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 POESIA VISUAL


 




Fauno e a Flora, O
– arte final do título, Ana Aly, com lay-out meu.                   
Primeira, a escrita pétrea, floral. Segunda, a escrita animal, faunesca.

                  V. PASTA 1

-         para o fundo do relógio – Botticelli, pranchas VI  VII, “Alegoria da Primavera”:, onde o Tempo sobe invertido.                                 

V. PASTA 6

-        Lá se contém recorte de jornal – visão “nouveau” do “ enrabamento”, que já está em Botticelli, aquela figura de trás, descendo sobre a figura feminina.

-      negativos dos referidos: PASTA 6.

 

 Talvez haja um link, no sentído de gíria-juventude, com Drummond, - "Retrolâmpago do amor visual", in "DISCURSO DA PRIMAVERA" e: - "Declaração de amor", in "A Paixão Medida".)                                

                      - Mas, é só uma trepada do substantivo com o adjetivo. Demais associações com o “ASFÓDELO NO BUCENTAURO (...)” etc. , veja a frase direito na rev. ESCRITA, para quando eu a reproduzir no contexto/alusão aos projetos.

                                      - Primeira amarra histórica:

                        - Canto IX dos Lusíadas:

                         S/ o Zéfiro da “Flora” de Boticelli, apud demonstração da Neri do Lélio, em 20-11-99.
 

                        - Talvez ( Fita VHS 409) o poema do Décio sobre tecidos.

                        - ( para o rol das floras) ( escrita floral, caída para a direita,  femininamente, como nas caligra-

 fias da década de quarenta) : - EPERUA.

                    - Alternativa para o subtítulo, quando invoca o “L´après-midi d´un faune” (Mallarmé E Debussy):    “ O caso de um fauno”  ( caso no sentido de affaire... e tb. ocaso...)

 

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                            - P/ o finzinho d´O Fauno e a Flora, onde:

                                                                                              ‘... a sempre deicha

                                                                                              dependulados

                                                                                              cachos de amor

                                                                                              verde’      (... se algum corrupixel se bem intencionado...)

 

 

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                   - (Do(s) Cadernos(s)/ décs.50 a 80:        V. a parte em que a Verônica Becabunda, conduzida pelo Bucentauro, canta :

                        “Eis quando um  peixe plagostromo

                        rompe o sinal do vôo e do irreal.”           ) [ “Verônica, a Menarca, adiádene – becabunda !,  a deiscência para asfódelo. No bucentauro.

(v., bem posterior, em Victor Hugo o asphodèle.)

 

Veja, a seguir, primeiro esquema verbal:
 

“A esperanto da nurseta: o clé-Cimento-party  r-se em fortíssima forda na orla de flora” etc. etc., que é o início verbal do poema “O Fauno e a Flora”

( CADERNOS E/OU PASTAS PRIORIDADES )

 

 

 

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“E derrepente

                        Como quem descobre um sabão de arcana  cariátide

                        Desfeitos um para o outro” ) :

                        Bula: ( No amor, a inciência torpe vira motivo nobre. E a frase “ como um sabão de arcana

cariátide” significa: - o que será que está por baixo disso tudo ?  O amor acaba só por aquilo ou em razão de

tudo aquilo?! - Eis a razão daquela escrita escovada da tipografia do poema .
                       -   Versão inglesa do verso “desfeitos um para o outro” = “Fade for each other”.

( “feitos um para o outro” como se sabe, em inglês é simplesmente “made for each other”...

 v. FILME “Harry & Sally”, coisa assim).

 

 

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- “TODÔS”





 

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Neste poema, denominado, a posteriori,  “Três insights na vida glamorosa [sic] de Eustáquio Parreira”,  aproveitei um desenho de um casal que foi aparecendo na soltura do lápis e, inacreditavelmente, vim a conhecer anos depois, Barreira & Dora, absolutamente idênticos , prefigurando aquilo que vulgarmente se denomina de percepção espírita, ou pré-visão de materialização... MAS QUE PARA MIM, NO CONTEXTO DO POEMA, É UM FENÕMENO DE LINGUAGEM, UM TROPO DE RETÓRICA. chamada de INTUIÇÃO REINFLUENTE..

 

-       “Abat          our” :

                     J    

– projetado na parede, como, aliás, deve ser “executado”( demonstrado: a luz de um abajur, cujo mapa de Cuba ao ser invertido vira a cara do Ché Guevara ). Filmado  por mim, que o seguro, com minha sombra justa-sobreposta, em outubro de 1999. Paulo Ramos Machado colabora, num traveling:

 

A luz do abajur, um mapa da ilha de Cuba que projeta na parede, quando se liga referido abajur, a fisionomia do Ché Guevara, um trabalho antigo meu que os dois brasilianistas norteamericanos que traduziram Oswald de Andrade para o inglês, Albert Bork e David Jackson Kenneth, conheceram aqui em São Paulo nos meados da década de 70 e muito admiraram. Denomina-se Abat Our ( Nosso  Abade, o Ché, mentor das juventudes e, o que é mais importante, das jovialidades até hoje-em-dia) e o J do abat j our cai e vira o castiçal / pegador do abajur.
 



