlatina; e Mirabeau me enrabava; e Paganini não pagava... e por aí afora...

###################

Associações ( nada que ver com os velhinhos do Xadrez...) :

 

                                               [ Miséria pouca é bobagem / Queijo em francês é frommage / Casamento é mariage] ( Parceiros em carteado a dinheiro...lá nas Minas Gerais)

                                              

[ Caím matou Abel / Phi matou Zan / Esper matou Zóide.]

 

  

@ - Zé Olympio & Maria Estherunião – v. poema “(Ao Nilton que pombo correio / dos condores)”. (Nota de 19-02-03: xerocar um exemplar bom do poema e  colocá-lo na Pasta 8, se couber. Exegese do poema:

                   Tirante a ira dos tiros

os tiros passam rápido ! –

os amores que se escrevem

não terão cantadores de famílias sem raizes

que cantem o que não seja bom!

Esclarecer mais estraga a revelação. Não se esqueçam que são duas famílias que estão num passado recente e ainda nebuloso!

                                   

 to be continued


voltar à página principal