 

 

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AO ADICIONAR POEMAS EM CURSO, OBSERVAR:

 

                        @ - Poema s/ Dunhill : v. no livrinho do Leminski s/ Bashô.

 

                        @ - Onde a primeira versão do PaPiroPirâmides “Monopol” , que fiz em slides? V., além das sacolas, a caixinha de couro do canto da biblioteca.Nota de 06-8-1999: acho que achei  os slides: v. uma das pastas junto à porta.

 

                        @ - Livro s/ poesia chinesa milenar (aquele que tem partituras) : FOTO POLAROIDE ELZA/GUEIXA, LÁ? Nota de 06-8-99: Já está numa das pastas junto à porta.

                       

                        @ - Livro do Borges que tem textos autobiográficos em português:foto polaroid Elza/personae Borges? V. nota de 06-8-99, supra.

 

                        @ -      Poema  VYVYAM  A CARTESIANA          Transportar também para a gaveta Poesia

                                               Joyce cantando para McCormack, o grande tenor a quem invejava :

 

                                               A Vyvy ama (e vive)

                                               Ó vyvyamo o mai vivo

 

Ouça a conferência do Willy [Corrêa de Oliveira] autor da música sobre o poema: na première, o grande compositor destrincha a partitura, cf. Fita cassete n. 25-TDK-S (tirei duplicata), e também o IP-Avulsos ( gav. Avulsos, no Site).

                                               O espelhamento do visual sugere:

 

                                               A Vyvy ama e vivo

                                               Ó vivamos ou não mais vivo

 

que é um OARISTO em tempo de AORISTO, ( conjugação de um tempo pretérito, mas que já traz em si uma possibilidade – não condicional – do “réussite et échec”  na ação—conjugação grega. Acho que achei um exemplo na IstoÉ n. 270, de 24 de fevereiro de 1982, pág. 17, texto de Carlos Alberto Sardenberg: “(...) Em tudo, quem já ganhou alguma coisa foi Ferreira Neto: terá sido o primeiro a colocar no vídeo, cara a cara, os candidatos a governador em São Paulo.” Também: conjugado numa pessoa, passa conseqüentemente para outra pessoa ( assume os dois sujeitos da oração...)

                                   - O terceiro e quinto signos visuais da palavra-poema é um espelhamento vertical de um Y. Com a palavra virada, ficam no quarto e sexto Após algum tempo, casualmente verifiquei no clássico filme de Dreyer, A paixão de Joana D’Arc, uma  passagem em que se vê em uma parede da igreja e no interior do mosteiro aquele Y espelhado (outro Y vertical, em baixo dele), mesmo desenho do poema, cf. QUE SIGNIFICA AQUELE SÍMBOLO?!?! Perguntar a alguém bem versado naquela obra do Dreyer e em História das religiões. (06-8-99)

 

                        @ - Poema do Degas ( “- Aquela ali é do degas aqui” ) - V. ULISSES, pág. 653, 1a. ed. bras. - III - NOSTOS, 1o. cap. dessa parte; veja como está no original o  “degas” do Houaiss...

 

 

@ - Fontes (Tipografia) Criptográficas:

Exemplo de marotagem em transcodificação de tipos tipográficos ( fontes), quando se há necessidade...: Escreva-se numa fonte como Arial, ou Times, selecione, vá, por exempo, para BrushScrDEE, clique! Tudo disfarçado. Depois, é só selecionar o ininteligível e passar-lhe o clik de Arial, p. ex.

PRA PORCO NÃO CONHEÇO COMO ENFRENTAR A SITUAÇÃO, MAS O MELHOR PRA PICADURA DE INSETO... É UMA BURCETRINHA DESTE TAMAÍNHO AQUI, Ó, BEM PIQUINININHA!.

PRA PORCO NÃO CONHEÇO COMO ENFRENTAR A SITUAÇÃO, MAS O MELHOR PRA PICADURA DE INSETO... É UMA BURCETRINHA DESTE TAMAÍNHO AQUI, Ó, BEM PIQUINININHA!

 

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@ - “Lago dos Signos, O” ( meu poema de 1988) : plagiado? Inspirado? Coincidido? Acasionado (sic)?:

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=16US8Z447LE

 

From: fernando rios
To:
'Florivaldo Menezes'

 

Sent: Friday, October 29, 2010 8:15 PM

Subject: ENC: [azeredo] Birds on wires

Incomensurável florivaldo floriworld man nazes mezes nizes nozes nuzes

Lembrei-me de v. e de seu filho, que fez algo parecido com cisnes.

Imenso abraço e vamos beber... f.r.
 

  Pra               iluminar o dia e o fim de semana:

 

http://www.youtube.com/watch?v=16US8Z447LE

 

O OTIMISTA , poema meu e da Internet, Deus sempre a tenha!!!
Otimismo não tem barreiras! Nem na " natureza ambígua e reticente" do Drummond.   
( Mas tem uma hora em que ele também cansa, repare....)

 


to be continued


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